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jul
31

A Coletânea de poesias infantis, a qual participo, “15 poetas para todas as crianças” chegou, não hoje, mas infelizmente, depois de uma semana de correria, só agora pude dar atenção a ele de verdade.

O livro é lindo. Super colorido. Se eu fosse criança adoraria, e não estou falando só porque tem uma poesia minha nele não, mas é que ainda lembro do quanto eu gostava das ilustrações de meu primeiro livro que era em preto e branco, imagina!

Essa não é a primeira coletânea que participo, mas tem um sabor especial por ser infantil. Já contei aqui que meu primeiro livro, meu livro preferido, meu tesourinho, é uma coletânea de poesias Para gostar de Ler” volume 6 – Poesias. Editora Ática – 1980. Foi por ele que fui apresentada ao Mario Quintana e Henriqueta Lisboa, entre outros, ainda lá no ensino fundamental, não estava nem na 4a série ainda. E olhando hoje a forma como escrevo, a maneira como minha imaginação funciona, tem muito haver com aquele meu livrinho inseparável. E imaginar que uma criança pode sonhar com as palavras por causa de um livro ou poema meu, me faz muito feliz.

E como havia prometido, um exemplar será sorteado. Para participar, você precisa ser meu seguidor no twitter (espertinha eu, eim! rs) e tuitar:

Eu quero ganhar o livro “15 poetas para todas as crianças” da @kiaraguedes neste instante: http://bit.ly/b92ek6 . O sorteio será no dia 13 de agosto. Boa sorte!

Pra quem mora desse lado do Amazônas, e livro ficará a venda na Livraria Transamazônica. Espero que gostem, ou que seus filhos, sobrinhos, e/ou a criança que mora aí dentro, goste também!

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jul
26

Cientista brasileiro cria técnica para limpar petroleo derramado no mar.

“Ainda não dá para limpar a mancha monstruosa do Golfo do México, porque falta produção em escala. Mas os vazamentos pequenos e médios estão com os dias contados: já está inventada e patenteada a tecnologia brasileira capaz de limpar o petróleo derramado no mar e ainda acelerar a degradação do poluente recolhido.” Leia +

Inspirador, não? Embora há ainda quem responda que não, aos poucos a humanidade vai entendendo que não dá pra lutar com a Natureza. Dependemos dela, não somos se ela não for!

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jul
25

Recebi por e-mail e achei que devia dividir com vocês porque é muito bacana mesmo. Esse site diz o que estava tocando em 1o lugar nas “paradas de sucesso” (sempre quis usar essa expressão, embora aqui seja literal e não tenha tido o efeito que eu queria!…) no dia do seu aniversário!

Fui conferir e advinha o que conclui, conclui mesmo o que eu já sabia… Não tem jeito, pode reclamar, espernear, fazer cara feia, mas não tem jeito mesmo, eu sou Diva desde que nasci. Dih-Va minha gente! Olha só o que estava tocando no dia que euzinha nasci: MacArthur Park da Donna Summer!

É baby, Donna Summer me batizou e eu nem sabia! Vai  e descobre o teu também!

p.s.: Aloka baixou nesse post, eu sei, mas é que ela sempre pira fazendo cover da Donna Summer, hahahaha.

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jul
25
Enquanto ensaiavas para partir
Dizer adeus
Eu me arrumava para subsistir
Nos braços teus

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jul
20

And when I take the first step across the line, I AM the other side already!

jul
18

Os amantes insistem em dar  aos amados a Lua de presente.

Nunca vi…

E a Lua tadinha, quando cheia, nunca pode ser de sí.

