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mai
23
O SESC realiza no dia 17 de junho o 4° Banquete Literário no SESC Centro, às 20h. O evento contará com o lançamento do livro – O roteiro nas histórias em quadrinhos – do professor Ivan Carlo Andrade de Oliveira.
O Banquete Literário acontece desde 2010 com o objetivo de divulgar os escritores e a cultura literária amapaense.  O livro – O roteiro nas histórias em quadrinhos – aborda a criação de personagens, ambientação e as técnicas que fazem com que leitor embarque na história. Também traz capítulos sobre adaptação e elaboração de histórias em quadrinhos com texto e desenhos mais elaborados voltados para um público adulto, as chamadas Graphic Novel.
Na oportunidade, o autor também estará autografando o livro – Spectra – uma antologia de contos sobre fantasmas, lançado recentemente pela editora Literata.
mai
02

Meu amigo Tiago disse que depois de uma overdose de comemoração dos flamenguistas de sua casa (êêêê Mengão!!!) nesse domingo, ficou feliz em saber que havia sim, outra coisa a ser comemorada: O dia da Literatura Brasileira!

A data é uma homenagem ao aniversário de José de Alencar, um dos maiores escritores da literatura brasileira, nascido em 1829 e autor de obras que marcaram época como Iracema e O Guarani. Sim, sim, aquele que fez tanta gente correr das aulas de literatura…

E eu, uma apaixonada pela língua portuguesa – ou seria brasileira? – e pela literatura, arte que aprendi a amar tão cedo, só posso dizer: Ainda temos tempo de reverter os danos causados pelos professores de literatura que não ajudaram em (quase) nada, o gosto pela leitura quando deram para meninos e meninas de 12 anos, Iracema como leitura OBRIGATÓRIA! – Mas isso é coisa pra outro post…

Comemoremos então? Como? Indicando livros, presenteando com eles, especialmente as crianças e os adolescentes, com livros que dialoguem diretamente com eles, conversando sobre livros, de forma despretensiosa, tá gente, que não há coisa mais chata (fontes fidedignas de que ninguém aguenta gente que se gaba pelo que leu, viu ou comeu!), deixando um livro na sala de casa, vai que alguém se interessa por ele…, e claro, comemoremos, lendo mais!

E olha o que encontrei “passeando” pela internet: Projeto Memória de Leitura Projeto do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, desenvolvido pelas professoras Marisa Lajolo e Márcia Abreu. Contém um rico acervo de textos históricos sobre leitura no Brasil, banco de teses e estudos, linha do tempo e enciclopédia literária com textos de escritores brasileiros e portugueses disponíveis on-line. Destaque para a seção ‘Às margens do cânone’, com informações e textos integrais em literatura infantil, literatura de cordel e poesia popular.

Outros sites que falam, incentivam e fazem literatura:

Livros e Pessoas, que me diz toda vez que entro lá: “Livros só modificam pessoas” Alguma dúvida?

Estante virtual

Livros e Afins, blog queridinho

Biografia de Autores, da Fundação Biblioteca Nacional

Literatura Digital

Domínio Público, O site fornece diversos livros que já estão em domínio público, isto é, cujos autores já morreram há mais de 70 anos.

Releituras, reler, reler, e reler!

Jornal da Poesia

O pequeno Leitor, literatura infantil

E tem também, um montão de gente boa por aí (alguns linkados aí do ladinho), escrevendo, poetando, que mesmo “apenas blogando”, estão fazendo literatura. Vocês não têm ideia de quantos livros descobri lendo blogs por aqui! Boa leitura!

abr
18

No dia Nacional do Livro infantil, fiz um post pedindo pra que os leitores do blog deixassem na caixinha de comentários, seus livros preferidos na infância, ou aquele livro que marcou, ou mesmo aquele que parecia sem importância e que acabou nos influenciado de alguma maneira… Enfim, a intenção era de fazer um post coletivo e os livros citados servem também, como dicas. Aqui vão eles:

O Hugo diz que ganhou, aos 5 anos, a coletânea “Daniel Azulay – Para Ouvir, Cantar, Tocar e Brincar”. Adorava os nomes dos personagens, e se divertia muito com eles. Que mesmo depois de anos, tirava os livros da poeira e ainda os lia.

O livro preferido do Anderson, era o “O Fantástico Mistério de Feiurinha”, do Pedro Bandeira. Diz que o livro o interessava bastante, talvez, pela inversão de valores e oposiçãoo entre feiúra e beleza, bem como também porque sempre gostou de histórias de príncipes e princesas. Acrescenta que são livros como estes, com lições sérias a respeito da vida, “essenciais na construção do caráter”.

