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dez
30
“Esquecer é uma necessidade.
A vida é uma lousa,
em que o destino,
para escrever um novo caso,

precisa de apagar o caso escrito.”
Machado de Assis

E como está sua lista de planos e desejos para o ano novo? Pra quantas pessoas já disse que vai fazer academia, comer melhor e ser mais gentil? E pra você mesmo, qual o curso mesmo que dessa vez vai?…

Ano Novo, papo furado velho!

Mas acredito que a idéia seja mesmo essa, oras! Não quero nem imaginar a vida sem a divisão de tempo, pois embora as vezes seja cruel, é ela quem nos dá essa folga de nós mesmos… É inerente ao ser humano o medo de mudar, antagônico sentimento, vez que o desejo de mudar além de inerente também, é o que nos impulsiona desde sempre (digo sempre meeeesmo, é só procurar saber de quando remontam os ritos que envolvem esse desejo de mudança).

E mesmo sabendo que assim que o dia-a-dia do novo ano chegar, vai nos engolir, e junto conosco, todas as promessas e desejos. E que não dá pra ter dias melhores sem ter plantado melhores dias… Todos esses nossos desejos (que também se realizam vez ou outra – talvez não da maneira que esperávamos), nos vem como lindas possibilidades. E se ele é assim, novinho, podemos nos permitir fantasiar/crer/acreditar/torcer/ou seja lá qual for o verbo, 51% – 49% ao invés do 50% – 50% que nos impõe as possibilidades, de termos “a vida melhor no futuro, repleta de toda satisfação, que se tem direito…” como empolgadamente acompanhamos Lulu.

Eu sei… Sou uma otimista incorrigível. As vezes é irritante até mesmo pra mim. Mas não, eu não vejo o tal futuro melhor, mas também não posso afirmar que pior ele será. A única coisa que vejo, são milhões de pessoas com desejos verdadeiros.

Então, seja pulando sete ondas, comendo… quantas uvas são mesmo?, usando roupa branca, acendendo velas, fazendo oferenda ou mesmo apenas assistindo a festa da virada do Ano com o Fausto na globo…

Que todos nós tenhamos um lindo 2009!

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dez
30
2009!


De novo
O novo
Chega

Encarar o novo
De novo? Assusta

Do novo, surpresa
Sem pressa

Pra que de novo
Um outro novo se ajuste

De novo
O novo
Começa.

(Kiara Carrera Guedes)

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dez
24

Que Neste Natal, novas e boas experiências aconteçam. Para que nos Outros, sejam deliciosas lembranças… Dessas encantadas, como Nos Natais de Criança! Feliz, feliz!!
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dez
22
Amigos, já ouvi e li por aí que existem pessoas cansadas desse blábláblá de Natal, quando todos “são amigáveis e desejam tudo de melhor e etc etc etc”…
Quero dizer-lhes que não me canso, e nem cansarei. Penso e sei que muitos de vocês me acompanham que essa época não é apenas recheada de clichês e desejos vazios de felicidade, mas sim uma parada mesmo, uma pausa de nossa vida corrida, pausa para o eu eu eu e eu e mais eu. Simples assim, uma pausa pra que tomemos fôlego pro que ainda vêm e agüentarmos nosso próprio cinismo diante de nossas ridículas vidas atarefadas (pelo menos, adoramos falar que assim elas são!) e cheia de momentos de nada. E o mais importante! Uma forma de nos apropriarmos desses desejos que começam a sair mesmo de maneira vazia e que com a repetição vão verdadeiramente se tornando algo, nesse energia que que tanto queremos pra reiniciar o vindouro ciclo…
Assim, sintam-se todos abraçados, olhados nos olhos e recebam meu carinho e DESEJO de um Feliz Natal, e claro, um Natal Mega Feliz!!! Porque eu daqui, sou muito feliz por ter vocês como leitores!!
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dez
16

fim de ano. preguiça. eu me permito. bjs abreviados que a preguiça chegou até pra escrever…

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dez
13

ressaca

de re + sacar

s. f.,

recuo das ondas;
fluxo e refluxo;
regresso ao estado inicial;

ant.,

retaguarda;

pop.,

enfado, cansaço motivado por uma noite passada em claro;
indisposição sentida após a ingestão excessiva de álcool;
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dez
11

E já estamos no final do ano
O Ano passou assim, “num piscar de olhos” é o que todos nós falamos e como num surto/susto nosso, percebemos com aquela cara de “será o apocalipse?!”… Leia +

Fim de ano (parte 2)
As palavras são realmente, fontes infinitas de poder. Fui só eu verbalizar o “Nem” em que ficamos quando o Ano está acabando, pra que meu Dezembro desacelerasse… Leia +

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dez
11

Coloquei a cortina esverdeada e pendurei nossa lua na janela… Mas você não veio. Então pendurei mais três estrelas… Assim nós cinco, fizemos uma festa!

