O maior erro do Domingo, erro mesmo fatal,
que lhe custou muitos adeptos, foi ter escolhido mal seu sucessor:
Segunda!
O maior erro do Domingo, erro mesmo fatal,
que lhe custou muitos adeptos, foi ter escolhido mal seu sucessor:
Segunda!
Semana de avaliação para o Haji e o drama ficou por conta da matemática. Um drama! Dele? Nada. Meu mesmo!
Começou com a notícia. Na segunda a noite, ele “lembrou”:
- Ah Tia, sexta feira recebi o programa da prova de matemática, que será quarta-feira!
- QUARTA-FEIRA HAJI??? QUARTA-FEIRA??? HOJE É SEGUNDA… A NOITE.
É nessa hora que eles fazem aquele olhar do Gato de Botas no Shrek… – Vai dormir que amanhã a gente estuda… E essa semana não tem futebol para o Senhor, não!
Um drama! Dele? Nada. Meu mesmo! Ele gosta de matemática, mas como havia ficado dodói e faltou uma semana, haviam uns “detalhes” (ele me disse) que não sabia.
Algum professor de matemática por aí? Sério minha gente, como vou ensinar “mmc” e “mdc” pro Haji?! Eu só conheço AC/DC… No máximo uns M&Ms! E pensar que quando criança já quis ser professora de matemática. Humpft!
Estudamos. Vamos ver que nota eu vou tirar, opa, ele vai. E no mais, queria mandar um beijo pra Dona Matemática e aquele recadinho: “Querida Matemática, cresça e resolva seus próprios problemas!”
Por motivos pessoais e familiares, meu sobrinho Haji está este semestre com a gente, aqui em casa, de mala e cuia, quarto arrumado pra ele, e um despertador pra acordar as 6:30 toda manhã. Só não nos finais de semana, quando fica num com o pai, no outro com a mãe, quando estiverem na Cidade.
Não preciso dizer que não é sacríficio algum. Haji é o mais novo dos sobrinhos (11anos), é inteligente, lindao, e só quer saber de bola e video game. Mas na casa da titia, só tem bola e video game pra quem estuda. E ele já viu que a coisa é séria, essa regra vale até para o tio dele, vulgo meu marido.
E no dia em que vinha pra casa, soube da novidade:

-Tia, a Senhora é boa em textos? Textos, assim, tipo redação? Victor disse que a Senhora é poeta…
-Gosto muito, acho que sou um tico assim, boa em textos…
- A senhora me ajuda… Assim, me ensina?
- Ensino sim. Respondo já com aquele sorriso imaginativo e pergunto de volta:
- Voce tem vontade de escrever?
-hum… É, tenho vontade. Principalmente assim… De tirar todos os pontos que preciso na minha recuperação.
E foi assim que ele me contou que havia ficado em redação. Agora é honra, ele vai gostar de ler. E de quebra, de escrever. Ou pelo menos, não terá mais problemas com a professora Bianca, de redação. Podem aguardar os próximos episódios. Muito trabalho, suor, drama, brigas, castigos talvez, e claro, muito amor também!
Minha gaveta de alegrias já estava ficando triste de ficar vazia.
Maçanetas novas dão boas vindas as novas alegrias!
Para meu sobrinho Gustavo, com 3 dias de Vida. Seja Bem vindo! Aqui não haverá o quentinho do lado dentro da barriga, mas terá o Amor da Titia! =)
#Muita coisa acontecendo, novos projetos profissionais em andamento e uma reforma tem sido o foco de minha ansiedade ultimamente. Mas o mais engraçado disso, é que são nessas épocas de “vucu-vucu” que eu mais produzo, digo, literariamente. As palavras insistem em me tirar pra dançar bem na hora que preciso de concentração para planilhas e relatórios. Conclusão: centenas de anotaçõeszinhas, crônicas pela metade e outros tantos versos incompletos… Deve ser coisa de gente ansiosa… Vai saber.
#Depois da “revolução da fé e possessão”, essa semana foi a vez do “DAS AÇÕES DO DEMÔNIO” querer ser meu amigo no orkut. Muito medo! Eu eim…! Tem mesmo gente pra tudo, e ainda sobra!
#Sobrinhada entrou de férias, metade vai viajar, mas antes disso, minha casa fica lotada, eles se mudam pra cá e tomam conta do computador, telefone (o telefone está para os adolescentes assim como cartão de crédito de mulher está para “promoções”), meu quarto, escritório… Uma bagunça, que eu AMO!