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jul
15

O blog Literaria15 é um espaço dedicado à divulgação de autores brasileiros, além de matérias e dicas sobre Literatura. Conheci ha pouco tempo e gostei muito de seu conteúdo. E depois de ter participado do Poética15, fui convidada pelo escritor Luís Delgado para uma entrevista. E mesmo com uma semana conturbadíssima como essa, de muita correria no trabalho, a entrevista saiu. Confere lá:

Literaria15

jul
14

Se me dizes “vem”
fiques certo que irei
Se pedires “fique”
feliz ficarei
Se afirmares que me queres
Toda tua eu serei
Peço-te apenas
Que em tuas palavras

Haja clareza
Só assim
Conseguirás
Que eu vá, fique e tua seja
Se agires assim
De minha alma
Arrancarás toda beleza

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jul
13

O que eu quero da Vida? Amor e Poesia, Vinho e Rock’n'roll de trilha!

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jul
10

Minha gaveta de alegrias já estava ficando triste de ficar vazia.

Maçanetas novas dão boas vindas as novas alegrias!


Para meu sobrinho Gustavo, com 3 dias de Vida. Seja Bem vindo! Aqui não haverá o quentinho do lado dentro da barriga, mas terá o Amor da Titia! =)

jul
07

Reza a lenda que eu não me choco com nada, ou quase nada. É lenda! Em ano de eleição, descobri, eu ainda me choco com o despreparo, com a intolerância, ignorância, e principalmente com a arrogância de muitos candidatos. Candidatos esses que afirmam querer representar a “minha” voz. Mas pra que isso aconteça, minha voz exige respeito.

Tendo a acreditar que estamos vivendo a era do “Se nada der certo, viro político”. E pelo que nos é apresentado, viram mesmo. Esses são os despreparados e/ou ignorantes de minha lista. Para os quais minha atenção é mínima – pelo menos enquanto são apenas candidatos -, uma vez que não os reconheço como possíveis “representantes”.  Mas são, infelizmente, dignos de minha comoção quando são eleitos, sinal de que representam muitas vozes, que é obvio, serão desrespeitadas.

E seguindo a lista, os intolerantes/arrogantes. Que podem ser ou não, também, despreparados. Para os quais um pensamento, se não for o deles, é descartado, ou ainda pior, é contra eles. Crêem que sua filosofia ou idéias políticas são as únicas corretas. Geralmente bombardeiam o eleitor com o discurso no qual, a palavra democracia, pasmem, aparece quase como seus próprios sobrenomes. Podem não fazer parte do mesmo partido, mas jogam todos no mesmo time.

É claro que a efetiva democratização dos Estados é diretamente proporcional à capacidade intelectual dos indivíduos. Num pais onde o déficit educacional é maior que qualquer boa vontade política de mudança, presumo que ainda não será agora que poderei dizer “não me choco com nada”… E não será mesmo:

Ao ser perguntada sobre meus candidatos por um político, e dizer que ainda não havia decidido, recebi um sarcástico “em que mundo você vive?”… Mas aprendi que ninguém pode dar o que não tem, e eu tenho educação, sorri e não respondi. Eis que, semanas depois, um outro candidato, me ofende  por “brincar de fazer versinhos” e não falar de política, e que quando faço isso deixo de ser uma mulher inteligente e politizada para me juntar ao restante da corja alienada de nosso Estado. – E antes de qualquer outra consideração, devo dizer que a maior ofensa pra mim, foi o texto pobre e mal redigido em que isso foi dito.

Arrogância pouca é besteira! Até mesmo minha educação me mandou rir. As vezes a política, e aqui também falo da política local, me faz lembrar “Nas dores do Mundo”, em que Schopenhauer afirma que “nem todos os loucos ou burros são fanáticos, mas todos os fanáticos são loucos e burros.” Mas seria mesmo preciso chamar Freud, já que Schopenhauer não fala de causa… Desculpem os mais sérios, mas faço pouco de vocês, nunca levei a sério quem se leva tão a sério assim. Por não confiar, desculpem-me outra vez.

Minha discrição virou alienação política. Ser poeta me tornou burra! Vai ver minha mãe esteja certa quando diz que precisamos ficar atentos pra não perdermos a estação em que os valores trocam de trem.