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dez
10

Tenho 2 pontos Gs! E mais, super fáceis de achar… Meus dois ouvidos.

dez
08
Esses programinhas que nos dizem com que palavras as pessoas chegam aos nossos blogs pelo google são bem interessantes, mas percebo que na maioria das vezes as pessoas não acham aquilo que estão procurando, simplesmente porque a procura não é muito exata, apenas palavras soltas e tals… Quem possui sabe do que estou falando, coisas do tipo: “boca do robocop gay”, entre outras mais bizarras. Outras bemmmm engraçadas – no meu caso específico – como: “gordinha sexy bem resolvida”, rsrsrsrs, não sei como que o google relacionou essa frase ao meu blog, mas até que temos muita verdade aí, porém, não sabia que o google sabe das resoluções pessoais dos blogueiros, mas gostei, pelo menos não era algo como: “gordinha depressiva quer virar anoréxica para se sentir sexy”!! rs.
Mas tudo isso é pra falar da ultima que o google me aprontou. A palavra chave da busca foi:
“Síndrome de Kiara”!!! Sim, pasmem! Alguem por aí, mais especificamente , segundo o google, em São paulo, escutou falar nessa sindrome e resolveu saber mais. Bem, claro que não estou dizendo aqui que só existe uma Kiara, não é nada disso, é que achei engraçado mesmo e resolvi parar pra pensar sobre. Seria a Kiara filha do Simba? Sim, o rei leão, o do desenho? Tem também aquela atriz Kiara Sasso… Mas pelo google, tal síndrome não existe não… E como dizem meus sobrinhos: “não está no google, não existe!” hahaha. No mais, fiquei pensando se eu fosse dar o nome a uma síndrome… Como seria esta?… Hummm… Interressante não?… A pessoa teria que ser antes de mais nada uma apaixonada e otimista incorrigivel. E vocês? Têm alguma ideia?
Bem… pra algumas pessoas isso por sí só já é um motivo pra definir uma patologia…
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dez
03

Não sou nem 8 nem 80. Fico lá pelos meio deles… Alguns dias 30, noutros 78 e é bem freqüente que me encontres meio 57. Raramente 8, e depois que passou a adolescência, mais raro ainda o 80. Tento ficar nos números que me cabem, tudo bem que não gosto muito dos pares, a assimetria me veste muito bem. O que faço muito é brincar de matemática com quem amo, pela manhã somo com uns, de tarde multiplico com outros, dividimos quando necessário e as vezes temos que ter coragem pra diminuir, se esse for o caso. O que me importa mesmo é fazer com que a conta nos sirva, não me importa se vamos obter um exato resultado.

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dez
03

Lindo e super gostoso esse texto do Caio (olha a intimidade com o Fernando Abreu…rsrs), vez ou outra eu compartilho hoje com vocês. Leiam aqui…

dez
02

CONVERSAR = FAZER VERSOS COM

Achei lindo isso…

P.S.: Li no blog da Lu há tempos e lembrei hoje, resolvi postar também.

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dez
01
enquanto
eu
te
amar
haverá
um

lugar
onde
devo
estar
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nov
30

Por algumas dessas horas de hoje
Horas finais de novembro
Paradinha em silêncio, penso
Na chuva que caiu
No barulho que ela fez no telhado
E o que ela lavou em mim
E o que de nós ela levou
No vento que embaraçou meus cabelos
E também meus pensamentos
E em tudo que ele trouxe
No seu trajeto Perpendicular ao Sol
Nos Instantes que valeram
E no que aprendi com eles
E no que construí neles
No que farei com os Instantes futuros
Que virão em conseqüência desses
Que foram embora junto com
As chuvas e Os ventos
Desse passado Novembro.
Foto: Lourdes Guedes
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nov
28

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nov
26

Como podes julgar alguém?

Continuas vivo…
Errarás também!
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nov
25

Quando eu era criança
Todos perguntavam
“o que você quer ser quando crescer?”

Quando eu era criança,
Ficava perguntando a mim mesma
Por que todos queriam isso saber…

Parecia uma pressa danada
Nem grande eu queria ser!
Só criança, brincar e mais nada…

Era a única coisa que eu sabia fazer.
De tantas perguntas
Já nem queria crescer!

