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jun
09

A Corregedoria Geral de Justiça de Mato Grosso do Sul publicou ontem, no Diário da Justiça, uma norma que regulamenta o registro da união estável entre homossexuais em cartórios. A partir de agora, casais do mesmo sexo poderão procurar qualquer cartório do Estado para registrar o documento.

Segundo o material publicado no Diário da Justiça, a escritura de declaração de convivência de união será “realizada como instrumento para os casais homoafetivos que vivam uma relação de fato duradoura, em comunhão afetiva, com ou sem compromisso patrimonial, legitimarem o relacionamento e comprovarem seus direitos, disciplinando a convivência de acordo com seus interesses”.

O documento poderá ser usado como prova de dependência econômica, inclusive para a Previdência Social, entidades públicas e privadas, companhias de seguro, instituições financeiras e creditícias.

Comentário do blog:

É quando leio notícias assim, que penso não devo estar tão errada em ainda acreditar, não de maneira utópica, e sim de maneira realista, que embora o caminho seja longo e de difícil acesso, podemos fazer diferente e claro, melhor. E que para isso basta bem pouco, apenas boa vontade e discernimento da parte daqueles que efetivamente podem, mesmo que de maneira tímida e limitada, dar o exemplo de que é possível uma sociedade menos intolerante, e que as diferenças e que nos permite a beleza.

A maneira como uma sociedade trata suas minorias é que define seu nível de desenvolvimento, é nisso que acredito!

Fonte: UOL Notícias

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nov
20

angelsoflord

Eu quero acreditar em uma Consciência Negra, mas também quero uma vermelha, amarela, verde, azul, cinza, marrom e branca da cor da Paz.

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nov
11

“Em decisão inédita no Brasil, a Justiça do Pará concedeu à população homossexual carcerária do Estado o direito de receber visitas íntimas de seus parceiros. Com isso, a partir do próximo final de semana, detentos que quiserem usufruir deste direito devem fazer um pedido à Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe). A decisão foi divulgada hoje pela assessoria de imprensa do governo paraense.

De acordo com o governo do Pará, o pedido partiu da própria Superintendência, que solicitou à Justiça que ampliasse para todos os detentos do Estado a autorização dada a uma presa do Centro de Recuperação Feminino, de Marituba, na região metropolitana de Belém, a receber visitas íntimas de sua companheira.

A decisão foi comemorada por movimentos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) do Estado. “É um avanço importante para nossa comunidade. Quando a Susipe dá um passo voluntário como esse, a gente vê que há uma intenção real de mudar a situação de exclusão dos homossexuais”, disse Marcelo Larrat, coordenador dos movimentos LGBT do Estado e integrante do Conselho do Centro de Referência, Prevenção e Combate à Homofobia, da Defensoria Pública do Pará, criado há três meses.

“O Estado e o Poder Judiciário estão de parabéns”, afirmou Mary Cohen, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Seção Pará. Para ela, está havendo no Brasil uma pacificação nesse sentido, demonstrada por vitórias das uniões homoafetivas em relação ao aspecto patrimonial e às questões relacionadas aos filhos de pais homossexuais.”

Fonte: Notícia Uol

Comentário do blog:

É quando leio notícias assim, que penso não devo estar tão errada em ainda acreditar, não de maneira utópica, e sim de maneira realista, que embora o caminho seja longo e de difícil acesso, podemos fazer diferente e claro, melhor. E que para isso basta bem pouco, apenas boa vontade e discernimento da parte daqueles que efetivamente podem, mesmo que de maneira tímida e limitada, dar o exemplo de que é possível uma sociedade menos intolerante, e que as diferenças e que nos permite a beleza.

A maneira como uma sociedade trata suas minorias é que define seu nível de desenvolvimento, é nisso que acredito!

Escrevi esse comentário em outro post, ma que serve novamente, e acrescento aqui um comentário que foi feito pelo Grã:

“Temos muito que caminhar ainda, pois não deveriam haver “eles”, afinal somos nós! Mas não deixa de ser uma conquista, mais um passo no caminho de um futuro melhor. Gostei tb!”

E ele não poderia estra mais certo quando diz que “não deve haver eles, afinal, somos nós!”

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out
07

“Alunos transexuais e travestis da Universidade Federal do Amapá (Unifap) conquistaram, na semana passada, o direito de passar a usar seus nomes sociais (como preferem ser chamados) em documentos acadêmicos, com exceção do diploma. A resolução, inédita no Brasil, foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Superior da entidade e embora ainda não tenha sido publicada, deve entrar em vigor em janeiro de 2010.

Além de estabelecer a possibilidade de os alunos optarem por incluir seus nomes sociais nos documentos estudantis de todos os órgãos e colegiados da instituição, como carteirinha da biblioteca, certidões e no diário de classe, a resolução determina que travestis e transexuais devem ser respeitados nas chamadas de presença às aulas e em eventos acadêmicos como formaturas e entrega de premiações.

Com a medida, a universidade afirma estar estimulando as discussões sobre os direitos dos estudantes e promovendo a inclusão das minorias discriminadas no ambiente universitário, ainda que, até o momento, não haja qualquer levantamento sobre quantos alunos poderão se beneficiar com a resolução.

“Ainda não foi feito nenhum levantamento neste sentido, mas eu acredito que há sim travestis e transexuais entre os alunos e que a discriminação impede que eles se assumam”, afirma Betânia Suzuki, funcionária do Departamento de Extensão da Unifap e integrante do Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá (Ghata), organização não governamental que luta pelos direitos da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e autora do pedido para que a universidade considerasse o tema.

Para Betânia, a iniciativa abre “um leque de possibilidades” para as minorias sexuais, sendo mais um avanço na luta contra o preconceito e a discriminação de que são vítimas os travestis e transexuais, “alvo de chacotas, de piadas”.

“Ser identificado pelo nome civil quando este está completamente desassociado da identidade visual causa constrangimento para transexuais e travestis”, diz Betânia, explicando que os alunos poderão optar por incluir ou não seu nome social nos documentos acadêmicos, com exceção do diploma. “Como ainda não existe uma lei nacional que me dê essa cobertura, o diploma continua tendo que trazer o nome civil do estudante; para evitar qualquer tipo de problema às pessoas”.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação (MEC) disse não existir qualquer ato normativo federal sobre o assunto e que cada universidade pública tem autonomia para tratar do tema.”

Notícia copiada do Blog do Diniz Sena, que tirou a notícia do Terra.

Comentário do blog:

É quando leio notícias assim, que penso não devo estar tão errada em ainda acreditar, não de maneira utópica, e sim de maneira realista, que embora o caminho seja longo e de difícil acesso, podemos fazer diferente e claro, melhor. E que para isso basta bem pouco, apenas boa vontade e discernimento da parte daqueles que efetivamente podem, mesmo que de maneira tímida e limitada, dar o exemplo de que é possível uma sociedade menos intolerante, e que as diferenças e que nos permite a beleza.

A maneira como uma sociedade trata suas minorias é que define seu nível de desenvolvimento, é nisso que acredito!

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set
22


O Ministério público do Amapá continua em sua Consulta Pública contra a corrupção eleitoral. A intenção é saber o que a sociedade espera do futuro prefeito de Macapá.
O formulário pode ser acessado no site do MP ( www.mp.ap.gov.br).


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