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jul
06

The Secret Life of Words. Realização: Isabel Coixet. Elenco: Sarah Polley, Tim Robbins, Javier Cámara, Eddie Marsan, Steven Mackintosh, Julie Christie, Leonor Watling. Nacionalidade: Espanha, 2005.

Depois de ter representado uma doente em fase terminal em “A Minha Vida Sem Mim”, a atriz Sarah Polley volta a juntar-se a Isabel Coixet para o segundo filme em inglês da realizadora catalã, “La Vida Secreta de las Palabras”.
O filme não é lançamento e nenhum Blockbuster. E eu nem sei mais quantas vezes já assisti, mas é que  ele é daqueles filmes que mesmo tendo visto, você sempre para e fica lá…
A primeira, fui ao cinema instigada pelo título do filme, que já é inspirador por sí só, e foi muito mais do que esperava. O filme é de uma sensibilidade assustadora, profunda e ao mesmo tempo simples e bonita. É um filme lindo mesmo, com uma dosagem perfeita de cinismo, melancolia, simplicidade, alegria e humor. A trilha sonora é sensacional, as atuações de Tim Robbins e Sarah Polley, principalmente, são desconcertantes, belíssimas, assim como as de todos os demais integrantes do elenco.
Li alguns comentários de que o narrativa seria dispensável. Pra mim foi de uma abordagem muito sincera.

Trailer:

Frases memoráveis:

Josef: I thought um, you and I, maybe we could go away somewhere. Together. One of these days. Today. Right now. Come with me.
Hanna: No, I don’t think that’s going to be possible.
Josef: Why not?
Hanna: Um, because I think that if we go away to someplace together, I’m afraid that, ah, one day, maybe not today, maybe, maybe not tomorrow either, but one day suddenly, I may begin to cry and cry so very much that nothing or nobody can stop me and the tears will fill the room and I won’t be able to breath and I will pull you down with me and we’ll both drown.
Josef: I’ll learn how to swim, Hanna. I swear, I’ll learn how to swim.

Não traduzi e explico porque: o sotaque interpretado nesse filme faz toda diferença.

Ah, as palavras, sempre elas!

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jul
04

‘Cause I have no difficulty in saying I love you.

“Moon River”

music by Henry Mancini, lyrics by Johnny Mercer

Moon River, wider than a mile,
I’m crossing you in style some day.
Oh, dream maker, you heart breaker,
wherever you’re going I’m going your way.
Two drifters off to see the world.
There’s such a lot of world to see.
We’re after the same rainbow’s end–
waiting ’round the bend,
my huckleberry friend,
Moon River and me.

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jun
23

Acordei e queria comer dois bois e um brigadeiro, eu queria chorar e meus seios doíam muito. Eu sei, os meninos não estão entendendo nada, mas vocês meninas sabem de cara que o que eu tinha era tpm. Foi quando lembrei do trailer que vi semana passada, um drama, era isso, pensei: vou pro cinema chorar. Tpm faz dessas com a gente…

Fui assistir “Em Busca de Uma Nova Chance” ( The Greatest), e deu certo, chorei litros, mais dois copos. Mas foi bem mais que isso. O filme é bom. Um roteiro bem escrito, um diretor com timing perfeito e um elenco que por sí só já te leva ao cinema: Susan Sarandon e Pierce Brosnan. Aliás o roteiro é da Diretora também, estreante no circuito comercial, Shana Feste.

Se você é daqueles que acha que a vida já é dura demais e não permite ir ao cinema pra ver um drama, não vá. É drama de verdade, com final feliz é verdade, mas drama. O que me chamou mesmo atenção foi um roteiro dramático sem exageros e muito seguro. A trilha leve foi outra excelente escolha, quebra o climão mórbido do filme e ainda tira nossa atenção para o drama cru. Isso se você não estiver de tpm, como eu estava, claro.

É bom, mas não vá esperando um Lars Von Trier, é menos. E aqui pra nós, poucas atrizes fazem drama como Susan Sarandon. Pra mim, ela é o ponto alto do filme.

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jun
20

Depois do jogo Brasil x Costa do Marfim, de bobeira, passeando pelo canais pra escapar do “terceiro tempo” (os comentarista que ficam eternamente comentando o jogo), tive uma boa surpresa: No GNT estava passando “The Wiz” (O Mágico inesquecível, no Brasil). Sim, aquele com Diana Ross e Michael Jackson como espantalho!