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nov
24
Feliz Meu Ano Novo Pessoal!

nov
24


Amigo:
– ai amiga, 30, né… o meu também tá chegando, arrasado… e vc como se sente? (esperando uma resposta negativa, não por mal, mas…)

Euzinha: – Tô óóóóóóóóótimaaaaaaaaaaaaaa!!!! Afinal,são 30, né?! hahahahahha!!!!

piadinha infame

amiga: – Nossa Kia, 30 já né?… Tá ficando velhinha…rs
Euzinha: – Pois é né amada… eu tenho 30, você terá…ou não! hahahhahahahaha

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nov
22
Queria te colocar em escritas palavras
Tudo isso que aqui dentro mora
Mas nelas existe uma certa demora
Ate que a percepção se faça

E é nessa combinação de sentidos
Que me reconheces em meu mais puro significado
Eu, meu ser, isolado
Separadamente a ti oferecido

Na tua presença, seria através da tua audição
Aguçados por todos os teus outros sentidos
Que minha palavra encontraria toda significação

Impedindo que um deles engane teu coração
A possibilidade verbal será apenas a via
Que te dará por completo, minha maior expressão.

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nov
21

Love is a cliche, but it works!

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nov
20
Uma vez me apaixonei, perdidamente. E preciso explicar que o perdidamente não é apenas força de expressão, me perdi mesmo, nunca havia perdido nada, nada, absolutamente. Metódico que só eu, tinha um mapa de minhas coisas de casa e do trabalho como num GPS última geração em minha cabeça, e sempre me orgulhei muito disso. Não chegava a ser doença, pelo menos não mais, depois que mandei embora a empregada porque ela colocou minha camisa amarela de trabalho junto com a roxa de passeio, achei que estava na hora de procurar terapia e há dois anos já deixava os legumes verdes misturados com os vermelhos… Eu ainda era solteiro, dava pra ser doido assim.

Dessa vez, me apaixonei. Claro que não foi apenas daquela vez, mas dessa que estou falando foi paixão pra escrever um livro, mas como não sou escritor, vou escrevendo assim mesmo, sem muita lógica . Eu amei minha mulher, amei muito, mas paixão, ah, paixão foi aquela. Nunca falei sobre isso com ela, mas acho que ela sabia, afinal, ela era muito esperta e me conhecia como ninguém. É, não foi preciso falar sobre isso não, meu amor era dela, mas paixão, ah, paixão foi mesmo aquela.

Então eu me perdi. Não sabia onde colocar meus pensamentos, imaginem as coisas. Esquecia tudo, bem como não lembrava de nada. E não é redundância não, é a pura verdade. A coisa era complicada, eu pedia o pão e esquecia de pagar, eu esquecia, em qualquer lugar o celular, e eu já falei, nunca esquecia nada. De repente minha casa parecia ter um buraco negro, meus CDs já não estavam no lugar, que dirá em ordem, não existia mais ordem alguma. Perdia tudo, inclusive a hora, a hora que passava devagar quando estava com ela. Tinha vontade de perguntar se essas coisas aconteciam com ela também, mas era demais, era admitir. Admitir que eu estava apaixonado, perdidamente… Um dia, deixei o perfume dentro da geladeira. Foi quando eu percebi, estava louco! loucamente, necessariamente louco, por ela! O perfume na geladeira foi demais, isso tinha que acabar. Mudei, me policiei o quanto pude, antes que saísse do controle (já tinha saído, mas eu precisava voltar). As coisas melhoraram, tanto que até falei pra ela, e ela, ela apenas sorria. Ela sorria porque não sabia do perfume na geladeira, tenho certeza que teria me achado varrido e talvez pensasse em me deixar, ou seja, eu não podia falar tudo. As coisas melhoraram, eu continuava tonto e meu GPS cerebral só apontavam pra ela, mas já não esquecia as coisas dentro de lugar nenhum.

Quando minhas angustias sobre não me pertencer mais, não mais me afligiam, acordei bem, me arrumei e fui trabalhar. Contente, estava apaixonado, mas ainda sabia de mim, pelo menos essa certeza eu tinha, sabia de mim e onde havia deixado o perfume. Cheguei no trabalho cedo e pra meu espanto senti que as pessoas me olhavam diferente. De repente eu era quase popular. Aquilo não era normal: “Oi Waldir, estas mais magro!”( e eu havia engordado), “Hum, roupa nova, eim?” (e era apenas minha camiseta vermelha de trabalho), “Nossa! Lentes de contato, é?!”(e era apenas minha única herança, um par de olhos verdes de minha vó portuguesa), entre outras. As pessoas estavam falando comigo mais que o usual e eu falava com elas e sorria, isso não era um bom sinal, “ah meu Deus, preciso voltar com minha fama de mal , pelo menos a de mal humorado” pensei, mas um sorrisinho ridículo não saia dos meus lábios. É, eu estava apaixonado. Perdidamente e já me achado.

