Essa foi uma semana cheia, lotada de coisas pra resolver. Não tive tempo algum de atualizar o blog. E esse final de semana foi só pra Ele, o Namorido, já que vai ficar um tempinho fora viajando. E com o clima de Dia dos Namorados, a coisa ficou ainda melhor. Quando casamos, avisei logo: Se um dia você deixar de ser meu namorado (de me namorar, claro) deixo de ser sua mulher! Pacto digno e justo, não! =)
Dia dos Namorados? Ah, eu adoro a data, e enquanto uns pregam o discurso raivoso de que é apenas uma data que o comercio inventou pra ganhar dinheiro, aproveito pra curtir o lado que me apetece, o do romance. Permitir o clima entrar pra mudar a rotina, dar cor ao dia-a-dia, bancar a boba apaixonada e perceber que minutos depois que a gente se deixa levar, já não estamos “bancando” nada, e sim sentindo quão bom é essa “bobagem” toda!
Embora não seja a mulher mais romântica do mundo, e quem me conhece sabe, adoro o romance. Os joguinhos (no melhor dos significados da palavra) de amor e etc, etc e etc também. Afinal, o romance que a gente faz, é a nossa novela, nossa comédia romântica da vida real.
Enfim… É apenas uma intuição, uma intuição feminina, de que felicidade trata-se mesmo, de uma inconsciente sucessão de venturas… Que uns insistem em chamar insanidade desmedida.
Que seja. Que foi. Que venham.
De toda as sujeições ao acaso…
Que tenho, ainda, pra viver
Não me atrevo em todo caso
Defini-las então aventuras
Se à elas, arrisco-me sem você.