#Estou in-con-for-ma-da! Junho passou e eu não comi nenhuma das comidinhas de são joão, acreditam? Eu já falei por aqui n vezes o quanto adoro engordar nessa época, e esse ano nada, quer dizer, engordei, mas não das calorias que eu queria, rsrs.
#A boa notícia, quer dizer, excelente notícia, é que o marido, que trabalhava no interior chegou à capital. Pense numa mulher feliz!
#Tenho me afundado nas palavras do Paulo Leminski. O abismo mais lindo em que se pode cair.
#Em época de twitter, muita gente falando mal do orkut, pelo que percebo, virou “cult” fazer isso. Mas eu? Never baby! Nunca que eu apago meu orkut. Tem os contatos que a gente passou uma vida pra achar e… Bem… Onde vou ver tanta bizarrice junta? E melhor, algumas de gente que eu conheço?
#Por falar em twitter, gostaria de mandar aquele abraço para os políticos que já estão surtando por lá. Muito cedo queridinhos, muito cedo. Nem noiva neurótica surta com tanta antecedência! Deixem o babado, confusão e tiroteio pra mais perto das eleições, se não chega lá, a gente não vai mais querer saber!
# O Neste Instante ganhou um leitor novo. Ele me mandou um e-mail pra me dizer, que foi porque leu a frase “A felicidade disse que pra ser Vida só é preciso ter Coragem”, no rodapé de um e-mail meu, encaminhado a ele por um amigo. Achei fofo ele ter me dito. Obrigada, viu! =)
#Ah, tem uma dica de livro. De livrinho. Sabem aqueles livros “paradidáticos” que ficam a vista da gente perto do caixa das livrarias, desses que a gente pega por serem baratinhos e pequenos, para aqueles momentos de leitura tira-gosto? Então, foi assim que comprei “Cultura Letrada”, da Márcia Abreu. Fala sobre a complexidade no debate científico e cultural, numa linguagem objetiva e despretenciosa. Pra quem se interessa por literatura, fica a dica.
Recebi um e-mail. Daquele meu amigo, amigo mesmo, do colégio, fizemos faculdade juntos, pelo menos começamos juntos. Amigo mesmo, daqueles que você sempre lembra. Mas como mora longe há muito, não rola nem aquele encontro no supermercado onde todos dizem: “-Vamos marcar!-Sim!-Mas vamos marcar mesmo!”
Recebi um e-mail dele perguntando o número do meu celular, que estava vindo à cidade. Mandei o número, depois até esqueci. A tal vida adulta é assim, ela nos faz esquecer um montão de coisas. Enfim, achei que era um “Vamos marcar”. Achei fofo, mandei um “como estás? Fica Bem.” Eu fiquei.
Pois nesta sexta, recebo um telefonema com um código de área que não conhecia e era meu amigo! “Vamos marcar, estou em Macapá!” Sim, eu disse num sorriso. A última vez que havíamos nos encontrado foi num avião, ele lembrou, “você estava indo buscar seu vestido de noiva”, minha nossa! Fazem mais de 7 anos…
Hoje nos encontramos, reencontrei os pais dele também, nossa, como o tempo passa! Muito bom ver o tempo passar pra quem está bem com o tempo e ficar feliz pela gente também. É nessas horas que percebemos como estamos. E o melhor, depois de um rápido resumão do que aconteceu nesses anos, fora o que sabemos de orkut, e daquela conversa annual por msn, ter ainda muito assunto, assunto presente e futuro, não passado, e que um próximo encontro vai ser possível e querido é o mais gostoso. Perceber que sim, somos amigos ainda, eim? Uma delícia.
Reconhecimento mútuo, ainda gostamos e queremos nos aventurar pelo mundo, “putz quem sabe uma viagem juntos, eu você seu marido e minha namorada?”, ainda somos os mesmos CDFs disfarçados de cool… Muito bom mesmo!
Ei Vinicius, quis procurar uma de nossas fotos juntos pra ilustrar esse post, deve haver algumas em algum lugar, afinal, vivíamos grudados, mas confesso, deu preguiça. Mas em todo caso: Vamos marcar, mas vamos marcar mesmo, eim! =)
Hoje passei pela estação da Luz em São Paulo. E pra minha surpresa, o piano ainda estava lá, achei que ele já tinha ido embora, mas ele estava lá. Meu sorriso foi instantâneo, mas infelizmente não deu pra sentar e relembrar um pouquinho das aulas de piano do Conservatório e das aulas (que tenho como uma de minhas melhores lembranças) da professora Lucia Uchôa.