Pelo que lembro, ainda sou capaz de me orientar politicamente conforme meus próprios interesses. Por um lado, me interesso pela política de meu país, e do outro, não creio na operosidade de instrumentos inoperantes, nem acredito em salvadores de pátrias. E principalmente, não me recuso a raciocinar, decidir e traçar meu próprio projeto de vida. Não compreender o significado disso tudo, bem como o sentido que possa ter, é realmente o conceito de alienação política!

Esse político se referia, talvez, à época em que eu tinha carteira de filiação em partido político, e que até mesmo advoguei para aquele… Meus motivos pessoais não dizem respeito a ninguém, mas é interessante quando alguém nos dá motivos (fortes como os que cito aqui) para nos fazer perder o respeito. E o melhor da vida é mesmo isso: poder fazer escolhas, e saber que amanhã, ou depois de amanhã, minha “voz”, aquela que esse ano todos querem representar, seja pronunciada em outro timbre. Talvez com palavras “filiadas” em versos, afinal, poetas votam, e fazem votar.

jul
06

Que tal um café

no fim da tarde?

De todas as tardes

até a ultima…

tarde?

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jul
06

The Secret Life of Words. Realização: Isabel Coixet. Elenco: Sarah Polley, Tim Robbins, Javier Cámara, Eddie Marsan, Steven Mackintosh, Julie Christie, Leonor Watling. Nacionalidade: Espanha, 2005.

Depois de ter representado uma doente em fase terminal em “A Minha Vida Sem Mim”, a atriz Sarah Polley volta a juntar-se a Isabel Coixet para o segundo filme em inglês da realizadora catalã, “La Vida Secreta de las Palabras”.
O filme não é lançamento e nenhum Blockbuster. E eu nem sei mais quantas vezes já assisti, mas é que  ele é daqueles filmes que mesmo tendo visto, você sempre para e fica lá…
A primeira, fui ao cinema instigada pelo título do filme, que já é inspirador por sí só, e foi muito mais do que esperava. O filme é de uma sensibilidade assustadora, profunda e ao mesmo tempo simples e bonita. É um filme lindo mesmo, com uma dosagem perfeita de cinismo, melancolia, simplicidade, alegria e humor. A trilha sonora é sensacional, as atuações de Tim Robbins e Sarah Polley, principalmente, são desconcertantes, belíssimas, assim como as de todos os demais integrantes do elenco.
Li alguns comentários de que o narrativa seria dispensável. Pra mim foi de uma abordagem muito sincera.

Trailer:

Frases memoráveis:

Josef: I thought um, you and I, maybe we could go away somewhere. Together. One of these days. Today. Right now. Come with me.
Hanna: No, I don’t think that’s going to be possible.
Josef: Why not?
Hanna: Um, because I think that if we go away to someplace together, I’m afraid that, ah, one day, maybe not today, maybe, maybe not tomorrow either, but one day suddenly, I may begin to cry and cry so very much that nothing or nobody can stop me and the tears will fill the room and I won’t be able to breath and I will pull you down with me and we’ll both drown.
Josef: I’ll learn how to swim, Hanna. I swear, I’ll learn how to swim.

Não traduzi e explico porque: o sotaque interpretado nesse filme faz toda diferença.

Ah, as palavras, sempre elas!

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jul
04

Uma revista aberta no meio da sala, tinha em letras negritadas em rosa o título: “Vocês são amigas ou colegas? Faça o teste!”, peguei para ver a capa e nenhuma surpresa: Capricho. Era da sobrinha, adolescente. Deixei de volta. Mas foi o suficiente pra ficar pensando na pergunta enquanto tomava um copa d’água.

O tempo passa e a idade avança e a maturidade, pra alguns, até chega, mas algumas coisas continuam iguais, iguais a quando somos crianças, mesmo que a maioria diga não lembrar, iguais a quando somos adolescentes.

Será? Não sei com certeza, mas o que sei é que algumas questões continuam lá, IGUAIS, e pior, com a mesma cara de urgência de um teste com alternativas de “a” a “d” numa revista adolescentemente ordinária!

… E insistimos em dizer que nossos outros assuntos são tão mais importantes. Ah, esses seres estranhos, os adultos!

