O poeta andava sem palavras, dizia-se numa maré baixa. Pra resolver o problema disse só fazer agora, poesia encomendada.
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prova de português, não lembro qual assunto, só lembro que estava indignada porque até então eu gostava muito de português e por algum motivo aquela parte não “estava entrando” na minha cabecinha de criança, que já estava irritada e pensando passar a não mais gostar daquela matéria que agora, se mostrava cheia de regras escorregadias. Até que naquela semana, na aula de leitura com a tia Ivone (hoje em dia ainda existe aula de leitura?) na biblioteca, havia um cartaz com o seguinte trecho do “Emília no Pais da Gramática”: “Se meu professor ensinasse como a senhora, a tal gramática até virava brincadeira. Mas o homem obriga a gente a decorar uma porção de definições que ninguém entende. Ditongo, fonema, gerúndio…”… Foi como um Balsamo, mesmo sem saber na época o que era um. Fui falar com a “Tia” se esse livro tinha lá, e ela, com aquela postura sempre formal e levemente sombria de quem esconde algum segredo com os livros que têm as bibliotecárias, me deu o livro sem falar nada ( o sem falar nada foi pra que eu percebesse que tinha atrapalhado a aula!) e eu o devorei antes da prova e fiquei imaginando como esse Homem, o Monteiro Lopes, opa, Monteiro Lobato sabia tanto português e como fez pra me ensinar tais coisas de maneira facinho facinho.
Depois, veio “Jeca Tatuzinho” e então descobri que existia um outro livro pra gente grande, o “Ideias de Jeca Tatu” e muitos outros que leria quando eu também fosse grande, embora não tivesse a menor pressa, não de ler os livros e sim de ser grande.
Outra descoberta que tive quando cresci (?) foi a de que um monte das gentes grandes não sabia que Monteiro Lobato escrevia também pra elas. Em todo caso, fiquei feliz de saber que não importaria a idade que eu tivesse, sempre haveria um Monteiro Lobato pra mim. Bem como, mais tarde, um exemplo bem sucedido de advogado que queria e gostava mesmo era de escrever, assim como eu… Não tenho culpa se tenho alguma coisa em comum com seu José Bento, mesmo só sendo a vontade, embora fosse melhor ter igual o talento!
Encontrar um texto antigo tem o mesmo gosto de encontrar aquele dinheirinho enrolado no fundo do bolso de uma calça que há tempos não se usava. O sorriso então, impagável!
Se jogou do quadragésimo sétimo andar do seu sonho mais alto, disse choroso ainda que infelizmente sobreviveu. Havia caído numa almofadinha azul de sua vida mais real.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yK4EUL4EEyE]
Lento – Julieta Venegas
Composição: Julieta Venegas / Coti Sorokin
Si quieres un poco de mí
Me deberías esperar
Y caminar a paso lento
Muy lento
Y poco a poco olvidar
El tiempo y su velocidad
Frenar el ritmo, ir muy lento, más lento.
Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.
Si quieres un poco de mí
Dame paciencia y verás
Será mejor que andar corriendo
Levantar vuelo
Y poco a poco olvidar
El tiempo y su velocidad
Frenar el ritmo, ir muy lento
Cada vez más lento.
Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.
Si me hablas de amor
Si suavizas mi vida
No estaré más tiempo
Sin saber que siento.
Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.
Com computador. Com uma preguiça danadaaaaaa! rs. Pelo menos me atualizarei de vocês.
Sem computador. Com fome. Sem muito assunto. Com saudade da minha cama. Sem ovo de páscoa. Com páscoa. Sem visitar blogs. Com leitura em dia. Sem tempo pra internet. Com sede. Sem relógio. Com cinema em dia. Sem msn. Com teatro em dia. Sem orkut. Com milhões de coisas na cabeça. Sem saber o porque todos os dias as pessoas caem aqui no NI procurando no google por síndrome de kiara!
Daqui uns diaszinhos volto, como sempre, sem vergonha na cara, com um monte de palavras!