Mas tirei foto da pessoa que estava tocando. E ela estava tão concentrada que resolvi que dessa vez ficaria mesmo só olhando pra ele e escutando seu canto. Fiquei mesmo muito feliz de ter o visto ainda lá, vez que conhecia somente de notícia dele.
Pra quem não sabe, é isso mesmo, um piano bem no meio da estação de Metro/Trem, pra quem quiser tocar, ou apenas tocar com as mãos, sentar-se ao piano e senti-lo, conhecê-lo. Quão bacana é isso?
A história de disponibilizar os dois pianos ao público começou em outubro de 2008 quando o Sesc-SP instalou em parceria com o artista inglês Luke Jenam pianos com a inscrição Toque-me, sou teu em vários espaços públicos da capital, incluindo as estações Luz e Santo Amaro.
Em 2009, o Sesc doou os dois pianos da marca Zimmermann para a CPTM. O projeto deveria durar apenas algumas semanas, mas os pianos caíram no gosto do público e devem ficar por tempo indeterminado. Tal é o sucesso do Toque-me, sou teu, que a CPTM produziu o CD – Piano na Luz como parte da comemoração por seus 17 anos em junho de 2009. Participaram do disco as sete pessoas que mais se destacaram em suas apresentações espontâneas.
Repito: Quão bacana é isso? Mais que bacana, né! Quantas pessoas passariam a vida inteira sem mesmo nem ver um piano? Quantas pessoas nem mesmo sabiam da existência desse instrumento? Quantas pessoas, crianças principalmente, não passaram por lá e assim que o escutaram decidiram que querem tocar piano? Quantas outras possibilidades?… E a melhor delas, a possibilidade do conhecimento.
Ele ainda está lá, e isso deixou meu dia mais feliz!
Essa foi uma semana cheia, lotada de coisas pra resolver. Não tive tempo algum de atualizar o blog. E esse final de semana foi só pra Ele, o Namorido, já que vai ficar um tempinho fora viajando. E com o clima de Dia dos Namorados, a coisa ficou ainda melhor. Quando casamos, avisei logo: Se um dia você deixar de ser meu namorado (de me namorar, claro) deixo de ser sua mulher! Pacto digno e justo, não! =)
Dia dos Namorados? Ah, eu adoro a data, e enquanto uns pregam o discurso raivoso de que é apenas uma data que o comercio inventou pra ganhar dinheiro, aproveito pra curtir o lado que me apetece, o do romance. Permitir o clima entrar pra mudar a rotina, dar cor ao dia-a-dia, bancar a boba apaixonada e perceber que minutos depois que a gente se deixa levar, já não estamos “bancando” nada, e sim sentindo quão bom é essa “bobagem” toda!
Embora não seja a mulher mais romântica do mundo, e quem me conhece sabe, adoro o romance. Os joguinhos (no melhor dos significados da palavra) de amor e etc, etc e etc também. Afinal, o romance que a gente faz, é a nossa novela, nossa comédia romântica da vida real.
Enfim… É apenas uma intuição, uma intuição feminina, de que felicidade trata-se mesmo, de uma inconsciente sucessão de venturas… Que uns insistem em chamar insanidade desmedida.
Que seja. Que foi. Que venham.
De toda as sujeições ao acaso…
Que tenho, ainda, pra viver
Não me atrevo em todo caso
Defini-las então aventuras
Se à elas, arrisco-me sem você.
Desde quando falei há uns 2 meses que estou querendo engravidar, as conversas com as pessoas acabam enveredando para as crianças, especialmente, claro, com as amigas que têm filhos ou as que estão grávidas. Até aí nenhum mistério.
E quando se fala em crianças, há de se falar em seus hábitos, brincadeiras e em como elas deixam as mães loucas pois nunca param… E é aí então que surge o assunto “Xuxa”! Sim, a Xuxa, mãe da Sasha, que acredita em doentes, opa, doendes!
“ODEIO A XUXA! MEU FILHO NÃO VAI ASSISTIR ESSA RETARDADA!” É o queeu sempre falo. Como continua a conversa? Com todos rindo da minha cara:
“-hahahah, voce é que pensa que odeia a Xuxa, quando moleque ficar quietinho assistindo-a você vai amá-la!”
