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abr
27

No dia Nacional do Livro infantil, fiz um post pedindo pra que os leitores do blog deixassem na caixinha de comentários, seus livros preferidos na infância, ou aquele livro que marcou. E claro, que não podia ser diferente, muita coisa boa, e o melhor é que sempre os livros preferidos (principalmente os da infância) não vêm sozinhos, trazem histórias, sejam elas de como ele foi parar em nossas mãos, ou como aquele livrinho que parecia sem importância nos influênciou, ou ainda o porque daquela leitura…

A intenção era de fazer um post coletivo e os livros citados servem também, como dicas!

A Lucélia pegou da casa da avó um livro porque gostou da capa, afinal, pra criança o apelo é sempre visual mesmo, e o livro era “Quando fui morto em Cuba” do Roberto Drummond. O livro de contos não era infantil, mas ela continua apaixonada por ele até hoje.

O Flávio, leu “Memórias de um Cabo de Vassoura”, que era um livro que já trazia a preocupação ambiental. E o melhor foi que ele disse que ficou de relê-lo. Não disse que a brincadeira era boa?!

A Zany leu o livro de contos dos Irmãos Grimm.

A Paula, minha prima, disse que seus livros preferidos da infância foram “Poliana” e “Poliana Moça”, e que tentou e tenta durante a vida toda, fazer o jogo do contente, mas como é difícil! rs. E advinha de quem deu os livros pra ela ler???? Quem, quem??? Euzinha! Eu amava  “Poliana”, mas confesso que odiei “Poliana moça”. Mas olha só Prima, você não está só, o jogo do contente é difícil mesmoooo, nós adultos deveríamos tentar jogar mais eim?

O Roberto, também gostou de “Pollyana”,  “Jardim Secreto” e o “Pqueno Príncipe”, mas contou que o primeiro livro que o fisgou irremediavelmente, foi “Férias em Xangri-lá” da Teresa Noronha. Gostei da palavra que ele usou: irremediavelmente!

O Marcelo leu aos 9, “Alice no país das maravilhas” e ficou encantado ( dá pra ficar menos com esse livro? Não né!), e ainda era ilustrado! Tem na memória também o conto “O lenhador e a princesa”.

O Erik adorava “Meu pé de Laranja Lima”. E como sempre dramático e passional disse: “ai, como eu odiava a Jandira!” hahaha. A Alessandra também adorou esse mesmo livro, mas diz que “O pequeno Principe” marcou, que ganhou de sua mãe quando ela se separou de seu pai.

Pra Lizandra, o livro que marcou sua infância foi “O Escaravelho do Diabo”da Lúcia Machado de Almeida. Que já gostava de ler na infância e que a paixão pelos livros continua até hoje.

E ainda a Bruna, que gostava doa clássicos que vinham co cassetes numa embalagem da Xuxa. Mas não se preocupa Bruna, não sendo o livro dela tá valendo! Rsrs. Seus preferidos eram “O gato de Botas” ( eu adorava também!) e “Os cisnes selvagens”. Mas seu livro de “estimação” foi “O livro das virtudes”, ela conta que andava com o livro pra todo lugar lendo para as pessoas! ( Que fofo!). E ainda completou: “Esse livro é indicado para todos os pais lerem e depoius elerem para seus filhos”.

O meu livro preferido na infância? Quem lê o blog com frequencia já sabe, falo sempre nele. “Para gostar de Ler – Vol.6 – Poesias”. Sei de cor todos os poemas e a sequencia deles até hoje!

Pronto! Muitas dicas de leitura eim?! Eu adorei mesmo saber dos livros da infância de vocês. Fiquei com vontade de ler os que não li. E sabe, ler livros infantis quando adultos é muito bom. Sério! A gente esquece de coisas deliciosamente simples. E ainda dá pra lê-los bem rapidinho sem atrapalhar a leitura que estamos fazendo no momento. Qua tal? Aí a gente pode fazer outro post coletivo, né!

