Manhã de segunda-feira com tempo livre – presente que recebi da secretária do consultório médico que ligou cancelando a consulta. Penso rápido e o novo destino então, é a livraria. Otimista incorrigível que sou, no caminho penso, “segunda de manhã indo à livraria?… hum, a semana promete.”
Entre uma estante e outra, meio jogadinho em cima da bancada, um nome me chama atenção: Hans Christian Andersen. E o mais surpreendente, como o ilustrador do livro! Não precisou de mais nada, troquei umas ideias com a dona da livraria e logo trouxe ele pra casa. Mas se depois de ter lido o nome de Hans, você ainda está se perguntando o porque de tanta empolgação que vale um post, eu explico:
Só parece que você não sabe de quem estou falando, mas Hans Christian Andersen é considerado o pai da literatura infantil, tanto que o Dia Internacional do Livro infantil tem como data 2 de abril, por causa de seu nascimento em 1805. É o autor de clássicos como “O patinho feio”, “A pequena sereia”, “A roupa nova do rei”, “O soldadinho de Chumbo”, “A pequena vendedora de fósforo” (um dos meus preferidos quando criança, lembro de chorar muito quando leram pra mim! rs), “A princesa e as ervilhas”, entre outros.
Ficou mais fácil? Pra mim ficou ainda mais empolgante:
Os poemas do livro foram escritos a partir de papercuts de Hans Christian Andersen, que pertencem a dois acervos da Dinamarca: The Royal Library (na capital, Copenhague) e The Hans Christian Andersen Museum (na cidade em que nasceu, Odense). Andersen deixa-se revelar pela habilidade que tinha com o papel e a tesoura. E os seus desenhos recortados são delicadamente decifrados pela poesia instigante e criativa de Gláucia de Souza.
Os poemas, que são de Gláucia de Souza, são lindos, delicados (como recortes de papel) e verdadeiramente tocantes, muito bem escritos. Eu que adoro literatura infantil, já estou procurando seus outros livros. Não tenho filhos, ainda, mas esse já entrou na listinha dos “lerei para as crias!”.
























Assistir filmes, muitos filmes, principalmente os clássicos. Não sei o porque disso, mas quando meu carnaval é em casa, sempre quero assistir filmes clássicos, deixo sempre os lançamentos e minhas caçadas por filmes argentinos pro resto do ano, é como se fosse uma espécie de carnaval a com marchinhas e batalha de confetes, fantasias de pierrot, colombinas, bailarinas e marinheiros. Deixa aí na caixinha de comentários sugestões, vou adorar tua ajudinha. E claro, volto pra prestar conta com vocês e falar do saldo das sessões.

Um balão no meio da rua. No meio dos carros…