“-hahaha Duvido! A Xuxa é a única capaz de fazer com que esses moleques nos deixarem fazer as unhas ou tomar um banhinho mais demorado”
“-hahahah A Xuxa é quem nos salva nos dias mais agitados, eles ficam grudados na frente da TV!”
E eu continuo: “Na minha casa não entra Xuxa. Tenho certeza que tem os genéricos. E ainda tem Cocoricó, Teletubbies e etc, XUXA NÃO!” E continuo escutando com sarcasmo:

“hahahah Pois ele vai escutar na escola, vai saber todas as letras e vai pedir!” E eu respondo que sejá lá!
“hahaha Vou te dar de presente” ou ainda “hahah você vai se render e isso todos sabem”
Eu rio e continuo firme. Afinal eu abomino a Xuxa, gente. Não é que não dê, é que não dá, sabe?! Acho tudo tãoooo fake, tão antipática, tão… tão!
Eu gosto mesmo é da @xuxaverde! Não sabe quem é a Xuxa Verde??? Eu também não conhecia, mas hoje eu a adoro, hahaha. A Xuxa Verde é uma criação bizarra e divertida de alguém que viu os videos do programa da Xuxa ainda na época do Clube da Criança na Manchete. Os vídeos são de qualidade tão baixa e tão antigos que a imagem fica toda verde (dai o nome nonsense) e resolveu fazer uma conta fake no twitter. Os tais vídeos é de quando a xuxa não tinha paquita e nem ajudante de palco, ela fala errado, com as típicas cara e voz de retardada que ela tem, aparece gritando com as crianças coisas do tipo:
“Senta lá baixinho, senta lá, não me responsabilizo se voce se machucar, eim!”, ou a famosa “aham Claudia, senta lá!” quando uma menina lhe pede algo.
No twitter a @xuxaverde sim me diverte! Fala as coisas mais sem noção, tudo baseado em fatos da verdadeiras e ainda nas mancadas que “oficial” deu no twitter. É hilário, mas só seguindo mesmo.
Outro dia escutei de alguém que concorda comigo quando digo que a Xuxa é uma retardada que pode fazer mal para o desenvolvimento psicológico dos meus filhos (#DramaModeOn!): “Minha irmã foi criada pela Xuxa na Tv, e tenho certeza que a metade das ‘sequelas’ que ela tem hoje é daí!” Claro que morri de rir, né!
Mas eu sei, “vamos ver até quando ela continua com o discurso” a maioria deve estar pensando agora. E que saber?… Eu até acho que deve ser mesmo um santo remédio para aqueles dias em que o moleque tá que tá (não vou me iludir que o meu vai ser o quietinho, né. Ainda mais considerando o meu background, rs.) E pelo que os pais me falam, esses dias são praticamente sempre!
E vou além, acredito até que posso (eu disse posso… pos-si-bi-li-da-de eim!) vir a me render aos “Só para Baixinhos” vol. 1, 2, 5, 9, 15, e 17. Quem sou eu pra ir contra toda uma cultura, e principalmente duvidar desses seres, que são os únicos que sabem o que falam, as mães!

Mas… Enquanto o moleque não vem, e enquanto eu não me render definitivamente, posso continuar dizendo o que acho e defendendo o meu direito de que se alguém vai deixar meu filho sequelado e candidato a terapia será a mãe dele e não a Xuxa – ( afinal, é pra isso que servem mesmo as mães: nos levar até a terapia… E não vem com essa que lá no fundinho você concorda comigo, só não é lesada que nem eu de dizer publicamente!) Não é mesmo @xuxaverde?
Essa semana, presenciei um ato de covardia absurda no trabalho. Mas o pior mesmo é quando comportamentos covardes vêm seguidos pela surpresa de ter sido praticado por pessoas das quais não se espera.
Sim, me afetou. Mas o que ficou mesmo, pelo menos pra mim, foi a reflexão a respeito do assunto. Covardia. Na minha criação, assumir um erro, voltar atrás ( não importando o tanto que você tenha andado no caminho enganado), encarar de frente, sempre foram pautas sem muito espaço pra discussão, ou é ou não é.