Ah, e se você não contou no outro post sobre seu livro preferido quando criança, esse post aqui ainda é pra isso! J

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abr
20

Das metáforas que não usei

De todas as que apostrofei

Nada

Em inversão nem se fala

De tudo tentei


Tentei até prosopopeia

Mas nem mesmo

A persuasão das entrelinhas

Faz uma palavra

Mudar de idéia.

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abr
20

Recebi esta foto de um Amigo há tempos e hoje reencontrei. Músicos da mpb numa fóto histórica. Cliquem para ampliar e deliciem-se. ;)

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abr
19

Desde que mudei do blogspot, o Neste Instante ficou sem algumas ferramentas que eu gostava, é bem verdade que ganhou outras, mas uma delas era a de seguidores, que permite que os leitores do blog tenham as atualizações do NI, na comodidade de seus paineis de controle…

Não tinha, passado, agora tá aí do ladinho, a ferramenta que tanto procurava pra colocar por aqui, rs. Fica mais fácil pra mim quando sigo os blogs que gosto, e claro que fica mais fácil pra vocês também, além do que já tinham me pedido que colocasse, então o que vocês não pedem que eu não faço? Só o que eu não sei fazer! rs.

Beijinho e sigam-me os bons! :)

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abr
19

Essa semana, presenciei um ato de covardia absurda no trabalho. Mas o pior mesmo é quando comportamentos covardes vêm seguidos pela surpresa de ter sido praticado por pessoas das quais não se espera.

Sim, me afetou. Mas o que ficou mesmo, pelo menos pra mim, foi a reflexão a respeito do assunto. Covardia. Na minha criação, assumir um erro, voltar atrás ( não importando o tanto que você tenha andado no caminho enganado), encarar de frente, sempre foram pautas sem muito espaço pra discussão, ou é ou não é.

Lembrei de uma frase que escutei ha alguns anos de um professor na universidade:

“A consciência vale por mil testemunhas.” (Quintiliano)

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abr
18

O Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, foi implantado em 8 de janeiro de 2002. A data foi escolhida por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da literatura infantil no País. O Sítio do Pica Pau Amarelo é sua obra mais conhecida.

Sobre Lobato, fiz ano passado esse post AQUI.

Eu fui, sou e continuarei sendo uma Tia chata. Sempre o presente para os sobrinhos são livros. Na família tem até piada com isso, mas não me importo, eu deixo o resto da família ser “legal” por mim. “Mas minha vingança será maligna”… Outro dia fiquei morta de orgulhosa e metida, um de meus sobrinhos adolescentes veio me dizer que leu um livro e empolgado, alugou o filme e ficou decepcionado, e com aquela interrogação “por que o filme nunca é tão bacana quanto o livro”. Expliquei que cinema e literatura são duas artes distintas, e que é muito provável que ele pudesse ter gostado do filme se não tivesse lido o livro e demais etcs que norteiam essa diferença.

Mas não me contive, cada um puxa a sardinha pra onde quer e a minha sardinha gosta de literatura e muito de poesia, tive que terminar a explicação com um: Você gostou mais porque não há nada tão bacana a literatura. A literatura salva! rs.

E você, lembra de algum livro hoje que leu quando criança que ficou na memória? Conta aí na caixinha de comentários, depois faço um post com os livros da infância de todos, vai ser uma delícia!

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abr
13


Confissões são quase sempre sonhos de liberdade
E o conceito de liberdade é tal qual o de felicidade
Sempre lutando com o de realidade

O eterno dilema: seguir o coração ou a razão?
Ansiando o dia em que se encontrarão
Deixo aqui uma pequena confissão:

Em realidade, e para felicidade em liberdade
Há somente dois tipos de beijos
Os beijos e os beijos de verdade.

13 de abril – Dia Internacional do beijo. O que estás fazendo aqui? Vai beijar! ;)

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abr
13

“Damas de Paus” é a mais nova comédia da Cia. Teatro do Riso, que estará em cartaz a partir desta sexta-feira (09), e ficará o mês inteiro no Teatro Porão do Sesc Araxá, todas as sextas e sábados, sempre às 20h00.