O musical “The Wiz”, foi produzido pela Motown Productions e pela Universal Pictures em 1978. Um retrato urbano do livro de Frank Baun, “The Wonderful Wizard of Oz” (O Mágico de Oz).

Nem lembro quantas vezes assisti esse filme. Adorava! Assisti esse musical antes mesmo de assistir o original, e pra ser muito sincera eu gosto mais. Compreensivo, já que a primeira referencia foi ele, só depois conheci a  Dorothy loura. Mas claaaro, que com Michael Jackson no elenco, ficava fácil eu gostar muito. Naquela época eu já era fã (depois de um ano já posso dizer que sou fã sem que as pessoas caiam em cima, né?)

Mas independente de tudo isso, o filme é lindo, com canções maravilhosas. Um clássico, desses que vale mesmo até baixar. Uma boa dica para aqueles finais de semana em que a programação é debaixo do edredon com balde de pipoca e filmes antigos.

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abr
05

Não, “pesadelo no cinema” não é o nome de nenhum filme em cartaz, e mesmo que fosse, não me parece um título muito interessante, com esse nome, mais parece um filme B, no máximo.

Mas pesadelo no cinema não é tão difícil assim de acontecer. Especialmente se você mora numa cidade onde os dois únicos cinemas já são os próprios, pesadelos… Ir ao cinema só é considerado mesmo em caso de falta de opções, o que não é muito difícil imaginar com o afirmado acima. Aquela animação “oba! Hoje vou ao cinema” só rola mesmo quando é aquele filme, com aquele ator/atriz, daquele aquele diretor e aquele roteirista e é aquilo que você estava esperando, fora isso, só puro tédio, vontade de sair de casa a todo custo, briga com namorado(a) ou ainda (como faço) “aquele tempinho pra ficar sozinha”, eu por exemplo, adoro ir ao cinema sozinha, e vai ficar fácil descobrir porque nos próximos parágrafos.

Passada essas considerações a cerca da inevitável irritação de ir ao cinema nessas circunstâncias (leia-se: em Macapá City, onde moro) irritante mesmo são os tipos que encontramos lá. Seria trágico, se não fosse cômico, ou o contrario, que é igualmente verdadeiro. E há muitos tipos irritantes…

O Atrasado, que fica em pé procurando um lugar, dois se possível, pra ele e pra tchutchuca dele, pede licenças a cada 3 segundos e fica perguntando se perdeu muito do filme. – Grau de irritação: 5. Freqüência maior: Em comédias românticas.  Mas esse nem chega a irritar tanto, pois pode acontecer com qualquer um.

O Abusado, que coloca o pézão no banco da frente, esse já sobe no grau de irritação uns bons pontos. – Grau de irritação: depende de onde ele colocou o pé. Freqüência maior: Todos os gêneros. O Abusado se desdobra em vários outros tipos irritantes. O grau máximo que um Abusado pode chegar é O Cara do celular.

O Cara do celular brinca com a vida, porque sei que todos vocês, assim como eu já quis matar um! O Cara do celular é colecionador de adjetivos: sem noção, mal educado, ridículo, ignorante e por aí vai.

O falador, foi pro cinema pra bater papo, ou seja, confunde-se também com o Sem noção.  – Grau de irritação: depende também se ele sentou do seu lado ou não, vai de 5 a 10. Se esse for abusado ou ainda exibicionista, querendo que todos no cinema o escutem,pode quebrar o termômetro de irritação.

Tem também a molecada que grita em cenas de sexo principalmente (mas aí o risco é seu em escolher uma sessão lotada de adolescentes). Grau de irritação: 7-9. Freqüência: Comédias românticas, filmes de ação, sábados, quando os pais o deixam sair.

Ah, sim, os Apaixonados, que de tão apaixonados não se conformam em se agarrar no cinema, o que acho absolutamente “digno!”, mas fazer barulho beijando é demais. Grau de irritação: 6. Frequencia: Depende do tempo de namoro, se for o primeiro dia, sai de baixo que pode chegar a 10!

Existem muitos, e como falei, eles ainda se desdobram em mais e mais, tem ainda o comilão, o roncador e etc, etc e etc e tals. Mas nenhum desses me irrita mais do que aquele que chamo de irritador Mor: O narrador!

O narrador é o cruzamento do falador, aprendiz de vidente charlatão com o Sem noção (este último encontrado não só no cinema, e que vem povoando o mundo com uma rapidez incrível!).