O livro do Vinicius foi “Reinações de Narizinho” do Monteiro Lobato.

A Naiane, tem até hoje seu primeiro livro, “Meu pé de Laranja Lima”, de José Vasconcelos. E contou que era bem novinha a primeira vez que o leu, mas que foi na releitura lá pelos 10 anos, que entendeu e ficou maravilhada com o livro!

E se a gente os lesse novamente? Ler livros infantis quando adultos é muito bom. Sério! A gente esquece de coisas deliciosamente simples. E ainda dá pra lê-los bem rapidinho sem atrapalhar a leitura que estamos fazendo no momento. Qua tal? Aí a gente pode fazer outro post coletivo, né!

Ah, e se você não contou no outro post sobre seu livro preferido quando criança, esse post aqui ainda é pra isso!

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abr
10

Quem esperava um outro “Estação Carandiru” pode ter se decepcionado. Eu do contrário, só queria uma leitura (despretensiosa) sobre um de meus temas preferidos, a morte. E encontrei bem mais do que “simplesmente” isso.

O livro “Por um fio” do médico e escritor Drauzio Varella, traz sua experiência de 30 anos de convívio com doentes graves, vítimas do câncer e de enfermidades decorrentes da aids. Bem como doentes que venceram a batalha contra tais doenças, e relatos pessoais, de quando criança ainda, perdeu sua mãe, e depois seu melhor amigo, o irmão e também médico Fernando.

Embora a primeira vista parece um livro sombrio, a impressão é deixada de lado logo no primeiro capítulo, “As mudanças de atitude diante do fim iminente vão mais no sentido da conciliação do que do desespero”.  Fácil perceber um escritor cuidadoso e médico compassivo. É o que faz desse livro rápido, uma leitura gostosa e reflexiva.

Depois de alguns minutos, e inúmeros outros pensamentos – quase que compulsoriamente reflexivos – sobre o mistério da existência, ao término da leitura de “por um fio”, a frase “a pessoa é para o que nasce” – título do filme de Roberto Berliner,  não saia da minha cabeça. E assim como aquele filme, esse livro leva o carimbo: eu indico!

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abr
06

Dia 02 de abril foi o DIA INTERNACIONAL DA LITERATURA INFANTIL, e no dia 18 o DIA NACIONAL DA LITERATURA INFANTIL. A data foi escolhida por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da literatura infantil no País. O Sítio do Pica Pau Amarelo é sua obra mais conhecida.

Sobre Lobato, fiz esse post AQUI.

Nessa data, o ano passado, fiz o convite para os leitores do blog, que deixassem na caixinha de comentários, seus livros preferidos na infância, ou aquele livro que marcou, e depois fiz um post “Nossos Livros Infantis”, um post coletivo que serviu também, como dica de leitura para nossas crianças. E claro, apareceram muitas coisas boas, e o melhor é que sempre os livros preferidos (principalmente os da infância) não vêm sozinhos, trazem histórias, sejam elas de como ele foi parar em nossas mãos, ou como aquele livrinho que parecia sem importância nos influênciou, ou ainda o porque daquela leitura… Infância sempre tem recheio gostoso!!

Que tal fazermos isso novamente?! Pra quem não participou no ano passado, esse é o momento. Busque aí nessa sua (nada boa, eu sei) memória adulta, aquele livrinho que te fez sorrir na infância, me conta que eu repasso aqui depois. Dicas de livros são sempre uma boa idéia, mesmo quando escrevemos “idéia” primeiro com acento, pra depois lembrarmos desacentuar tal ideia! rs.

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fev
14

Trote literário no curso de jornalismo da UNIFAP!

O trote dos calouros do curso de Jornalismo da Unifap será de estímulo à leitura. Os alunos irão libertar livros no campus Marco Zero amanhã, dia 15 de fevereiro.

A inciativa faz parte do movimento Livro Livre Amapá, de estímulo à leitura. A ideia é colocar em circulação livros em pontos de grande movimentação de pessoas.  Os que pegarem as obras não devem guardar em casa, mas soltar em outro local público após a leitura. Assim, mais e mais pessoas têm acesso à literatura.

O projeto faz parte de uma inciativa nacional que pode ser acompanhada no endereço http://www.livrolivre.art.br/. No Amapá, o movimento ganhou um blog (http://livrolivreap.blogspot.com/) e teve várias ações de libertação no ano de 2009. A proposta do curso de Jornalismo da UNIFAP é  retomar as ações.

