
De novo
O novo
Chega
Encarar o novo
De novo? Assusta
Do novo, surpresa
Sem pressa
Pra que de novo
Um outro novo se ajuste
De novo
O novo
Começa.

De novo
O novo
Chega
Encarar o novo
De novo? Assusta
Do novo, surpresa
Sem pressa
Pra que de novo
Um outro novo se ajuste
De novo
O novo
Começa.
Pra quem não sabe muito a meu respeito, duas de minhas grandes paixões sempre foram o QUEEN e os MUPPETS:
E quando vi esse vídeo, no qual junta os dois, eu simplesmente pirei. Vale muito a pena assistir! Mesmo!!… Bora, pára de graça, aperta ai no play logo!!!!
Ele não quis escolher a função, acumulou… desempenhou tanto o papel de sujeito como de complemento, mas não complementou a coisa, somente a pessoa. E eu, não designei nada, nem como pessoa… nem coisa alguma. Apenas falei em mim, quase só pra mim, irresoluta, que estava extinto:
Ele.
Ele, hesitante, foi… E, quase tentou querer voltar.
Semestre passado, jornalista, poeta e blogueira Alcinea Cavalcante, me convidou pra participar de uma seção em seu blog que é a “diga aí!”, seria um texto pequeno, falando qualquer coisa desde que tenha alguma relação com Macapá. Que podia ser uma saudade, uma lembrança, um lugar, um acontecimento… Até previsão. Imagina! Claro que disse SIM, e o texto então foi publicado em seu blog. Hoje, lembrado por minha irmã, resolvi postar aqui também.

“Não sei se vocês concordam comigo, mas acho o macapaense um povo bastante nostálgico. É só ligar o rádio num fim de semana qualquer que escutamos quase que em todas as emissoras, programas como flash back, amnésia, entre outros. Pra quem me conhece sabe que nostalgia não é o meu forte, é claro que tenho saudades como qualquer um outro, mas nem de longe posso me considerar uma pessoa nostálgica. Mas entre meus amigos mais próximos em Macapá, temos uma brincadeira que poderia ser chamada de “a nostalgia”, e foi dela que eu lembrei quando a Alcinéa me mandou o convite pro “Diga Aí”:
Tudo começou numa tarde quando liguei pra um amigo e perguntei onde ele estava e ele sem saber dizer ao certo o nome da rua, saiu com essa: “Aqui na Dubom, bem na frente do Cine Palácio!” e claro, morri de rir, até porque foi bem eficaz, vez que soube na hora onde ele estava. Depois disso, virou brincadeira constante falar nomes antigos de lugares e bairros de Macapá que não existem mais, ou até mesmo de pessoas que já se foram, mas com todo respeito, é claro.
Pra citar alguns exemplos: “Fulano, estou indo lá pras bandas do Supermercado Rorró ou do Bronzwick , quer carona?”, “Vou na casa de um amigo meu, fica na frente da Cobal!”, “Vamos tomar um suco no gato Azul ou lá no Tipiti”, “Ciclano mora ali no bairro alto…”, eu mesma digo que “meus pais são vizinhos do Seu Veridiano”… E por aí vai.
Claro que tem algumas das quais eu só sei de histórias contadas lá em casa pelo Seu “Hernani da Farmácia”. Quem é daqui sabe de tudo que estou falando, e deve estar rachando de rir. Mas engraçado mesmo é ver a cara de quem não é daqui ou mesmo dos mais novos que perguntam com cara de espanto “O Que?!!!” (rsrsrsrs).
No entanto, é uma boa maneira de começar uma gostosa conversa sobre Macapá com aqueles que não sabem onde é nenhum desses lugares que falei. Assim a gente vai perpetuando a Macapá de outros tempos… E como dizia o Seu Waldir Carrera: E tenho dito!” rs
”
Eu Já fiquei um dia inteiro numa fila fdp, no sol, com fome, com sede e tendo que dividir o pequeno espaço da calçada com uma multidão pra assistir um show de rock no Morumbi, é um horror… Um verdadeiro horror!
Eu já corri feito louca pra pegar um lugar lá na frente, no “gargarejo”, em show no mesmo Morumbi, parecia que eu ia enfartar, é igualmente um horror… Um verdadeiro!
E adivinha? Eu fiquei aqui me roendo toda pra passar todo esse horror de novo no show do AC/DC na última sexta em São Paulo!!!
Mas o pior mesmo, mesmo, mesmo, é ter que escutar gente tosca me perguntar se eu não estou muito velha pra querer estar em show de rock… O QUE???!!! Sério mesmo seu Sem Noção???!!! Velho é quem acha que só se pode fazer o que gosta em determinada idade. Deve ser desses que choram quando escutam Flávio Venturini cantando “Linda Juventude”…
Eu queria era ter estado lá, e ter gritado horrores quando Brian Johnson disse: “Não sabemos português, mas falamos uma língua que todo mundo é capaz de entender: rock’n'roll” pois Eu entendo!!!
A “página do MEU livro bom” ainda está sendo escrita, e embora eu não tenha esse clichê da camiseta “eu fui” na minha lista de clichês preferidos, minha linda juventude vai durar o quanto eu quiser!
E você, jovenzinho, deveria ir highway to hell… “I’m on the highway to hell… My friends are gonna be there too!”