O pior é que o Narrador fez um pacto com Murphy e o combinado foi: Todas as vezes que a Kiara for ao cinema, ela escolherá o acento ao meu lado. E assim se deu. Tenho a sorte (a má) de sentar sempre, eu digo sempre, do lado do Narrador. Antes eu tinha até aliado, mas hoje meu marido nem se irrita mais, ele ri, ri da minha cara, sabe que Murphy não me perdoa mesmo!

O filme rola e alguém pega uma faca e o narrador diz: “Ele pegou a faca!”, vai rolar uma perseguição e ele: “Olha, o carro em alta velocidade”, A muher se aproxima do carinha e no fundo a trilha é romântica e ele solta: “Eles vão se beijar” e quando isso acontece, ele não se contém: “Não disse!”. E ele não pára. O protagonista morre e ele diz num tom de triunfo: “ele morreu!”. “Eles estão brigando”, “A casa é mal assombrada”, “O carro é o modelo tal, ano tal”…

E eu, eu sigo morrendo. Morrendo de vontade de matar a criatura. Dessa forma, lembrei que tinha um blog e que nele posso mandar também, recados, e aqui vai um pra você:

Querido Narrador, cinema é uma arte áudio-VISUAL. Isso significa dizer que, a comunicação é expressa através da utilização de componentes visuais (imagens, signos…) e sonoros (voz, musica), ou seja, tudo o que pode ser ao mesmo tempo OUVIDO e PRINCIPALMENTE VISTO! Seu desserviço é completamente dispensável e nunca precisado.

Sugiro que segure seus instintos, pois vivemos em sociedade, e essa mesma sociedade me diz que também tenho que segurar os meus, que não posso estrangulá-lo, nem usar de nenhum outro método para assassiná-lo. E o pior é que como meus pais me programaram para ser educada, nem dar uma bronca estou apta. Mas…

Pode ser que o meu “Dia de fúria” chegue, e aí você não estará a salvo. Mas não se preocupe, não haverá sangue jorrando pra todos os lados até empoçar o cinema, pois embora goste demais de matar (em meus pensamentos) no estilo “Kill Bill”, prometo que o mato com o sabre de luz do marido (sim, ele mata na versão jedi). Assim, posso parti-lo no meio e ao mesmo tempo já cauterizar o  corte, vez que tenho muito apreço pelos demais freqüentadores normais do cinema, que gostam de cinema e não querem ter seu filme atrapalhado nem por você, nem pelo seu sangue.

Beijo SE liga!

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fev
21

“3 nedlles”, em português “unidos pelo sangue”,narra três histórias da luta contra a crise mundial que é a Aids.

– Na China, um mercado negro de colheita de sangue que provoca um foco em uma vila rural.

– Em Montreal, um ator pornô esconde seu estado HIV levando sua família a um caminho chocante.

– E, na África, uma noviça faz um sacrifício desesperada para proteger a saúde dos trabalhadores da plantação local.

Um dos melhores filmes que já vi em muito tempo, mas também uma das mais angustiantes e provocador. Desconfortável, mas gratificante e algumas excelentes e poderosas performances, o elenco é maravilhoso. Assista o trailer:

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fev
19

Dysenchanted, não teve tradução em português, mas pode ser traduzido como “desencantada”, do roteirista e diretor Terri Miller.

Eu sou simplesmente apaixonada por esse curta (2004) de 8 minutos, descobri muito sem querer em minhas “andanças” pela net, há alguns aninhos. E por que me apaixonei?

Simples. No filme, sete heroínas dos contos de fadas (Cachinhos Dourados, Bela Adormecida, Cinderela, Branca de Neve, Alice, Dorothy, e Chapeuzinho Vermelho) fazem parte de um grupo de terapia, para que consigam lidar com o que vem depois do “felizes para sempre…”. Quando Clara, uma mãe solteira com estresse se junta ao grupo, descobre que a vida não é um conto de fadas, o que não significa que ela tem que desencantar (“dysenchantment”) igualmente para sempre!

Os diálogos são hilários, pois nunca imaginamos nossas heroínas infantis entre lamentos e reclamações sobre seus problemas pessoais.

Infelizmente, não achei de maneira nenhuma o filme com legenda em português, e é nessa hora que você vai se arrepender de não ter levado o inglês a sério, né. Enfim, não dá pra ganhar todas! Mas que o curta é bom, ah, é sim!