Lembrei de uma frase que escutei ha alguns anos de um professor na universidade:
“A consciência vale por mil testemunhas.” (Quintiliano)
Hoje o dia tá corrido e não vai ter post novo. Porém, não posso deixar pelo menos um post velho sobre o Dia Mundial da Água, já que esse é também assunto velho à espera de consciência renovada para novas soluções:
Dia Mundial da Água – 22 de março
No blog Feito, refeito, Desfeito tem mais informação sobre o Dia: Aqui!
Nunca namorei sério, nunca namorarei sério… Namorar é verbo pra ser divertido.
Só sei namorar rindo!
Ou melhor, o feriado.
Esse ano vou “pular” o carnaval. E não é que eu não goste de carnaval não, mas sempre espero chegar bem pertinho pra saber qual é a minha, se vou comprar peruca colorida e estoque de engov ou se ficarei no quentinho da minha casinha. E esse ano, ficarei com a segunda opção… Por isso até o nome do post, porque do contrario não tinha nada pra planejar, era só Ir e “Çijogar”!
Assistir filmes, muitos filmes, principalmente os clássicos. Não sei o porque disso, mas quando meu carnaval é em casa, sempre quero assistir filmes clássicos, deixo sempre os lançamentos e minhas caçadas por filmes argentinos pro resto do ano, é como se fosse uma espécie de carnaval a com marchinhas e batalha de confetes, fantasias de pierrot, colombinas, bailarinas e marinheiros. Deixa aí na caixinha de comentários sugestões, vou adorar tua ajudinha. E claro, volto pra prestar conta com vocês e falar do saldo das sessões.
Quero ver também se consigo terminar um livro que já se reposicionou na fila várias vezes e nada, acho um crime começar um livro e não terminá-lo. Como poderei dizer que é ruim, pelo menos, e vai que eu me surpreenda… Não rola, esses dias eu o venço.
No mais, tentarei correr todos os dias. Ah, sim! Tem um monte de coisa que preciso arrumar, guarda roupa, estante de livros, papeis, entre outras coisinhas, mas… (longa pausa)… (outra para um copo d’água)… não prometo nada!
ENtão fica combinado assim, pra mim, sessão pipoca. E pra você que vai “çijogar!”, não se comporte, que do contrario, não tem graça!
p.s.: Ai! Como eu queria ser essa na foto… Eu e meu vício de pipoca!

O botão “pipoca” ( Sim! Aquele mesmo!) é mesmo tão incrível quanto o do “foda-se”.
Vc aperta e não precisa fazer mais nada, é só esperar acontecer!
Numa entrevista que não aconteceu, O Ivan, do blog Idéia de Jeca Tatu, me perguntou sobre meu interesse por poesia, se teria surgido de repente, mal súbito, ou ainda se os sintomas haviam demorado a aparecer. Ontem conversando sobre poesia, era esse a principal discussão, como e porque, e principalmente por que poesia?…
Sabe que eu nunca tinha parado pra pensar direitinho? Mas sei que não foi mal súbito. Não, não foi. Foi então que resolvi responder a pergunta que não quis calar:
Fui procurar nas memórias da Kiara criança, pois sabe-se que as experiências que mais marcam nossa personalidade estão lá, na infancia . E é interessante quando pensamos nisso, não é?… O menor tempo que passamos vivos define o maior, que é a vida adulta.
Talvez uma das histórias mais interessantes de como um evento na infância pode definir quem somos é do meu pai. Ele é violinista. E adivinha o porque inicial de toda aventura de uma vida inteira dedicada à musica… Quando ele era criança, assistiu o desenho animado “Os três porquinhos”, no qual um dos irmãos porquinhos tocava um instrumento interessante, que ele descobriu ser o Violino! O resto é floreio, e o meu floreio não chega aos pés do floreio que ele sabe dar as suas histórias e estórias.
A maior influência na minha vida, bem como dos meus irmos, é sem dúvida, a música, sou filha caçula de uma família de músicos. E menina moleca, nunca gostei muito de bonecas, a musica sempre me foi familiar e acompanhante. Adorava brincar de cantar, tocar, e até estudei canto e piano, mas isso é outra história. O que interessa aqui é que quando vou buscar na memória o amor pela musica, passa sempre pela atenção que eu tinha pelas letras de tais musicas, todas elas. Gostava principalmente daquelas palavras que eu não sabia o significado e ficava inventando um. Eu gostava mesmo das letras, das palavras e como elas se juntavam. Lembro que foi por isso (e também porque eu havia desistido de lutar judô) que quis estudar inglês, queria saber o que palavras eram aquelas nas musicas que eu gostava… e cantava.