Ela foi comprar limão, ele cachaça, pra afogar as mágoas. No balcão do bodega resolveram fazer uma deliciosa caipirinha.
p.s.: Adoro microcontos e ando arriscando alguns.
Hoje quem sopra a vela e fica com cara de moooorto de sem graça, aquele sorriso amarelão na hora dos “parabéns” é meu “miguxo” Ivan Carlo, do Blog Idéias de Jeca-Tatu. Pra você meu amigo, Uma Super Feliz Existência!
Obs.: No fundo “Feliz Aniversário” do IRA! Que aniversário tem que ter música!
Tudo vaidade, tudo vaidade. E ainda tem quem se sinta feliz. Tudo vaidade e desassossego, sem fim, nem começo. E ainda tem quem diga que gosta. E o pior , vaidade buscada, cuidada, e apreciada. E ainda tem aqueles que se levam a sério.Tudo vaidade, tudo vaidade. E ainda tem quem se sinta feliz. Tudo vaidade, tudo vaidade. E ainda tem quem diga que gosta. Tudo vaidade, tudo vaidade. E ainda tem quem se leva a sério. E o pior, uma seriedade aplaudida, invejada, e requerida. Eu não levo a sério, é muito pouco riso, ao contrario de minha Vó, acho também, muito pouquíssimo siso. Tudo vaidade, tudo vaidade. Desculpem os mais sérios, mas faço pouco de vocês, mas é que nunca levei a sério quem se leva a sério, desculpem-me. Não há problema em não me levar a sério, talvez isso me faça bem, e quem sabe a gente aprende uma nova dança juntos, e saímos pra brincar de dançar, brincar de não se levar sério. Isso é sério, estou falando sério, embora esteja rindo, estou falando sério. Uma vez levei a sério um imã de geladeira e outra vez, uma frase caminhão, eles me disseram coisas sérias que me fizeram rir, eu levei a sério, será que eu fiz certo? Não me responda pois eu sei que não você não está me levando a sério, eu mesma, não me levo a sério. Não ficarei triste, a tristeza eu levo a sério, as vezes ela me faz chorar. A tristeza e todo o resto é tudo vaidade, tudo vaidade.
Mas eu levo o Amor a sério, eu levo meus amigos a sério, eu levo você e os seus amigos também, os meus e os seus inimigos eu levo a sério, junto com você e comigo, eles todos amam, e quando estamos conjugando Amar, eu levo a sério. Eu levo a sério as crianças, elas não levam nada a sério, as crianças não se levam a sério. E eu já disse, eu levo o Amor a sério. Mas confesso, e não me envergonho, só levo a serio o amor que rima com humor, só nele eu acredito. Rir é a (minha) única salvação. O resto é bobagem, tudo vaidade, tudo vaidade.
“Você não tem uma alma. Você é uma alma. Você tem um corpo.”
C. S. Lewis
p.s.: Vi no blog da Thais, que viu no blog de outra pessoa…
Do que preciso?
De uma caneta e papel
Por que a bússola,
Tadinha da bússola…
Fica lá, a espera de alguém que
desesperado por direções, queira navegar.
Só de caneta e papel
Pra anotar o que vejo, nos lugares onde passo,
mesmo dentro do meu quarto
Se viver não é preciso
Que venham as palavras,
As certas e as erradas
Mansas ou afiadas,
melhores ainda as que vêm desenhadas.
Porque viver não é preciso
Só quero o papel e a caneta
Sem bússola nem radar,
pra navegar na imensidão desse mar
que fica em uma das gavetinhas de minha cabeça.
Esse título é de um texto que está hoje no Digestivo Cultural, uma delícia de leitura, adorei a pergunta e até brinquei com uma amiga poeta sobre a pergunta. Da brincadeira de responder fomos descobrindo coisas e escrevendo outras, quando percebemos, precisávamos gravar a conversa, muitas cousas… muitas cousas. Quem sabe um dia não escrevo sobre elas, e quem sabe, ela.