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fev
15

cinema1

Estou fazendo uma oficina de roteiro. O professor é o Ivan Carlo, ele é um ótimo professor, deixa a coisa parecer super fácil, típico dos que sabem repassar conteúdo. Alunos super interessados, sala sempre cheia e gente que quer somar. Pra mim, é um ótimo exercício de criatividade, e principalmente, claro, oportunidade de aprendizado. Aprender coisas novas é sempre desafiador, e eu gosto muito disso.

E ta tudo muito bom, tudo muito bem, mas é de como tem sido pra mim que vim falar. Adianto que no mínimo estranhamente engraçado.

Amo cinema, sou do tipo que vai ao cinema sozinha sem constrangimento algum e isso todo mundo sabe. Adoro curtas, e dou muito valor em quem trabalha com cinema e artes visuais, acho que é uma área interessantíssima, uma das mais criativas formas de arte. No post anterior até contei que meu carnaval seria com desfile de filmes clássicos. E até aí, nenhuma novidade. O engraçado é perceber em cada aula que minha paixão, ia chamar mesmo de “vinculo” com a literatura e o teatro, é tão forte que as vezes me impede de “pensar em imagens”.

Na literatura, a “ação” acontece sempre do ponto de vista de um personagens, vamos dizer… de dentro do mundo pessoal do personagem principal, de sua mente. Se formos prestar atenção, estamos sempre em contato com psicológico daqu

ele, mesmo que a primeira vista, ele “só” está ali narrando algo, pois não há narrativa literária sem interferência pessoal.

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No teatro, acontece diferente, mas ainda bem longe do cinema. A mesma “ação” que citei que acontece na literatura, acontece no palco, a platéia torna-se igualmente parte do elenco. Tudo é passado através da linguagem falada, a palavra.  Você está lá, basicamente, pela promessa verbal.

O que acontece comigo? Estou absolutamente acostumada, e treinada para pensar dessas duas maneiras, minhas ligações neurais se negam, pelo menos num primeiro momento, de brincarem diferentemente. Um bom exemplo que tenho de como isso acontece foi quando fui aprender espanhol (língua que adoro escutar!). Sempre fui apaixonada por línguas e embora tudo fique mais fácil depois que sabemos uma língua latina (o português) e outra saxã (no meu caso o inglês), na hora de falar espanhol, estava tudo lá na memória: as regras, pronuncia e tudo mais. Quando no meio de uma frase, da metade pro fim, as palavras saiam em inglês. Claro!, meu cérebro “pensa” logicamente, se não estou falando português, ele fecha essa ligação neural e dá espaço para outra que já está também completa, o inglês.Então, no curso de roteiro acontece o mesmo, é mais ou menos assim:

O professor fala de narrativa linear e cronológica e imediatamente, eu penso em “A viagem do Elefante”do Saramago. Só depois disso que vou buscar um filme, ou presto atenção no exemplo dado. Numa não linear, que mistura tempo cronológico com psicológico, lembro de “Memórias póstumas de Brás Cubas” de machado de Assis (amo esse livro com toda força!) . Enquanto todo mundo pensa em “Pulp Fiction” como exemplo de narrativa não linear, lá está a lesada da Kiara pensando em Virgínia Woolf, mestra nessa linguagem. Fala-se de narrativa em flash-back e é inevitável que eu pense em “Dom Casmurro” de Machado ou “Morangos Mofados” do Caio Fernando Abreu, e eu bem que podia lembrar de pronto do clássico “O crime não compensa”, mas não… O assunto é flash-forward e na minha cabeça vem a narração de “O presidente negro” do Lobato. E por aí vai…

Sem contar nos exercícios em casa. O professor dá dicas de como assistir um filme e pensar como roteirista: “Parem um momento e pensem, com a pausa como recurso, como você resolveria aquela cena”. E eu só prestando atenção nas atuações dos atores. E em meus seculares exercícios de como uma transmitir uma emoção dos cursos de teatro…

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O pior mesmo é que o Ivan, o professor do curso, que além de meu amigo, e igualmente blogueiro, é capaz de estar, neste instante, lendo tudo isso, balançando a cabeça, com o efeito sonoro bucal: “tsc, tsc…”! Sinto que vou decepcioná-lo. Será?

Mas estou melhorando, ou tentando acreditar. Juro. Na terceira aula, já consegui pensar mais em imagens, e se for uma aluninha aplicada, quem sabe daqui a outras três aulinhas, não estarei pensando com “cabeçalhos” e percebendo os “ganchos” na própria aula, ou ainda em um “gimmick”que resolverá de uma vez por todas, minha atual situação problemática. Meu pensamento literário e teatral. Mas poderia ser pior, imagina um não pensar… Bem, bem pior!

