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A aniversariante de hoje seria Merilyn Monroe. Se viva, faria 85 anos.
Dizem que era o terror dos diretores, que não decorava uma linha, mas roubava a cena. Dizem que era louca por cachorros. Dizem e dizem muito. O que eu sei é que sou fã! Dessas que tem todos os filmes na prateleira. Todos! E ela, além de obvio – ser linda -, era incrível atuando em comédias, principalmente! As comédias são seus melhores trabalhos! E de todas as coisas que dizem, a que era uma leitora voraz me agrada mais que outras, confesso.
O Estadão fez um espacial hoje pelo aniversário de Marilyn. Um documentário fotográfico sobre a atriz, com o depoimento do crítico de cinema Luiz Carlos Merten. Muito bom! Dá pra assistir aqui.
Poesia na boca da Noite! Poesia na boca da gente!
Imagino que deve ter sido aquela cuíra, que você pode chamar de vontade, de fazer desse lugar, um cantinho mais leve e agradável. Pode ter sido qualquer outra coisa, mas qualquer outra coisa igualmente boa.
Em janeiro desse ano, a poeta Alcinéa Cavalcante, reuniu em sua calçada, outros poetas amigos pra poetar. Tem mais simples? Pra mim, nem mais bacana!… Pelo que sei, foi assim, só com coração e boa vontade, que nasceu o Poesia na Boca da Noite”.
O encontro “poesia na boca da noite”, que hoje acontece todo sexta, em algum ponto da cidade, uma praça, na beira do Amazônas, numa outra calçada com uma boa sombra, é uma iniciativa de um pequeno grupo de poetas para divulgar e valorizar a poesia amapaense e descobrir e estimular os poetas que ainda não tiveram oportunidade de mostrar seus trabalhos.
Na última sexta, o encontro aconteceu na Praça Floriano Peixoto, e como disse outra poeta, até pra alimentar a alma tem que ter disciplina, antecipei minha aula para terça feira, já programando o Poesia na Boca da Noite. Deu certo. O lugar escolhido é lindo, a praça com as lagoas e a humidade de tantas árvores em volta, me fizeram voltar no tempo, quando ia com meus pais brincar, nessa mesma praça. Foi isso, palavras brincando no meio das árvores!
Qualquer pessoa pode participar, sendo poeta ou não. Basta gostar de poesia, querer ouvir ou falar de poesia. Pode também declamar, levar um poesia que goste (não importa o autor) para compartilhar. Você escolhe as palavras e chegando lá, garanto, as palavras te tiraram pra dançar. O poesia na Boca da Noite é tempo de Poetar!
PARA TUDO, E AGORA MESMO!!!
Você aí, que disse que o mundo acabará amanhã (21/05/2011), volte já aqui e retire o que disse, retire palavra por palavra, que até agora eu não estava dando a mínima bola, afinal os juros da conta bancária não iriam mais correr, e ninguém mais ia me convidar praquela festa que “vai tocar só flash!”
Agora as coisas mudaram, “Blondie” divulga clipe e anuncia que lançará disco em setembro!
“O grupo Blondie, liderado pela vocalista Debbie Harry, vai lançar um álbum de estúdio depois de oito anos sem discos, informou o site da revista “Paste”. “Panic of girls”, nono trabalho da banda, chega às lojas em setembro.
O CD sairá por meio do selo Eleven Seven Music e tem produção de Jeff Saltzman (The Killers) e Khandwala Kato (Paramore).
As gravações aconteceram em Nova York. A atual formação do Blondie conta com Leigh Fox, Tommy Kessler, Matt Katz-Bohen Katz-Bohen, Debbie Harry, Chris Stein e Clem Burke. Apenas os três últimos são remanescentes da primeira formação do grupo, criado em 1977. O grupo lançou o vídeo de seu primeiro single, “Mother”, que pode ser visto no canal oficial no YouTube do Eleven Seven Music. ”
Fonte: G1
Só mais uma coisa. Debbie Harry, quando eu crescer, posso ser você?
Manhã de segunda-feira com tempo livre – presente que recebi da secretária do consultório médico que ligou cancelando a consulta. Penso rápido e o novo destino então, é a livraria. Otimista incorrigível que sou, no caminho penso, “segunda de manhã indo à livraria?… hum, a semana promete.”