“Ele perguntou a ela por que ela escrevia e ela respondeu que escrevia porque tinha vontade, e ele falou, muita gente tem vontade, vontade não basta, e ela disse mas então você está me perguntando como eu consigo escrever, é isso?, e ele ficou em dúvida e”… Leia o restante aqui!
The end is not as fun as the start” U2
Houve uma época na minha vida em que nada, nada do que eu escrevia conseguia ter um fim. E por mais que eu tentasse, eu simplesmente não conseguia. A idéia estava lá, as palavras todas estavam lá, como sempre, dançando na minha frente, mas elas não conseguiam se arrumar num final, podia ser uma crônica, uma poesia, até mesmo um e-mail, eu tinha que inventar (acho que é isso, eu inventava), eu inventava um final sem muito acerto, e é capaz de você já ter percebido em um ou outro escrito meu. Uns fins que não convenciam.
Até que um dia, depois de trabalhar essa coisa toda, as palavras começaram a se sentar do meu lado e me sussurravam onde elas deviam ficar, no final. Foram dias muito felizes aqueles, em que eu e meus finais nos entendemos. Um final feliz pra mim e meus finais. Mas como nada é perfeito, percebi que fiquei quase que obcecada por finais, eles estavam ali, era só encaixá-los. E foi quando quase nos separamos, as palavras já não me suportavam mais, eu era a chata! Passava os começos e meios só pensando no fim. Até que nos resolvemos. Ufa! Ficamos bem, tudo na paz, a paz que eu e minhas palavras precisávamos pra ter bons começos, meios e finais. Ah, mas isso é só na literatura, na palavra escrita… Na palavra sentida, a coisa é muito diferente.
Talvez o meu problema seja sentir demais, eu sinto muito. Quero sentir que as coisas acabaram, não importa ser esse fim feliz ou infeliz. Uma necessidade de deixar tudo certinho, num lugar que seria, destinado praquela historia, e um sentimento de incompetência se assim não for. E o pior não é novidade, eu sou mulher, e uma das minhas tantas teorias de bolso é que todo homem é grosso e toda mulher é chata, o que muda é a medida da grosseria e da chatice, o resto é fato. Agora é só somar 1 +1 e ver que o resultado é que o que me resta é só ficar mais chata.
Pra entender melhor, um bom exemplo: relacionamentos. Não precisa ser amoroso, pode ser de amizade, tanto faz. Sempre quis dissecar tudo, os porquês, os porquês não, as palavras ditas, as não ditas. Sentar num café e com o outro, bater aquele longo papo filosófico sobre os fins, meios e os tão deliciosos começos. Mesmo quando não mais havia sentimentos envolvidos, e ainda pensava que isso sim seria incrível: conversar sobre o que não há! (Pra mim, um verdadeiro prazer!) Foi quando escutei um dia: “pare de ruminar pensamentos!”. E isso não foi um elogio. Mas entendi, nem tudo precisa ser escarafunchado. Há coisas que não só parecem rasas, elas são mesmo rasas, e embora a gente queira dar profundidade a elas, pra que fiquem mais interessantes como numa historia de espionagem em que tudo tem um segundo, terceiro ou mesmo quarto sentido, algumas coisas só são o que são, e ponto, ponto final. Se você igual a mim, deve estar pensando que isso é muito decepcionante. Pode até ser, mas como diz um amigo meu: “pior seria se pior fosse.”…
Para aqueles os quais despejei essa chatice toda de ser eu, e que ainda assim continuam gostando de mim, penso que só me restaria a opção de me desculpar, mas é claro que não. Não me desculparei! Isso seria mais um pretexto de ruminar mais pensamentos.
E se em algum momento você pensou durante a leitura desse texto, algo como “ela poderia estar falando de mim”, eu afirmo que dá na mesmo, quando falo de mim, estou falando de gente, e você também é gente, certo? Não há diferença nenhuma, sentimento é igual pra todo mundo, talvez o externar de cada um mude, mas sentir é lugar-comum, eu, tu, ele, nós, voz, eles. Se não se sente não se é. Está morto.
