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jan
26

Poesia não são palavras escritas, poesia são vivas vidas.

jan
26

A poesia é isso mesmo:

Eu e você

Ele e elas também

Vós então, nem se fala…

Nós mesmos é quem decidimos

Poesia é tudo isso.

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jan
25

Estava conversando com o Gian, e entre um assunto e outro, falávamos sobre escrever sobre nosso próprio cotidiano, a questão da segurança entre outros, foi quando surgiu um item interessante: o julgamento de quem lê. Já falei outras vezes disso por aqui, e embora a gente saiba que não pode agradar gregos e troianos (até porque desconfio de quem agrada todo mundo!) deixamos sempre de escrever uma coisa ou outra com receio de sermos mal interpretados. E lembrei de uma crônica da Martha Medeiros (devoro tudo o que ela escreve) que fala sobre a própria CRÔNICA, e é uma dessas coisas que a gente olha e diz “queria ter feito”, e no meu caso sempre é: “queria ter escrito”!

Os bastidores da crônica

“Uma sociedade plural é muito melhor do que uma sociedade em que todos pensam igual. Sem divergências, nada evolui ? nem o pensamento, nem o país.

Falou em Nova York, é metida. Falou em Ibiraquera, metida a made in Brasil. Colocou palavras em inglês no texto? Nenhum problema, pensam uns; paredón, pedem outros, que palavra em espanhol pode.” Continue lendo aqui

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jan
23

sonho

No porão escuro meu

Há sonhos antigos

Que nunca se deram por vencidos

Nem sufocados

Continuam vivos

Fazem teatro

Interpretam personagens

E histórias verídicas

Por eles mesmos

Vividos.

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jan
23

MicroContando é a nova página do neste Instante! Eles se assanharam tanto e andam por aí ganhando fãs que decidi que eles teriam um lugarzinho reservado, além do que eui simplesmente vou com a cara deles.

Para lê-los clique AQUI, ou ainda na abazinha no topo do blog!

Microbeijos

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jan
22

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jan
21

Amigos devem ser muitos, ou pelo menos alguns mais que dois, assim a gente pode falar sério com um, com outro falar de cinema, e praquele outro fazer confidencias. Sair pra comer com uns, ir pro teatro ou pro salão com outros, rir até chorar, ou sair com aquele que simplesmente te faz bem, só por estar por perto. Sou muito feliz te ter esses e ainda outros.

Nesse último final de semana, fui pra festa com uns, talvez os melhores, dancei, me emocionei, fofoquei e etc também. E quando eu achava que não dava pra ficar melhor, encontrei o Erik (Katana de Bambu) e o León (Iaí León?), que conheci há tempos, por aqui mesmo, através de nossos blogs e sempre que podemos nos encontramos.Mas se você é desses que levam a vida muito a sério, nem adianta clicar no link deles, eles também não estão muito interessados em você…

E como estava em Belém, lá fomos nós pro shopping, sentar, comer e rir… Mas é rir de verdade, não economizar na gargalhada! E é sempre assim quando nos encontramos. Pense numa pessoa anormal, biruta, que não consegue falar sério um segundo e ainda por cima é extremamente inteligente… Pensou? Multiplica por 4, dois de cada um e acrescenta ainda uma dose cavalar de frescura, afetação e jogação! Agora, me coloca sentada falando besteira e rindo com eles. (Pra quem me conhece sabe que devia ter gente por perto com vergonha alheia… Nossa!) Hahaha

Amigués!!! Foi bom estar com vocês, brincar com vocês… Mais uma vez. Beijos apertados e abraços na boca!

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jan
14

Numa entrevista que não aconteceu, O Ivan, do blog Idéia de Jeca Tatu, me perguntou sobre meu interesse por poesia, se teria surgido de repente, mal súbito, ou ainda se os sintomas haviam demorado a aparecer. Ontem conversando sobre poesia, era esse a principal discussão, como e porque, e principalmente por que poesia?…

Sabe que eu nunca tinha parado pra pensar direitinho? Mas sei que não foi mal súbito. Não, não foi. Foi então que resolvi responder a pergunta que não quis calar:

Fui procurar nas memórias da Kiara criança, pois sabe-se que as experiências que mais marcam nossa personalidade estão lá, na infancia . E é interessante quando pensamos nisso, não é?… O menor tempo que passamos vivos define o maior, que é a vida adulta.