Entre uma estante e outra, meio jogadinho em cima da bancada, um nome me chama atenção: Hans Christian Andersen. E o mais surpreendente, como o ilustrador do livro! Não precisou de mais nada, troquei umas ideias com a dona da livraria e logo trouxe ele pra casa. Mas se depois de ter lido o nome de Hans, você ainda está se perguntando o porque de tanta empolgação que vale um post, eu explico:
Só parece que você não sabe de quem estou falando, mas Hans Christian Andersen é considerado o pai da literatura infantil, tanto que o Dia Internacional do Livro infantil tem como data 2 de abril, por causa de seu nascimento em 1805. É o autor de clássicos como “O patinho feio”, “A pequena sereia”, “A roupa nova do rei”, “O soldadinho de Chumbo”, “A pequena vendedora de fósforo” (um dos meus preferidos quando criança, lembro de chorar muito quando leram pra mim! rs), “A princesa e as ervilhas”, entre outros.
Ficou mais fácil? Pra mim ficou ainda mais empolgante:
Os poemas do livro foram escritos a partir de papercuts de Hans Christian Andersen, que pertencem a dois acervos da Dinamarca: The Royal Library (na capital, Copenhague) e The Hans Christian Andersen Museum (na cidade em que nasceu, Odense). Andersen deixa-se revelar pela habilidade que tinha com o papel e a tesoura. E os seus desenhos recortados são delicadamente decifrados pela poesia instigante e criativa de Gláucia de Souza.
Os poemas, que são de Gláucia de Souza, são lindos, delicados (como recortes de papel) e verdadeiramente tocantes, muito bem escritos. Eu que adoro literatura infantil, já estou procurando seus outros livros. Não tenho filhos, ainda, mas esse já entrou na listinha dos “lerei para as crias!”.
Criativa animação em stop motion, feita por Sean Ohlemkamp (site aqui) Via Livros e Pessoas.
Não faz tanto tempo e ela era tão pequenina… Não faz muito tempo, e dormia comigo… Não faz muito tempo e… Ok, faz tempo! 15 anos é uma vida? Oh se é, 15 anos é uma vida, duvida?
É só olhar pra essa mocinha linda da Titia aí do lado pra responder, 15 anos é uma vida! Já cheia de feitos, sonhos e projetos! Eles crescem e nos deixam cheios de nostalgia, mas não tem jeito, serão sempre nossos bebezinhos. E nós, sempre tios babões!
Parabéns minha Anjolescente! Titia te ama. Muito!!!!
Feliz Aniversário e Feliz Existência Minha filha!
Vi no blog do Ivan, o Ideias de Jeca-tatu. Onde ele diz: “Mude funk por brega e dá para fazer uma campanha dessas em Macapá.”. Aposto que nossos vizinhos paraenses concordam conosco. E vamos combinar, todo brasileiro adoraria uma campanha dessa em sua cidade, seja qual for a música irritante que role por lá. Né não?!
I – Nunca leia por hábito: um livro não é uma escova de dentes. Leia por vício, leia por dependência química. A literatura é a possibilidade de viver vidas múltiplas, em algumas horas. E tem até finalidades práticas: amplia a compreensão do mundo, permite a aquisição de conhecimentos objetivos, aprimora a capacidade de expressão, reduz os batimentos cardíacos, diminui a ansiedade, aumenta a libido. Mas é essencialmente lúdica, é essencialmente inútil, como devem ser as coisas que nos dão prazer. (.. Ler mais aqui!)
Se saudade é mesmo,
esse não saber.
Eu não sei e
você não sabe.
Saudade é ser metade.
Para minha irmã Lourdes. Obrigada por acender a luz!
Meu amigo Tiago disse que depois de uma overdose de comemoração dos flamenguistas de sua casa (êêêê Mengão!!!) nesse domingo, ficou feliz em saber que havia sim, outra coisa a ser comemorada: O dia da Literatura Brasileira!