E a vida, ela não está nem aí se queremos tudo certinho ou planejado, uma mapa dela em cima da mesa. Ela quer mais é viver, e pra isso, mistura nossas vidas com a dos outros, assim ela se torna maior que a gente e ainda ri, como quem diz: “continue fazendo o seu melhor, talvez eu aceite, talvez você me convença. Talvez.”.

Mas era tão, tão narciso, mas tão narciso que começou achar que não ele não podia ser aquele, aquele no espelho.
Algumas coisas fazem sentido, e só pensar um pouquinho. Eu também voto na Terra, contra o Aquecimento Global! E se pra isso terei que ficar no escuro por uma hora, porque não?
“A ideia é mobilizar, ainda que só por uma hora, o maior número possível de pessoas em prol do meio ambiente e mostrar a elas que não estão sozinhas. Como fazer isso? Não, não é necessário tirar a roupa, nem nada disso! Basta apagar as luzes da sua casa por 60 minutos no dia 28 de março, sábado, a partir das 20h30 e mostrar que você também se importa com o futuro do nosso planeta.
Várias cidades do mundo inteiro (mais de 500, até agora!) já se comprometeram a participar da iniciativa. A Torre Eiffel em Paris, o prédio da Ópera em Sydney, o Grande Cassino MGM em Vegas e até mesmo o nosso Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, vão deixar de brilhar por alguns minutos para salvar o planeta… só falta você!”
Para saber mais sobre o Apagar das luzes: Planeta Sustentável!
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=zd1BsNvEXqo]
A Tati, do blog Feito, refeito, Desfeito, me convidou pra brincar da brincadeira “se eu fosse”. Adorei a brincadeira, já que faço parte do time do “fantastico mundo de Bob” (lembram?).
Se eu fosse você, não deixava de conferir!
rs
Bjs
A vocês, o meu muito obrigada por acompanharem, apoiarem e por cima ainda gostarem de ler minhas crônicas e principalmente meus poemas, esse estilo tão difícil de ser apreciado. São vocês que me fazem acreditar nessa Kiara que tanto gosto, essa espancadora de teclado!
Beijos meus. E pra quem não conhecia, Coragem, a poesia:
De cor, de coração
Perseverante paixão
Firmeza de espírito
ânimo para chegar ao fim
Alívio para o intrépido
Resistência diante do perigo
Alento
Alimento
Vindoura viagem
…Coragem.
E pra vocês que queriam mais blábláblás, seus desejos foram realizados. O “Égua não!”, é um blog que se disfarça de rosa, mas é bem mais colorido que isso e que na verdade só serve pra que sua autora tenha mais um espaço pra falar e falar e falar… Catarse pura!
Quem escreve lá é uma “Loura não natural, viciada em hidratante corporal, adepta da idéia de que um incrível par de sapatos (de salto) numa mega liquidação pode atenuar uma tpm, cuja cor preferida não é o rosa e gosta de rock, se diz crônista e por ainda poeta… Ela já tentou, e você pode tentar, mas tenho a impressão que ela não se encaixa!”
Agora que eu disse tudo isso, vai lá né… Égua não!
World Water Day Video from charity: Water[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=DEnlrE4iMBU]
Olha o que eu ganhei!!!! Carinhos em forma de selinhos!

Esse aqui que diz que vale a pena acompanhar, ganhei da Alcinea, Do Gian, do Ernani e do Diniz. Pensa numa pequena prosa!!! Prometo não decepcionar, viu. Pra vocês o meu Mega Obrigada! Não preciso falar que vou com vocês onde forem né?! Acompanho merrrrmo!
O Erick, uma das criaturas mais nonsense que eu já conheci, louco de pedra, mas super fofix e amado, me deu de presente esse selo que “Representa todo espaço que de uma forma ou outra traduz um pouco das loucuras de seus/suas escritores/as.” Será?