Mas não parei aí, isso ainda não respondia completamente o porque poesia.
Procurei na memória o primeiro livro que li, pra pensar em minhas influências, coisa e tal. Mas procurei muito mesmo, não achei. Cheguei a conclusão de que fiz isso inconscientemente, esqueci meu primeiro livro de verdade e como uma boa moleca traquina, coloquei no lugar um outro livro, um livro de poesia, tenho certeza disso. Foi isso! Troquei nas gavetinhas da minha memória o primeiro livro que li por outro, um que gostei mais. A gente faz esse tipo de seleção com as coisas que gostamos o tempo inteiro, a única diferença é que como adultos temos consciência de que fazemos isso inconscientemente… Então ficou assim, fui buscar na memória o porque de poesia, achei meu primeiro livro, era de Poesia: Livro “Para gostar de Ler ” volume 6 – Poesias. Editora Ática – 1980, do qual falo num outro post em que fiz um poema em homenagem a ele, esse aqui. Na época desse livro, eu já gostava de ler, por isso sei que não foi meu primeiro livro, sei disso porque fui, nessa mesma época, presidente do clube de leitura da escola primária.

Henriqueta Lisboa, Mario Quintana, Cecília Meireles, Vinicius de Moraes entre outros recitaram pra mim naquele livro. Tenho-o ainda hoje, meu tesouro. Sei de cor, de coração a seqüência dos poemas. Foi nessa época também que comecei a trocar o restante das bonecas pelos livros, principalmente depois de ler Lobato (sobre esse episódio aqui).
…“Só sei que foi assim…”, exatamente isso: juntei tudo, a música e a palavras (principalmente essas). Letras, rimas, combinações de sons, timbres e compasso, ou seja, a poesia fazia muito sentido. Ela tinha tudo isso! Não me admiro que Mario Quintana, Henriqueta Lisboa e Cecília Meireles estejam na lista dos meu Quinteto Fantástico! Afinal, eles me colocaram pra dormir. Cantaram pra mim. E eu sonhei poesia.
Um balão no meio da rua. No meio dos carros…
Aquela visão que não me sai da cabeça, primeiro achei ser poesia no concreto, só então percebi:
Poesia Concreta.
Semana corridinha, muito trabalho. O bom é que meus sobrinhos estão na minha casa essa semana, o que significa mais correria, mas pelo menos uma correria gostosa.
mas ando com muita saudade, queria estar agora em Belém, com minha maninha e melhor amiga. Além do que, está rolando a XIII feira Pan-amazônica do Livro, meu pai disse: “é mesmo lindo ver tanto livro e tanta gente”. Então se você está aí/lá. por favor, passeie na feira por mim.
Aqui o link da feira: http://www.feiradolivro.pa.gov.br/
Vi hoje, quando abri a minha geladeira, tinha lá num cantinho que eu nunca tinha visto, um adesivinho com números e letras, cheguei mais perto pra enxergar melhor:
BRM38A
NÃO RETIRE ESSA ETIQUETA
Ah gente, não sei não, nunca tinha visto isso lá, mas agora que vi… Só quero “retirar”! Humpft!
Já deve ter acontecido com você, o outro fala uma coisa, você entende outra e ele entende que você entendeu a coisa dele, os dois falam e discutem sobre uma coisa, você da sua e ele da dele, os dois continuam empolgados e achando legal o interesse mutuo pela mesma coisa, só que… Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
E quando os dois descobrem, sua coisa não era a dele, a coisa dele era bem diferente da sua. Conversa de doido!
Pode rir, é engraçado mesmo. Não é incrível como podemos falar de coisas distintas achando que estamos falando de uma só? E por tanto tempo!
Isso só mostra o quanto estamos ilhados em nós mesmos, não escutamos o outro e o outro não nos escuta, falamos sozinhos e nem percebemos. Mas as palavras percebem, e tiram sarro de nossas caras. Não há mais salvação, só uma boa risada.