Entre os livros libertos estarão dois de professores do curso: O crônicas faquianas, de autoria da professora Roberta Scheibe (editora UPF) e Bem Hur, uma vesão juvenil escrito pelo professor Ivan Carlo e publicado na coleção Clássicos da Literatura Juvenil, da editora Minuano.

Fonte: Blog Idéias de Jeca- Tatu

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nov
17

Dia 12/11/2010, o pedagogo, ator e escritor Cleber Couto, lançou seu primeiro romance “casal feliz”. Tanto a história como a ilustração do livro é de Cleber Couto. Foi um lançamento lindo, pois estamos falando de uma referencia nacional na área da cultura surda em nosso país. Cleber faz parte da Cia de Teatro Mãos livre e a  associação dos tradutores/intérpretes de língua de sinais do Pará.

Foi uma noite de autógrafo maravilhosa, pontual e que marca a historia do surdo em Belém e no Brasil!

Há muito tempo Cleber queria lançar seus livros (didáticos: um de matemática e outro de português para alunos surdos e outros que já tem seus rascunhos). Porém, e apesar da insistências por diversas editoras em Belém e em outros estados, nunca conseguiu o apoio que precisava para publicação de seus livros.

Com recursos próprios, Cleber resolveu bancar a publicação desse livro, já que reconhece a grande importância de se oferecer um livro que mostra a possibilidade de leitura para qualquer pessoa, surda ou ouvinte, sem que as diferenças impeçam o acesso a boa leitura. Importante também por se tratar de um autor/ilustrador surdo, da região norte do país que mostra mais uma vez sua capacidade e talento para a literatura, mostrando que existe uma “cultura surda” que todos nós podemos conhecer e gostar.

O livro:

Trata-se de um romance entre uma luvinha (as luvinhas fazem referencia a expressão dos surdos) cor de rosa e uma luvinha azul, sendo que a rosa é surda e a azul é ouvinte. Então estabelece-se ai uma barreira de comunicação e o pré-conceito da luvinha azul, que mesmo fazendo pouco de como a luvinha rosa fala (com as mãos) acaba se apaixonando perdidamente. A luvinha azul, então vai aprender a Libras e assim consegue conquistar seu grande amor. Desse romance nasce dois filhinhos (luvinhas também).

Podemos dizer que essa é uma história que fala de um sonho maior, o da possibilidade do não preconceito com as diferenças, da quebra de barreiras de comunicação, da interação entre ouvintes e surdos, da igualdade social e da possibilidade de uma família onde pais e/ou filhos são ouvintes e/ou surdos se aceitarem reciprocamente.

O livro “Casal Feliz” será lançado também em novembro durante no V Deaf Academics and Researchers Conference e no II Congresso Brasileiro de Pesquisa em Tradução e Interpretação de Língua de Sinais que acontecerá em Florianópolis no período de 21 a 27 de novembro.

Por enquanto o livro está a venda pelo e-mail: Cleber_5@hotmail.com

E pelo telefone (91) 81148047

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nov
03

O escritor Luis Delgado, nos convida para a VIII Feira do Livro, que acontecerá no dia 19 de novembro de 2010, na cidade de Porciúncula-RJ, para o lançamento de sua quara obra “O Marquês”.

Os outros livros de Delgado também estarão disponíveis na feira, “O Natal do Faraó”, “Terra Consagrada” e “De repente Outubro”.

Mas se você não está no Rio, pode comprar através do autor pelo e-mail :

luisdelgadoescritor@gmail.com

Pra conhecer um pouco mais Luis Delgado:

http://literaria15.blogspot.com

www.luisdelgado.recantodasletras.com.br

Eu já tenho o meu “De repente Outubro” e autografado!

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nov
01

O site Livros e Pessoas, selecionou sites que oferecem obras literárias de diversos assuntos completamente de graça:

Domínio Público

Kata Livros

Ebook Cult

Estudantes

Site de Dicas

Virtual Books

VBooks Store

Cultura Brasil

Livros

Algumas bibliotecas digitais também trazem conteúdo multimídia; com fotos, áudio e vídeo. Dá até para baixar a obra literária completa de Machado de Assis. E indico o prórpio site Livros e Pessoas, muita dica pra quem gosta de literatura.

out
21

Gabriela, de 6 anos, conta ao UOL Crianças o que achou dos 3 livros da série "Todos Juntos"

Você já deve ter ouvido seus pais ou professores dizerem que ninguém é melhor do que ninguém só por causa da cor da pele, ou porque tem mais dinheiro do que os outros. No fundo, mesmo com as diferenças,todas as pessoas têm os mesmos direitos. Lembre-se sempre que respeitar quem não é igual a você é um passo muito importante para ser um ser humano feliz, sabia disso? É verdade.