Talvez uma das histórias mais interessantes de como um evento na infância pode definir quem somos é do meu pai. Ele é violinista. E adivinha o porque inicial de toda aventura de uma vida inteira dedicada à musica… Quando ele era criança, assistiu o desenho animado “Os três porquinhos”, no qual um dos irmãos porquinhos tocava um instrumento interessante, que ele descobriu ser o Violino! O resto é floreio, e o meu floreio não chega aos pés do floreio que ele sabe dar as suas histórias e estórias.

A maior influência na minha vida, bem como dos meus irmos, é sem dúvida, a música, sou filha caçula de uma família de músicos. E menina moleca, nunca gostei muito de bonecas, a musica sempre me foi familiar e acompanhante. Adorava brincar de cantar, tocar, e até estudei canto e piano, mas isso é outra história. O que interessa aqui é que quando vou buscar na memória o amor pela musica, passa sempre pela atenção que eu tinha pelas letras de tais musicas, todas elas. Gostava principalmente daquelas palavras que eu não sabia o significado e ficava inventando um. Eu gostava mesmo das letras, das palavras e como elas se juntavam. Lembro que foi por isso (e também porque eu havia desistido de lutar judô) que quis estudar inglês, queria saber o que palavras eram aquelas nas musicas que eu gostava… e cantava.

Mas não parei aí, isso ainda não respondia completamente o porque poesia.

Procurei na memória o primeiro livro que li, pra pensar em minhas influências, coisa e tal. Mas procurei muito mesmo, não achei. Cheguei a conclusão de que fiz isso inconscientemente, esqueci meu primeiro livro de verdade e como uma boa moleca traquina, coloquei no lugar um outro livro, um livro de poesia, tenho certeza disso. Foi isso! Troquei nas gavetinhas da minha memória o primeiro livro que li por outro, um que gostei mais. A gente faz esse tipo de seleção com as coisas que gostamos o tempo inteiro, a única diferença é que como adultos temos consciência de que fazemos isso inconscientemente… Então ficou assim, fui buscar na memória o porque de poesia, achei meu primeiro livro, era de Poesia: Livro “Para gostar de Ler ” volume 6 – Poesias. Editora Ática – 1980, do qual falo num outro post em que fiz um poema em homenagem a ele, esse aqui. Na época desse livro, eu já gostava de ler, por isso sei que não foi meu primeiro livro, sei disso porque fui, nessa mesma época, presidente do clube de leitura da escola primária.

POESIA_PURA-1

Henriqueta Lisboa, Mario Quintana, Cecília Meireles, Vinicius de Moraes entre outros recitaram pra mim naquele livro. Tenho-o ainda hoje, meu tesouro. Sei de cor, de coração a seqüência dos poemas. Foi nessa época também que comecei a trocar o restante das bonecas pelos livros, principalmente depois de ler Lobato (sobre esse episódio aqui).

…“Só sei que foi assim…”, exatamente isso: juntei tudo, a música e a palavras (principalmente essas). Letras, rimas, combinações de sons,  timbres e compasso, ou seja, a poesia fazia muito sentido. Ela tinha tudo isso! Não me admiro que Mario Quintana, Henriqueta Lisboa e Cecília Meireles estejam na lista dos meu Quinteto Fantástico! Afinal, eles me colocaram pra dormir. Cantaram pra mim. E eu sonhei poesia.

jan
12

E se você fosse um sapato?

Que sapato seria?

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E se você fosse um vaso?

Que vaso seria?

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E se você fosse uma plantinha?

Que plantinha seria?CIMG3706

Se eu calçasse um sapato encantado, útil  e delicado

Como vaso legal e colorido

Eu seria uma plantinha feliz. No mínimo bem vestida!

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Imagens: Arquivo pessoal.

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jan
11

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jan
10

Quem se importa com o “feliz para sempre”?

Eu não!

Quero somente o “ser feliz”, e pode ser por enquanto que assim vou adiando a infelicidade.

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