Um sábado horroroso, um domingo monótono, uma leitura preguiçosa e pensamentos desconexos, mil idéias e nenhum texto que valha a pena, e vejam só, procuro inspiração, mas recuso-me a abrir a janela… Diagnóstico: muito grave, muito grave, mas pode ser também, junto com o domingo monótono que seja minha tendência de fazer drama. Muito grave, médio grave, nada grave, não importa mais, hoje é domingo e não quero me preocupar até amanhã com o que importa de verdade. Mas sou eu mesma quem digo que só escurece até a meia noite, então amanhã sim, e nem preciso prometer a mim mesma, eu sei, amanhã sim, abrirei a janela.
Ah, essa semana tem aniversário do Neste Instante. Alguma dica pra comemorar?
Eu queria falar de passarinhos amarelos, eu queria hoje falar de cachorrinhos lindinhos que ficam feios na chuva e ainda assim por serem pequenos, continuam lindinhos. Eu queria falar de como a chuva me faz bem, mas me preocupa a chuva forte, pois no mundo não moro apenas eu. Eu queria… Mas hoje eu só consigo conversar nessa solidão que trago em mim, uma solidão antiga.
Eu não queria te apresentar essa solidão que trago em mim, solidão de infância, e mais antiga que minha infância, com a qual me ponho a conversar sempre que sozinha me encontro, na condição adulta, as vezes camuflada. Mas ela se auto apresenta, é uma apresentada, disso não tenho dúvida, mas como seria diferente se ela mora em mim?
E são nesses momentos que ela me pergunta se não seria, ela mesma, uma solidão infantil, e quando ela isso faz me deixa sem fala mas cheia de palavras, soltas é bem verdade. É como se essa mesma verdade fosse uma sofazinho em que elas podem, a solidão e as palavras, elas podem sentar. Juntas e ainda solitárias. E olhando daqui, não me sinto a vontade com a aparência revelada dessas palavras, que não me parecem tão mais maduras que essa menina solidão cheia de medos irreais. Mas… pior fica sem as palavras, infantis ou não. E eu…
… Eu me rendo.
Lacuna criativa;
Muito trabalho;
Doída da ginástica (vai ser sedentária, vai… bem feito!)
Tentando driblar a tpm;
Pra quem gosta de cinema e parodia:Angry Alien Productions uma trupe de coelhos fazem paródias de uma coleção de filmes em 30 segundos, mais ou menos.
beijomeliga!, opa, melhor, beijometwitta! rs
Sem computador. Com fome. Sem muito assunto. Com saudade da minha cama. Sem ovo de páscoa. Com páscoa. Sem visitar blogs. Com leitura em dia. Sem tempo pra internet. Com sede. Sem relógio. Com cinema em dia. Sem msn. Com teatro em dia. Sem orkut. Com milhões de coisas na cabeça. Sem saber o porque todos os dias as pessoas caem aqui no NI procurando no google por síndrome de kiara!
Daqui uns diaszinhos volto, como sempre, sem vergonha na cara, com um monte de palavras!
- Em trabalho de parto, parirei (adorei conjugar isso menina! rs) um outro blog, uma menina, e o nome será “Égua não!”. Logo logo.
- Pelas minhas andanças na net encontrei uma página sensacional, vocês realmente precisam ir lá, chama-se “Blogs do Alem”, lá você encontra o blog do Machado (já fiquei até íntima), Kafka, Hitler e de outros companheiros que já foram mas não agüentaram e vieram do lado de lá pra povoar nossa tão queridinha e fofa blogosfera (meu marido adora me encarnar falando essa palavra! rs) Vale a pena!
- Outra dica, são as letras das marchinhas de Carnaval, são mais de 150, aqui ó: Marchinhas.
- Carnaval esse ano será pra um monte de coisa, dormir, namorar, ler, ler e ler, escrever, blogar, libertar livros, assistir filme debaixo do edredom, colocar pra rodar o novo blog… Mesnos folia.
Estou – como diz meu amigo Erik – com o modo querocultivarminhapreguiça: ligado. Contem-me o que aprontaram depois ok, que por aqui só terá a chuva, o suor e a cerveja vou deixar pro ano que vem. Beijos
ressaca
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de re + sacars. f.,
recuo das ondas;fluxo e refluxo;regresso ao estado inicial;ant.,
retaguarda;pop.,
enfado, cansaço motivado por uma noite passada em claro;indisposição sentida após a ingestão excessiva de álcool;
Faltando algumas últimas páginas do livro. Parei de ler. Por quase uma semana, ou menos, ou mais. Foi quando percebi que era saudade, antecipada, do personagem.
Voltei a ler. Livros, como outras coisas precisam de fim.