Uma revista aberta no meio da sala, tinha em letras negritadas em rosa o título: “Vocês são amigas ou colegas? Faça o teste!”, peguei para ver a capa e nenhuma surpresa: Capricho. Era da sobrinha, adolescente. Deixei de volta. Mas foi o suficiente pra ficar pensando na pergunta enquanto tomava um copa d’água.
O tempo passa e a idade avança e a maturidade, pra alguns, até chega, mas algumas coisas continuam iguais, iguais a quando somos crianças, mesmo que a maioria diga não lembrar, iguais a quando somos adolescentes.
Será? Não sei com certeza, mas o que sei é que algumas questões continuam lá, IGUAIS, e pior, com a mesma cara de urgência de um teste com alternativas de “a” a “d” numa revista adolescentemente ordinária!
… E insistimos em dizer que nossos outros assuntos são tão mais importantes. Ah, esses seres estranhos, os adultos!







Por isso mesmo que não quero ser adulta nunca!!! …rs
Bejinhus!
É, isso é verdade! As mesmas perguntas, as mesmas coisas… Sempre…
Eu não quero crescer meesmo, rs…
Beijos querida!^^
OoOO..A cabeça não muda. O que muda é o comportamento. Esses questionamentos continuam, mas nossa forma de encará-los é que são mais discretas. Bicho adulto é bicho besta.
Beijos.
Ki: permanecer criança sempre…na inocência do acreditar e na vontade de ser feliz!!!
Bjus e obrigada pleo carinho no meu Cotidiano.
Adorei!
Eu nunca abandonei a adolescência!