Quando assumi minha paixão, descobri que eu, definitivamente, não era bom nisso , e ela? bem… Ela me parecia tão acostumada, que resolvi imitá-la. Ela não era a mais bonita, mas transpirava paixão. Era isso que eu nem sabia que procurava. Uma dia ela me olhou sem dizer nada e eu percebi, não agüentaria, tinha que voltar pra minha vida, pois aquela era muito colorida. Voltei. E é claro que ela não entendeu. Nunca mais fui tão preto e branco como antes…

Uma vez me apaixonei. Tive medo. Pensei que assim não teria sossego… A verdade é que agora, não mais em segredo, dessa paixão, minha alma não tranqüilizei.

p.s.: é amigo, a história é sua, o floreio é meu.

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nov
19
As vezes tenho a impressão que você pode escutar meus pensamentos. Me dá um frio na espinha. Não que você não possa conhecê-los, você sabe, eu sempre acabo te contando mesmo… Mas é que saber assim, quando eles ainda estão em processo de maturação aqui dentro… Pode te fazer ficar com medo, não deles, mas sim de mim.
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nov
19

Faltando algumas últimas páginas do livro. Parei de ler. Por quase uma semana, ou menos, ou mais. Foi quando percebi que era saudade, antecipada, do personagem.
Voltei a ler. Livros, como outras coisas precisam de fim.

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nov
19
Nas conversas através dos blogs, na maioria das vezes, nos apresenta pessoas bem interessantes (bem como o contrário também é verdadeiro), e claro que seus comentários o acompanham e a gente tenta responder, mas nem sempre o retorno é eficaz. Conversando com a Ro Pavulagem, ela me deu a idéia simples, mas que eu ainda não tinha pensado, de fazer uma enquete sobre o assunto.
Então é isso, simples assim, você me ajuda a melhorar nosso contato, votando na enquete aí ao lado. Ah, e um Bom Dia!!!
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nov
17

Gosto mesmo é assim
Abusando e tentando as formas
Tomando tuas horas
Pare que estejas sempre olhando pra mim!
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nov
14

Não quero palavras,
não agora,
nessa hora pálida.

Preciso apenas de uma saída…
Não a morte,
Apenas uma passagem
só de ida.

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nov
13
Leiam isso (aqui) e tirem as próprias conclusões!

Não é a primeira vez e infelizmente não acredito que será a última. Sobre o plágio na internet, não há muito o que fazer nem dizer. Sabemos o básico e mais importante, que o plágio é burrice, falta de criatividade, crime e antiético. E não são banners digitais que farão com que os burros, sem criatividade, imorais e caras de pau plagiários sintam-se compelidos a não agir…
Esta ainda tentou disfarçar, introduzindo palavras dela, mas eu não preciso dizer aqui o que é o plágio. E não foi nem de um post específico não, foi o meu perfil aí ao lado.
Mas quem sabe eu não recebo um e-mail dizendo que foi apenas um esquecimento a respeito do crédito, ou ainda um retificação do texto com as devidas aspas e referência… Afinal, ainda teimo em acreditar no melhor das pessoas.


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nov
11


Escrevi uns versos, mas eles ficaram incompletos. Ficou faltando umas idéias, as quais também não ficaram claras. A estrutura continua lá, e toda vez que tento moldá-los à uma nova idéia ou palavra, a coisa toda fica mais inacabada. Parece-me que continuar seria uma forma de mascarar o fato de que não dá pra terminar algo que não tem mesmo fim. Tive que procurar por coisas, pessoas, lugares e mais outras coisas que não tivessem fim. É que eu aprendi que tudo tem fim, sempre. Começo, meio e fim. Mas me lembraram daquela outra máxima de que sempre e nunca são coisas que nem sempre, bem como nem nunca são sempre. Pensei ainda que se não há fim pode ser que nem sequer tenha existido um começo. Resolvi deixar pra lá, mas constantemente eles vêem me pedir uma conclusão, nem que seja a morte… Ainda não tive coragem – ou seja lá o que for – para matá-los. Escreverei outros versos.

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