Estava conversando com o Gian, e entre um assunto e outro, falávamos sobre escrever sobre nosso próprio cotidiano, a questão da segurança entre outros, foi quando surgiu um item interessante: o julgamento de quem lê. Já falei outras vezes disso por aqui, e embora a gente saiba que não pode agradar gregos e troianos (até porque desconfio de quem agrada todo mundo!) deixamos sempre de escrever uma coisa ou outra com receio de sermos mal interpretados. E lembrei de uma crônica da Martha Medeiros (devoro tudo o que ela escreve) que fala sobre a própria CRÔNICA, e é uma dessas coisas que a gente olha e diz “queria ter feito”, e no meu caso sempre é: “queria ter escrito”!
Os bastidores da crônica
“Uma sociedade plural é muito melhor do que uma sociedade em que todos pensam igual. Sem divergências, nada evolui ? nem o pensamento, nem o país.
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Falou em Nova York, é metida. Falou em Ibiraquera, metida a made in Brasil. Colocou palavras em inglês no texto? Nenhum problema, pensam uns; paredón, pedem outros, que palavra em espanhol pode.” Continue lendo aqui






Posso dar palpite? Escreva… porque tem vontade, deixa a palavra sair. Por que não? Realmente não vai dar pra agradar a todo mundo, mas Viva a falta de unanimidade.
Amiga, eu fico a espera…
Lúcido. Adorei.