A data é uma homenagem ao aniversário de José de Alencar, um dos maiores escritores da literatura brasileira, nascido em 1829 e autor de obras que marcaram época como Iracema e O Guarani. Sim, sim, aquele que fez tanta gente correr das aulas de literatura…
E eu, uma apaixonada pela língua portuguesa – ou seria brasileira? – e pela literatura, arte que aprendi a amar tão cedo, só posso dizer: Ainda temos tempo de reverter os danos causados pelos professores de literatura que não ajudaram em (quase) nada, o gosto pela leitura quando deram para meninos e meninas de 12 anos, Iracema como leitura OBRIGATÓRIA! – Mas isso é coisa pra outro post…
Comemoremos então? Como? Indicando livros, presenteando com eles, especialmente as crianças e os adolescentes, com livros que dialoguem diretamente com eles, conversando sobre livros, de forma despretensiosa, tá gente, que não há coisa mais chata (fontes fidedignas de que ninguém aguenta gente que se gaba pelo que leu, viu ou comeu!), deixando um livro na sala de casa, vai que alguém se interessa por ele…, e claro, comemoremos, lendo mais!
E olha o que encontrei “passeando” pela internet: Projeto Memória de Leitura Projeto do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, desenvolvido pelas professoras Marisa Lajolo e Márcia Abreu. Contém um rico acervo de textos históricos sobre leitura no Brasil, banco de teses e estudos, linha do tempo e enciclopédia literária com textos de escritores brasileiros e portugueses disponíveis on-line. Destaque para a seção ‘Às margens do cânone’, com informações e textos integrais em literatura infantil, literatura de cordel e poesia popular.
Outros sites que falam, incentivam e fazem literatura:
Livros e Pessoas, que me diz toda vez que entro lá: “Livros só modificam pessoas” Alguma dúvida?
Livros e Afins, blog queridinho
Biografia de Autores, da Fundação Biblioteca Nacional
Domínio Público, O site fornece diversos livros que já estão em domínio público, isto é, cujos autores já morreram há mais de 70 anos.
Releituras, reler, reler, e reler!
O pequeno Leitor, literatura infantil
E tem também, um montão de gente boa por aí (alguns linkados aí do ladinho), escrevendo, poetando, que mesmo “apenas blogando”, estão fazendo literatura. Vocês não têm ideia de quantos livros descobri lendo blogs por aqui! Boa leitura!
Trilha sonora desse domingo!
Uncharted
(Sara Bareilles)
No words
tears won’t make any room for more
and it don’t hurt
like anything I’ve ever felt before
this is no broken heart
of familiar scars
this territory goes uncharted
just me
in room sunk down in a house in a town
and I don’t breathe
though I never meant to let it get away from me
now I have too much to hold
everybody has to get their hands on gold
and I want uncharted
I’m stuck under this ceiling I made
I can’t help but feeling
I’m going down
Follow if you wanna or just hang around
Like you’ll show me where to go
I’m already out
I foolproof ideas
So don’t ask me how
To get started
So uncharted
Each day
i count up the minutes til I get along
Cuz I can’t stay
in the middle of it all
It’s nobody’s fault
But I’m so alone
Never knew how much I didn’t know
Oh everything is uncharted
No one getting no where
When I only sit and stare
Like I’m going down
Follow if you wanna or just hang around
Like you’ll show me where to go
I’m already out
I foolproof ideas so don’t ask me how
To get started
It’s so uncharted
Jumpstart
My kaleidoscope heart
Love to watch the colors fade
They may not make sense
But they sure as hell made me
I won’t go as a passenger no
Waiting for the road to be late
Though I may be going down
I’ll take in flame over burning out
Compare where you are to where you want to be
And you’ll get nowhere
I’m going down
Follow if you wanna or just hang around
Like you’ll show me where to go
I’m already out
I foolproof ideas
So don’t ask me how
To get started
I’m going down
Follow if you wanna or just hang around
Like you’ll show me where to go
I’m already out
I foolproof ideas
So don’t ask me how
To get started
So uncharted
No dia Nacional do Livro infantil, fiz um post pedindo pra que os leitores do blog deixassem na caixinha de comentários, seus livros preferidos na infância, ou aquele livro que marcou, ou mesmo aquele que parecia sem importância e que acabou nos influenciado de alguma maneira… Enfim, a intenção era de fazer um post coletivo e os livros citados servem também, como dicas. Aqui vão eles:
O Hugo diz que ganhou, aos 5 anos, a coletânea “Daniel Azulay – Para Ouvir, Cantar, Tocar e Brincar”. Adorava os nomes dos personagens, e se divertia muito com eles. Que mesmo depois de anos, tirava os livros da poeira e ainda os lia.