E a T@rci, que me visita ha tempos e tempos, amém, me presentiou com esse selinho de amizade. Faz um tiquinho de tempo e ainda não tinha agradecido aqui. Obrigada Linda!
Logo que comecei a blogar, eu achava uma bobagem os selinhos e prêmios, mas antes que me apredejem, em minha defesa tenho que dizer que eu era uma idiota que não sabia bulhufas do que era isso aqui, só depois entendi que podemos fazer amigos mais que virtuais na net! a vocês meu obrigada e sintam-se abraçados! beijos meus.
ver um e-mail sobre o assunto. Nada demais, só um lembrete e não seria nenhum espanto, já que meus amigos conhecem bem minha preocupação e o que penso sobre o consumo consciente.Hoje, vi várias matérias sobre o assunto e lembrei do tal e-mail, bem como dos “e daí(s)?” que recebi de volta, e me dei conta de quanta gente ainda não despertou. Mas como é possível? Ainda hoje, como há anos as pessoas fazem aquela cara de paisagem como se isso não fosse com elas, isso me assusta. Acontece que todos sabem o que vem depois do “e daí”…
É tudo muito obvio. A água é fundamental para o desenvolvimento sustentável, para a integridade ambiental e inclusive a mitigação da pobreza e da fome, e é indispensável para a saúde e o bem estar humano.
No mundo das desigualdades as coisas funcionam mais ou menos assim: enquanto nós, habitantes de regiões fartas em água doce, desperdiçamos esse bem tão precioso como se impossível fosse acontecer de faltar, no interior da Bahia, região de produção do sisal, as mulheres aprendem o ofício de pedreiras e atuam na construção de cisternas para captação de água das chuvas. Elas assumiram a tarefa antes exclusiva dos homens, que abandonam a região em busca de emprego. Mas esse só é um exemplo. Existem outros milhões… E mais outros milhões de “e daís” desviam a atenção do assunto relacionado a problemas de abastecimento de água potável.
Desculpem-me, mas eu acredito sim que as coisas podem mudar começando por nós…sim, a velha história do “fazer a minha parte”. Mas também dar exemplo funciona. Falar de assuntos assim as vezes parece um repetitivo e exaustivo, e pra muitos o que me parece bem pior: fora de moda, cafonice. Mas é assim mesmo que deve ser!
Precisamos que a consciência pública aumente sobre a importância de conservação, preservação da água, aumento de consciência dos governos, das agências internacionais, ongs e setor privado, mas não só de papel e sim de ação.
Minha primeira ação, não foi um e-mail ou um post num blog de meia dúzia de leitores. Não, foi bem mais simples que isso, foi um ato involuntário pela manhã de fechar a torneira enquanto estava escovando os dentes…para depois abrir novamente, o de fechar igualmente o chuveiro na hora do sabonete e do xampu, o que já não é nenhum esforço depois de anos de costume. O de aproveitar a água da máquina de lavar roupa, depois de uma “batida” para lavar o chão da área externa (é apenas água com sabão!), trocar o uso da mangueira pelo balde e outras ações que parecem tão pequenas fazem muita diferença.
Eu não sei vocês, mas eu morro de medo quando lembro da realidade: a que a água é um bem finito.
Quando noite é igual ao dia
Podes escolher hoje,
quando noite é igual ao dia
A estação que melhor rima com poesia.
Não te assustes se ficares sem sono
Ao ter que escolher Primavera ou Outono
Mas hoje, somente hoje,
sentirás a delícia de não precisar escolher
É Equinócio! É possível no Meio do Mundo
Outono e Primavera ter
A Linha que divide o Mundo
Sem sombra, nem de dor
Divide duas estações
O teu coração
Traça uma linha imaginária e sem temor
Divide tuas duas paixões
Na linha do Equador
O tempo parece parar e os pensamentos fugir
De um lado as folhas caem e do outro, florir
Beleza, magia, comtemplação
Ou até mesmo a simples nostalgia
Podes escolher hoje,
Quando noite é igual ao dia.