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fev
12

Ou melhor, o feriado.

Esse ano vou “pular” o carnaval. E não é que eu não goste de carnaval não, mas sempre espero chegar bem pertinho pra saber qual é a minha, se vou comprar peruca colorida e estoque de engov ou se ficarei no quentinho da minha casinha. E esse ano, ficarei com a segunda opção… Por isso até o nome do post, porque do contrario não tinha nada pra planejar, era só Ir e “Çijogar”!

Movie_Night_by_DalaiHarmaAssistir filmes, muitos filmes, principalmente os clássicos. Não sei o porque disso, mas quando meu carnaval é em casa, sempre quero assistir filmes clássicos, deixo sempre os lançamentos e minhas caçadas por filmes argentinos pro resto do ano, é como se fosse uma espécie de carnaval a com marchinhas e batalha de confetes, fantasias de pierrot, colombinas, bailarinas e marinheiros. Deixa aí na caixinha de comentários sugestões, vou adorar tua ajudinha. E claro, volto pra prestar conta com vocês e falar do saldo das sessões.

Quero ver também se consigo terminar um livro que já se reposicionou na fila várias vezes e nada, acho um crime começar um livro e não terminá-lo. Como poderei dizer que é ruim, pelo menos, e vai que eu me surpreenda… Não rola, esses dias eu o venço.

No mais, tentarei correr todos os dias. Ah, sim! Tem um monte de coisa que preciso arrumar, guarda roupa, estante de livros, papeis, entre outras coisinhas, mas… (longa pausa)… (outra para um copo d’água)… não prometo nada!

ENtão fica combinado assim, pra mim, sessão pipoca. E pra você que vai “çijogar!”, não se comporte, que do contrario, não tem graça! ;)

p.s.: Ai! Como eu queria ser essa na foto… Eu e meu vício de pipoca!

nov
10


Uma das prioridades do Ano da França no Brasil, que acontece desde 21 de abril e vai até o dia 15 de novembro, é mostrar uma frança moderna, aberta e diversificada mais de 600 eventos já foram apresentados ao público brasileiro e o SESC Nacional foi um dos primeiros parceiros da Embaixada da França a mostrar interesse em participar destas comemorações.
A partir daí foi criada a Mostra do Cinema Francês Contemporâneo com oito filmes selecionados pelos Cahiers du Cinéma.
Em Macapá, a Mostra do Cinema Francês Contemporâneo será realizada no período de 09 a 13 e de 16 a 18 de novembro, na Sala de Exibição Charles Chaplin, nas dependências do Sesc Araxá e funcionará a partir das 19h.
Programação:

09/11 – Filme: “A Esquiva” (L’esquive – 2003; 117 min.)
10/11 – Filme: “Até Já” (A tout de suite – 2004; 95 min.)
11/11 – Filme: “Assassinas” (Meurtières – 2006; 97 min.)
12/11 – Filme: “De Volta à Normandia” (Retour en Normandie – 2006; 113 min.)
13/11 – Filme: “O Último dos Loucos” (Le dernier des fous – 2006; 96 min.)
16/11 – Filme: “Povoado Number One” (Bled Number One – 2006; 100 min.)
17/11 – Filme: “A França” (La France – 2007; 102 min.)
18/11 – Filme: “Tudo Perdoado” (Tout est pardonné – 2007; 105 min.)

Informações:
Sílvio Carneiro (Técnico de Cinema – SESC)
Telefone: 8132-2705 / 3241-4440 R/ 257 256

Dica do blog do Ivan.

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out
22

BMW Vermelho

O curta brasileiro desta semana é uma comédia (ficção) em que:

“Uma família humilde recebe um verdadeiro presente de grego: um carro de luxo, que não pode ser vendido por dois anos. Para piorar a situação, ninguém sabe dirigir. O tempo passa, e o automóvel acaba tendo usos bastante inusitados…” Vc assiste o curta aqui mesmo no blog, é só clicar no nome do filme ao lado, em Curtas Brasileiros. Curta Aqui!... Aproveitem!

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out
17


A novidade é a seguinte: a partir de agora, toda semana vai rolar um curta brasileiro aqui no blog. O primeiro foi “O sumiço do amigo invisível”, em comemoração ao dia das crianças. Espero que gostem, assistam e aproveitem!

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