O livro preferido do Anderson, era o “O Fantástico Mistério de Feiurinha”, do Pedro Bandeira. Diz que o livro o interessava bastante, talvez, pela inversão de valores e oposiçãoo entre feiúra e beleza, bem como também porque sempre gostou de histórias de príncipes e princesas. Acrescenta que são livros como estes, com lições sérias a respeito da vida, “essenciais na construção do caráter”.
O livro do Vinicius foi “Reinações de Narizinho” do Monteiro Lobato.
A Naiane, tem até hoje seu primeiro livro, “Meu pé de Laranja Lima”, de José Vasconcelos. E contou que era bem novinha a primeira vez que o leu, mas que foi na releitura lá pelos 10 anos, que entendeu e ficou maravilhada com o livro!
E se a gente os lesse novamente? Ler livros infantis quando adultos é muito bom. Sério! A gente esquece de coisas deliciosamente simples. E ainda dá pra lê-los bem rapidinho sem atrapalhar a leitura que estamos fazendo no momento. Qua tal? Aí a gente pode fazer outro post coletivo, né!
Ah, e se você não contou no outro post sobre seu livro preferido quando criança, esse post aqui ainda é pra isso!
A Casa do Chorinho apresenta:
SHOW de NIVITO GUEDES
Data: 20/04/11 (Véspera do Feriado)
Endereço: Casa do Chorinho, Av. Piauí, 971 – Pacoval (Final da Rua Jvino Dinoá, dobrando a esquerda)
Mesa: R$ 60,00
Contatos p/ reserva de mesa: (96) 9166-1441 / 8112-7594 / 9976-4906
Quem esperava um outro “Estação Carandiru” pode ter se decepcionado. Eu do contrário, só queria uma leitura (despretensiosa) sobre um de meus temas preferidos, a morte. E encontrei bem mais do que “simplesmente” isso.
O livro “Por um fio” do médico e escritor Drauzio Varella, traz sua experiência de 30 anos de convívio com doentes graves, vítimas do câncer e de enfermidades decorrentes da aids. Bem como doentes que venceram a batalha contra tais doenças, e relatos pessoais, de quando criança ainda, perdeu sua mãe, e depois seu melhor amigo, o irmão e também médico Fernando.
Embora a primeira vista parece um livro sombrio, a impressão é deixada de lado logo no primeiro capítulo, “As mudanças de atitude diante do fim iminente vão mais no sentido da conciliação do que do desespero”. Fácil perceber um escritor cuidadoso e médico compassivo. É o que faz desse livro rápido, uma leitura gostosa e reflexiva.
Depois de alguns minutos, e inúmeros outros pensamentos – quase que compulsoriamente reflexivos – sobre o mistério da existência, ao término da leitura de “por um fio”, a frase “a pessoa é para o que nasce” – título do filme de Roberto Berliner, não saia da minha cabeça. E assim como aquele filme, esse livro leva o carimbo: eu indico!
Dia 02 de abril foi o DIA INTERNACIONAL DA LITERATURA INFANTIL, e no dia 18 o DIA NACIONAL DA LITERATURA INFANTIL. A data foi escolhida por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da literatura infantil no País. O Sítio do Pica Pau Amarelo é sua obra mais conhecida.
Sobre Lobato, fiz esse post AQUI.
Nessa data, o ano passado, fiz o convite para os leitores do blog, que deixassem na caixinha de comentários, seus livros preferidos na infância, ou aquele livro que marcou, e depois fiz um post “Nossos Livros Infantis”, um post coletivo que serviu também, como dica de leitura para nossas crianças. E claro, apareceram muitas coisas boas, e o melhor é que sempre os livros preferidos (principalmente os da infância) não vêm sozinhos, trazem histórias, sejam elas de como ele foi parar em nossas mãos, ou como aquele livrinho que parecia sem importância nos influênciou, ou ainda o porque daquela leitura… Infância sempre tem recheio gostoso!!
Que tal fazermos isso novamente?! Pra quem não participou no ano passado, esse é o momento. Busque aí nessa sua (nada boa, eu sei) memória adulta, aquele livrinho que te fez sorrir na infância, me conta que eu repasso aqui depois. Dicas de livros são sempre uma boa idéia, mesmo quando escrevemos “idéia” primeiro com acento, pra depois lembrarmos desacentuar tal ideia! rs.
E pra quem reclama da falta de opção cultural em Macapá, aqui vão duas dicas de teatro para este final de semana:
SEM DIZER ADEUS
Sem Dizer Adeus estreia nesta sexta-feira, 1º de abril, no Teatro Porão, no Sesc Araxá.