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jul
04

Qualquer dia desses

chegarei de surpresa,

numa terça-feira,

as 15:40,

você também escutará

o barulho

de minha velha lambreta.

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jul
04

Na disputa intelectual, quem tem a última palavra é sempre a Controvérsia, uma senhora de gênio forte que não se abala com que lado deve ficar.

na foto: Dona Controvérsia e uma amiga.

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jul
04

‘Cause I have no difficulty in saying I love you.

“Moon River”

music by Henry Mancini, lyrics by Johnny Mercer

Moon River, wider than a mile,
I’m crossing you in style some day.
Oh, dream maker, you heart breaker,
wherever you’re going I’m going your way.
Two drifters off to see the world.
There’s such a lot of world to see.
We’re after the same rainbow’s end–
waiting ’round the bend,
my huckleberry friend,
Moon River and me.

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jul
01

Tento fazer um

mas a palavra me trai

Fico louca,

louca do meu Haikai.

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jul
01

#Muita coisa acontecendo, novos projetos profissionais em andamento e uma reforma tem sido o foco de minha ansiedade ultimamente. Mas o mais engraçado disso, é que são nessas épocas de “vucu-vucu” que eu mais produzo, digo, literariamente. As palavras insistem em me tirar pra dançar bem na hora que preciso de concentração para planilhas e relatórios. Conclusão: centenas de anotaçõeszinhas, crônicas pela metade e outros tantos versos incompletos… Deve ser coisa de gente ansiosa… Vai saber.

#Depois da “revolução da fé e possessão”, essa semana foi a vez do “DAS AÇÕES DO DEMÔNIO” querer ser meu amigo no orkut. Muito medo! Eu eim…! Tem mesmo gente pra tudo, e ainda sobra!

#Sobrinhada entrou de férias, metade vai viajar, mas antes disso, minha casa fica lotada, eles se mudam pra cá e tomam conta do computador, telefone (o telefone está para os adolescentes assim como cartão de crédito de mulher está para “promoções”), meu quarto, escritório… Uma bagunça, que eu AMO!

#Estou in-con-for-ma-da! Junho passou e eu não comi nenhuma das comidinhas de são joão, acreditam? Eu já falei por aqui n vezes o quanto adoro engordar nessa época, e esse ano nada, quer dizer, engordei, mas não das calorias que eu queria, rsrs.

#A boa notícia, quer dizer, excelente notícia, é que o marido, que trabalhava no interior chegou à capital. Pense numa mulher feliz!

#Tenho me afundado nas palavras do Paulo Leminski. O abismo mais lindo em que se pode cair.

#Em época de twitter, muita gente falando mal do orkut, pelo que percebo, virou “cult” fazer isso. Mas eu? Never baby! Nunca que eu apago meu orkut. Tem os contatos que a gente passou uma vida pra achar e… Bem… Onde vou ver tanta bizarrice junta? E melhor, algumas de gente que eu conheço?

#Por falar em twitter, gostaria de mandar aquele abraço para os políticos que já estão surtando por lá. Muito cedo queridinhos, muito cedo. Nem noiva neurótica surta com tanta antecedência! Deixem o babado, confusão e tiroteio pra mais perto das eleições, se não chega lá, a gente não vai mais querer saber!

# O Neste Instante ganhou um leitor novo. Ele me mandou um e-mail pra me dizer, que foi porque leu a frase “A felicidade disse que pra ser Vida só é preciso ter Coragem”, no rodapé de um e-mail meu, encaminhado a ele por um amigo. Achei fofo ele ter me dito. Obrigada, viu! =)

#Ah, tem uma dica de livro. De livrinho. Sabem aqueles livros “paradidáticos” que ficam a vista da gente perto do caixa das livrarias, desses que a gente pega por serem baratinhos e pequenos, para aqueles momentos de leitura tira-gosto? Então, foi assim que comprei “Cultura Letrada”, da Márcia Abreu. Fala sobre a complexidade no debate científico e cultural, numa linguagem objetiva e despretenciosa. Pra quem se interessa por literatura, fica a dica.

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