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jul
31

Trata-se do “Palafita na Fita”, projeto que tem como objetivo a criação de espaços para a cena cultural alternativa de Macapá, formando um circuito embrionário de apresentações que possa mobilizar os músicos e bandas locais e criar ponto de encontro de artistas emergentes de outros segmentos como literatura e audio-visual. Os eventos “Palafita Na Fita” irão possibilitar a difusão dos trabalhos autorais, experimentais e independentes, gerando alternativa para aqueles que não ocupam espaços de grande circulação e não encontram ressonância social para se manter permanentemente. Pretende-se ainda promover o intercâmbio com a cena alternativa regional e nacional, trazendo bandas de outras cidades nas próximas edições. Zines, vídeos, discotecagem, intervenção e o que mais rolar…

Ttel 91256222 – 91175927
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jul
27

Ontem
Os passarinhos não cantaram, as flores não abriram
meu coração se viu apertado e sofrido
gritava pedindo socorro,
um grito mudo,
ou talvez o mundo ontem, estivesse surdo…
Ontem
As joaninhas não apareceram, o sol brilhou envergonhado
talvez porque foi sua função ontem brilhar
Mas eu vi, ele estava envergonhado
vergonha de mim e de você
Por não poder nos aquecer…
Ontem
O dia passou lento como no interior
em que os minutos parecem horas
e as horas parecem anos
em que os anos parecem décadas e décadas séculos
24 séculos se passaram
em meu coração apertado…
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jul
24


Hoje, todo meu desejo de felicidade vai pra minha sobrinha Mayê, adolescente… aborrecente, mas pra Titia Coruja, “também” minha Anjolescente!

Feliz Aniversário!! Amo-Te!!

E não tenho como esquecer do episódio de um outro aniversário, no qual pedi para meus sobrinhos não fazerem mais aniversários. Um deles falou que não dava, riu e disse ainda que eu posso chamá-lo de bebê em segredo… Putz!
Fazer o que, né?!

jul
20

Dia do Amigo!

O dia do amigo foi adotado em Buenos Aires, Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo. Foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema “meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro”.
No Brasil, o dia 20 de Julho também é adotado como dia do Amigo.

E eu que havia postado um poema sobre Amigos, nem sabia disso… talvez seja isso o que chamam de sincronicidade… será?

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jul
17

Amigos

Os Amigos são ótimos Livros
Desses que devem sempre ser relidos
Os Amigos são Cds que compramos o original
Desses que comprar o pirata seria até um pecado, coisa e tal
E ainda fazemos a cópia pra escutar no carro
Assim o original não corre o risco de ser arranhado nem roubado
Os Amigos são os Vinhos que nunca beberemos
Desses que a vida inteiras esperarão
Sem nenhuma pressa, a ocasião certa
Que valerá aquela antiga garrafa ser aberta
Os Amigos são as caixas de recordações
Dessas guardadas com cuidado porque rimam com corações
Pois são cheias de papeis, cartões, bilhetes, cartinhas
Cheias das coisinhas que não soam como mentiras
Os Amigos são os primeiros beijos
Desses mesmos
Que acabamos de recordar
Gostosa lembrança que sempre fica no ar
Os Amigos são também, filmes chatos, mal feitos, sem sentido
Desses que ficamos dias com raiva daquele tempo perdido
Ainda assim valem para dizer que não prestam, não o assistam
E depois achamos que pela crítica, valeu tal prejuízo
Os Amigos também são os maus professores de matemática
Desses que valem as boas escapadas da sala de aula
Os Amigos também são os foras que levamos sem nem nos declarar
Desses que o outro se antecipa para não nos escutar
Os Amigos são milhões de metáforas
Dessas, daquelas e de algumas outras mais
Metáforas que ninguém cansa de ler, escrever e de declamar
De escutar, cantar, classificar e de por milhões de outras procurar
Porque os Amigos são o combustível
Combustível para a crença do invisível
Na via de mão dupla
Que existimos.
Amigos só rimam mesmo, com Amigos!

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jul
08

Já sei! você chegou aqui e achou que estava em outro blog, né?… É que (pra quem viu) aquela menininha estava me deixando deprimida, tudo bem que ela era uma super fofa e tals mas ela também era preto e branco demais, sabe. E eu sou bem mais coloridinha!! Aí não rolou. E como blog sempre teve um clima calminho, mesmo sendo um blog alegre, taí e agora é assim que vai ficar! Beijinhos e uma ótima semana!

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jul
08

Alguém teve dúvida?

Amém!

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jul
06

Nada mais propício repetir este post, já que neste instante temos um instante “novo”.

De novo
O novo
Chega

Encarar o novo
De novo? Assusta
Do novo, surpresa

Sem pressa
Pra que de novo
Um outro novo se ajuste

De novo
O novo
Começa.
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jul
01

Há um ano nasceu o Neste Instante, e confesso que achei que não iria durar tanto assim. Mas já que ainda estamos aqui, resolvi que ele precisava dar uma mudada… sabe como é, mudar o corte e a cor do cabelo, uma cor de esmalte ainda não usado… essas coisas que fazem a gente ter a impressão que algo vai mudar.
O intuito continua o mesmo,vão rolar poesias, crônicas, rabiscos sobre música, cinema, eventos que achar interessante divulgar e o que mais o istante permitir. Trata-se também de um despretensioso “trocar idéias”, e vamos nos divertindo com isso.
Pra quem não lembra e para aqueles que estão chegando agora por aqui, o nome do blog foi inspirado em uma das minhas frases preferidas de Clarice (olha a intimidade da lôca!rs):
“Nada existe de mais difícil de que entregar-se ao Instante. Esta dificuldade é dor humana. É nossa.”
Sendo assim, sejam muito bem vindos já que viver não é preciso!

Se viver não é preciso
Do que preciso?
De uma caneta e papel
Por que a bússola,
Tadinha da bússola.
Fica lá, a espera de alguém que
desesperado por direções, queira navegar.
Só de caneta e papel
Pra anotar o que vejo, nos lugares onde passo,
mesmo dentro do meu quarto
Se viver não é preciso
Que venham as palavras,
As certas e as erradas
Mansas ou afiadas,
melhores ainda as que vêm desenhadas.
Porque viver não é preciso
Só quero o papel e a caneta
Sem bússola nem radar,
pra navegar na imensidão desse mar
que fica em uma das gavetinhas de minha cabeça.

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