Foi num desses meus passeios a procura de blogs interessantes que vi um blog, cujo autor se dizia incapaz de ser politicamente correto, o que não me assustou. Mas ele foi além e dizia num texto extenso sobre ser uma “balela” o apelo “salve o planeta” e que ninguém o convenceria ter essas estúpidas atitudes verdes.
Pois a autora DESTE BLOG, devo REafirmar, não será convencida de que as tais atitudes verdes, tão simples e fáceis de fazer, muitas as quais já fazemos em casa há algum tempo, PODEM SIM, incentivar as novas gerações, principalmente através do exemplo. PODEMOS SIM, amenizar os efeitos destrutivos de estarmos aqui, e o melhor, sem exageros, mas principalmente acreditando nessas mudanças.
Já tratei desse assunto em vários outros posts. Neste, vamos enumerar algumas das tais atitudes. Colocarei as primeiras que coloquei em prática, pra não parecer apenas um falatório a toa. Então vamos lá:
1- O uso da sacola ecológica: Essa é sem dúvida a mais fácil de todas as atitudes. Levar sua própria sacola, principalmente de pano resistente. Hoje já existem sacolas lindas, que não vão destoar de sua roupitcha, se for essa sua preocupação. Pra ficar mais fácil, comece pelas compras eventuais, de roupas por exemplo. Algumas lojas, embrulham cada peça num papel, depois colocam em sacolas/caixas. Dispensar o papel já será um grande passo, colocar todas as peças em uma só sacola, que claro será a sua. E quando você vir a cara de interrogação no rosto das pessoas a volta, será uma ótima oportunidade de deixar o recado. Eu já fiz, dá certo. O próximo passo, quem sabe é não mais fazer parte da farra das sacolas plásticas do supermercado, mas essa é uma outra etapa, que já vai depender da mudança de outros hábitos, os alimentares, mas a gente chega lá.
2- O uso de cores claras das paredes do teto: Essa chega ser até boba, mas faz uma grande diferença. A quantidade de lâmpadas necessárias diminui. A casa parece mais ampla e iluminada, e se não acredita em mim, é só perguntar a um arquiteto/engenheiro/designer, coisa básica. Aqui em casa, optei pelo teto e piso claros.
3- Usar lâmpadas fluorescentes: Alem de consumir menos energia, elas iluminam mais do que as tradicionais incandescentes (20w equivalem a 100w). Vai dizer que essa é difícil? Pára de graça que até economizar no bolso você vai, vez que elas custam mais, mas duram bem mais, a partir do 2o mês de uso o valor já é recuperado. E não, eu duvido muito que elas durem o que elas dizem durar, algumas dizem durar 5 anos, mas lá pelo 3o ano ela já diminui a potência, foi o que percebi aqui em casa. Mas a ainda assim a vantagem continua, ela não acabou sua vida útil, ou seja, ainda dá pra colocar essa mesma lâmpada que ficou um pouco mais fraca (na verdade ela fica um pouco amarelada) num local que precisa de menos iluminação, o canil, aquela parte do jardim por exemplo, e outros lugares em que a luz 100% não fará tanta diferença. Alguns países vêm implantando políticas de substituição de lâmpadas incandescentes. A Austrália, por exemplo, até final do ano, interrompe totalmente a venda dessas lâmpadas. No Brasil, tramita no Congresso um projeto de Lei que prevê a proibição, importação e comercialização em todo o país de lâmpadas incandescentes.
Ficam neste post, apenas essas 3 dicas, as primeiras que adotamos em casa. Até porque, acho melhor falarmos sobre essas atitudes aos poucos, assim dói menos, rs. Na verdade, assim, devagar, nem dói, e a gente vai se conscientizando junto e principalmente, concretizando as mudanças. Devagar eu também não pareço chata, pelo menos não completamente. O meio ambiente agradece, e eu não perco leitores, né. Em todo caso, prefiro ser uma ecologicamente chata que uma chata simplesmente!