O monólogo, concebido e interpretado pela atriz Rosa Rente, é o relato da dor de uma mulher que viveu todas as loucuras de um intenso e profundo amor e foi abandonada por seu amado. A pesquisa para a composição do texto foi realizada em trabalhos dos autores Ferreira Gullar, Florbela Espanca, Torquato Neto, Arnaldo Jabor e Herbert Emanuel.
A peça fica segue em cataz por todo o mês de abril, sempre às sextas e sábados, às 20 horas, com ingressos a 10 reais (5 reais para estudantes). A direção e a produção são de Paulo Alfaia.
AS ENCALHADAS
As Encalhadas voltam ao Teatro das Bacabeiras, nos dias 01, 02 e 03 de abril, às 21 horas, após um ano intenso de atividades culturais, por diversos espaços cênicos do estado
As Encalhadas narra a história de três mulheres, de três gerações distintas com algo bem significativo entre elas, A FALTA DA FIGURA MASCULINA, do homem em suas vidas.
Os ingressos poderão ser adquiridos no Teatro das Bacabeiras a partir das 14 horas da sexta-feira 01/Abril ao preço de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Aconteceu hoje, no Amapá, a 1ª defesa de Tese de Doutorado na área de Biodiversidade!
“Com quatro anos de atividades, o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Tropical (PPGBIO) vem atingindo o objetivo de formar profissionais com uma forte base científica para colaborar com os esforços de promoção da conservação, da gestão e do uso sustentável da biodiversidade do Amapá. Criado em julho de 2006, através de uma parceria da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-Amapá) e da Conservação Internacional (CI-Brasil), o PPGBIO é referência entre os cursos de pós-graduação da UNIFAP e o primeiro, entre os programas de pós-graduação de todo o país, voltado para a qualificação específica em biodiversidade tropical.
Atualmente com 32 defesas de mestrado, o PPGBIO tem a satisfação de anunciar sua primeiria defesa de doutorado. A pesquisa é da pós-graduanda Ediluci do Socorro Leoncio Tostes Malcherr inttitulada: “Influência da sazonalidade sobre a composição química e atividade antioxidante do açai (Euterpe oleracea Mart.)” que conta com a orientação do Prof. Doutor José Carlos Tavares Carvalho. A pesquisa contempla a área de uso sustentável da biodiversidade, uma das linhas de pesquisa do curso.” Profa. Dra. Helenilza Ferreira Albuquerque Cunha.
O dia escolhido foi 1º de abril, mas não é nenhuma brincadeira. E num estado onde deficit que temos em pesquisas na área, contrariando a lógica, ainda é grande. Portanto, resultados como este são importantíssimos para o desenvolvimento do conhecimento sobre a rica biodiversidade que temos aqui. E como afirma meu amigo, biólogo Tiago Costa “O fomento da cultura (educação e ciência) é o ÚNICO caminho para o desenvolvimento!”
Minha criatividade
Foi feita refém
Refém da tristeza
Que exigiu recompensa
.
Uma história melhor
Melhores passagens
Talvez outros personagens
Um final maior
.
Mas minha criatividade
Foi feita refém
E sem ela, nem mesmo
Uma linha reconheço
.
Para negociar, chamarei reforço
Dedicação, o Esforço e algum Conhecimento
Tentarei tal história melhor
Quem sabe de recomeço
SÃO JUSA
(Nivito Guedes)
São Jusa
São Jusa
Que tens haver com maré?
Já não espanta seu santo
Cidade quebra-mar
Pra que tanta perna
Tanto sangue
Seu moço
Pra que tanta sede
Tanta fome
Tão moça
Não dá pra entender sem amor
Não dá pra sentir sem calor
Porra!!
Só enche cabeça
De podre
De rico
De vento
De grilo
De cisto
De vírus
De filho
De morte
Quero vocês
Voando bem alto
Com minhas asas
E pé no chão
19 de março, dia de São José, Padroeiro de Macapá. Pra não passar em branco, a letra da Música “São Jusa”, de Nivito Guedes, meu talentosíssimo irmão. A foto, infelizmente sem autoria (quem souber, favor me avisar pra que eu coloque o devido crédito!).