SERVIÇO
PROJETO VAMOS COMER TEATRO
Espetáculo: DAMAS DE PAUS
DIAS: SEXTAS E SÁBADOS DE ABRIL
LOCAL: TEATRO PORÃO/SESC ARAXÁ
HORA: 20:00
PREÇO: R$ 10,00 INTEIRA
R$ 5,00 ESTUDANTES, COMERCIÁRIO E DEPENDENTES

abr
12

Você não deve lembrar daquela palavra, que dizem, ter morrido. Ninguém mais falou nela… Desaparecida talvez, do contrário não faz sentido.

Palavras não morrem, viram gentes.

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abr
09

A dica de livro dessa semana é “O fio das missangas”de Mia Couto.

Eu não conhecia Mia Couto contista, só o poeta. E o que descobri? Que Mia Couto é mais poeta quando conta! Dono de um lirismo fascinante, usa e abusa das metáforas, e o mais importante, não é poeta/escritor que escreve pra escritores (ando farta desses).

Os 29 contos são breves e sempre com uma aparente desimportância cotidiana, cercada por personagens simples. E é aí que Mia Couto deixa  a mostra toda sua sensibilidade, narrando com voz/narrativa feminina, costurando o existencialismo com suas missangas poéticas.

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abr
08

Quando da única coisa que restou

Daquele então, chamado amor

Foi a possibilidade dele…

A única coisa que me resta

Depois do conhecimento

Dessa absurda ambigüidade,

É saúdá-la:

Inevitável saudade.

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abr
07

“Hoje eu sei
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciência
E juventude
Tá em casa
Guardado por Deus
Contando vil metal…”

Papai e Mamãe.

tem melhor? ;)

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abr
05

Não, “pesadelo no cinema” não é o nome de nenhum filme em cartaz, e mesmo que fosse, não me parece um título muito interessante, com esse nome, mais parece um filme B, no máximo.

Mas pesadelo no cinema não é tão difícil assim de acontecer. Especialmente se você mora numa cidade onde os dois únicos cinemas já são os próprios, pesadelos… Ir ao cinema só é considerado mesmo em caso de falta de opções, o que não é muito difícil imaginar com o afirmado acima. Aquela animação “oba! Hoje vou ao cinema” só rola mesmo quando é aquele filme, com aquele ator/atriz, daquele aquele diretor e aquele roteirista e é aquilo que você estava esperando, fora isso, só puro tédio, vontade de sair de casa a todo custo, briga com namorado(a) ou ainda (como faço) “aquele tempinho pra ficar sozinha”, eu por exemplo, adoro ir ao cinema sozinha, e vai ficar fácil descobrir porque nos próximos parágrafos.

Passada essas considerações a cerca da inevitável irritação de ir ao cinema nessas circunstâncias (leia-se: em Macapá City, onde moro) irritante mesmo são os tipos que encontramos lá. Seria trágico, se não fosse cômico, ou o contrario, que é igualmente verdadeiro. E há muitos tipos irritantes…

O Atrasado, que fica em pé procurando um lugar, dois se possível, pra ele e pra tchutchuca dele, pede licenças a cada 3 segundos e fica perguntando se perdeu muito do filme. – Grau de irritação: 5. Freqüência maior: Em comédias românticas.  Mas esse nem chega a irritar tanto, pois pode acontecer com qualquer um.

O Abusado, que coloca o pézão no banco da frente, esse já sobe no grau de irritação uns bons pontos. – Grau de irritação: depende de onde ele colocou o pé. Freqüência maior: Todos os gêneros. O Abusado se desdobra em vários outros tipos irritantes. O grau máximo que um Abusado pode chegar é O Cara do celular.

O Cara do celular brinca com a vida, porque sei que todos vocês, assim como eu já quis matar um! O Cara do celular é colecionador de adjetivos: sem noção, mal educado, ridículo, ignorante e por aí vai.

O falador, foi pro cinema pra bater papo, ou seja, confunde-se também com o Sem noção.  – Grau de irritação: depende também se ele sentou do seu lado ou não, vai de 5 a 10. Se esse for abusado ou ainda exibicionista, querendo que todos no cinema o escutem,pode quebrar o termômetro de irritação.

Tem também a molecada que grita em cenas de sexo principalmente (mas aí o risco é seu em escolher uma sessão lotada de adolescentes). Grau de irritação: 7-9. Freqüência: Comédias românticas, filmes de ação, sábados, quando os pais o deixam sair.

Ah, sim, os Apaixonados, que de tão apaixonados não se conformam em se agarrar no cinema, o que acho absolutamente “digno!”, mas fazer barulho beijando é demais. Grau de irritação: 6. Frequencia: Depende do tempo de namoro, se for o primeiro dia, sai de baixo que pode chegar a 10!

Existem muitos, e como falei, eles ainda se desdobram em mais e mais, tem ainda o comilão, o roncador e etc, etc e etc e tals. Mas nenhum desses me irrita mais do que aquele que chamo de irritador Mor: O narrador!

O narrador é o cruzamento do falador, aprendiz de vidente charlatão com o Sem noção (este último encontrado não só no cinema, e que vem povoando o mundo com uma rapidez incrível!).

O pior é que o Narrador fez um pacto com Murphy e o combinado foi: Todas as vezes que a Kiara for ao cinema, ela escolherá o acento ao meu lado. E assim se deu. Tenho a sorte (a má) de sentar sempre, eu digo sempre, do lado do Narrador. Antes eu tinha até aliado, mas hoje meu marido nem se irrita mais, ele ri, ri da minha cara, sabe que Murphy não me perdoa mesmo!

O filme rola e alguém pega uma faca e o narrador diz: “Ele pegou a faca!”, vai rolar uma perseguição e ele: “Olha, o carro em alta velocidade”, A muher se aproxima do carinha e no fundo a trilha é romântica e ele solta: “Eles vão se beijar” e quando isso acontece, ele não se contém: “Não disse!”. E ele não pára. O protagonista morre e ele diz num tom de triunfo: “ele morreu!”. “Eles estão brigando”, “A casa é mal assombrada”, “O carro é o modelo tal, ano tal”…

E eu, eu sigo morrendo. Morrendo de vontade de matar a criatura. Dessa forma, lembrei que tinha um blog e que nele posso mandar também, recados, e aqui vai um pra você:

Querido Narrador, cinema é uma arte áudio-VISUAL. Isso significa dizer que, a comunicação é expressa através da utilização de componentes visuais (imagens, signos…) e sonoros (voz, musica), ou seja, tudo o que pode ser ao mesmo tempo OUVIDO e PRINCIPALMENTE VISTO! Seu desserviço é completamente dispensável e nunca precisado.

Sugiro que segure seus instintos, pois vivemos em sociedade, e essa mesma sociedade me diz que também tenho que segurar os meus, que não posso estrangulá-lo, nem usar de nenhum outro método para assassiná-lo. E o pior é que como meus pais me programaram para ser educada, nem dar uma bronca estou apta. Mas…

Pode ser que o meu “Dia de fúria” chegue, e aí você não estará a salvo. Mas não se preocupe, não haverá sangue jorrando pra todos os lados até empoçar o cinema, pois embora goste demais de matar (em meus pensamentos) no estilo “Kill Bill”, prometo que o mato com o sabre de luz do marido (sim, ele mata na versão jedi). Assim, posso parti-lo no meio e ao mesmo tempo já cauterizar o  corte, vez que tenho muito apreço pelos demais freqüentadores normais do cinema, que gostam de cinema e não querem ter seu filme atrapalhado nem por você, nem pelo seu sangue.

Beijo SE liga!

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abr
03

Era uma festa de palavras ritmadas

E tudo menos aquilo

Aquela des com versa de versos

Se esperava


Nada saiu como o esperado

Versos Brancos chegaram com seus cantos

Mas os Versos Livres deram as costas

Imune a seus encantos


A Métrica já nervosa, se descomporia

O verso já ia ali como reverso, não sibilaria

E Dona Poética já sabia


Os Versos de Pé Quebrado, ora veja

Dançavam contra as regras da Métrica

E Sabem rebolar que é uma beleza

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