A série de livros infantis “Todos Juntos” explica muito bem esse tipo de situaçãoà criançada em três histórias diferentes. Será que dá pra entenderdireitinho o recado? OUOL Crianças pediu ajuda da leitora Gabriela Reis Zotelli, de 6 anos, de Piracicaba (SP), pra descobrir essa resposta. Sabe o que ela fez? Leu todos os 3 livros da série e contou pra gente o que achou sobre cada um. O primeiro comentário dela foi: “as histórias começam tristes, mas têm final feliz”.

“Meus Dois Pais”: O garoto Naldo fica chateado com a separação dos pais, que brigavam muito e resolvem morar em casas diferentes. Aos poucos, ele vai descobrindo e entendendo que o homem que passou  morar com o pai dele, não é apenas um amigo, mas também um companheiro.

Opinião da Gabriela: “O livro tem esse nome porque o moço que foi morar com o pai do menino ficou pai dele também”. A história? “Tinha um menino que morava junto com o pai e com a mãe dele. Um dia veio um moço que ensinou ele a cozinhar. Daí o menino percebeu que o moço não tinha filho… daí depois eu não lembro mais”.

A Ararinha do Bico Torto”: No ninho de uma família de araras, nasce uma ararinha do bico torto, diferentes dos outros filhotes. Com o bico defeituoso, a pequena não consegue se alimentar e acaba sendo empurrada para fora do ninho pelos irmãos e ficando exposta aos perigos da floresta. Mas logo algo incrível iria acontece à pequena ave. Ela é adotada por uma criança, que a ama e respeita apesar dela ser diferente.

Opinião da Gabriela: “Gostei do final, só o começo é triste. A história é emocionante. Quando ela nasceu o pai dela estava trazendo comida, ela tinha dois irmãozinhos, daí o papai trouxe e quando chegou a vez dela, ela não conseguia comer, daí ela ficou com fome, muita fome, ficava reclamando toda hora, daí eles tiraram ela do ninho. Mas depois ela se casou e teve dois filhotes, do bico torto.(risos)”. Se achasse a ararinha na floresta? “Eu ia cuidar dela!”

“Pituxa, a Vira-lata”: A fiel cachorrinha Pituxa acaba ficando sozinha depois que seu dono, um catador de papel, se sente mal e é levado ao hospital. Com dó da vira-lata, a mãe de Alice, uma garota rica e dona de dois lindos cachorros de raça, acaba adotando a pequena abandonada. A menina não gosta nada da ideia porque acha que a cachorra não deve se misturar com seus elegantes pastores-alemães. Mas Pituxa vai mostrar à garota rica o verdadeiro valor das coisas.

Opinião da Gabriela: “Achei a Alice um pouquinho chata, porque ela não queria a Pituxa, ela só queria os dois cachorros que ela já tinha, um era o Rei e outro uma Imperatriz, eles eram bonzinhos. A Pituxa é legal (risos)! Tem uma parte que eu achei engraçada, ela não queria comer e depois a mãe da Alice veio, deu um biscoitinho e ela comeu.”

Fonte: UOL Crianças

out
13

A editora Pop Verde está procurando autores para coletâneas cooperadas Terra da Magia (fantasia) e Visões do Futuro (ficção-científica). Ambas as antologias recebem trabalhos até 20 de dezembro e devem ser lançadas em fevereiro de 2011.


A editora surgiu com o objetivo de valorizar a cultura das regiões norte-nordeste numa perspectiva pop e, ao mesmo tempo, revelar novos talentos dessas regiões. A Pop Verde pretende misturar o velho com o novo, curupiras com ficção científica.

Terra da Magia será organizada pelo roteirista de quadrinhos e escritor Gian Danton. Gian Danton já ganhou diversos prêmios, entre eles o Ângelo Agostini de 2000 pela graphic novel Manticore. Recentemente ganhou em primeiro lugar o concurso de contos e crônicas da editora Geração. A capa da edição é de JJ Marreiro e Fernando Lima.

O texto de divulgação da coletânea diz: “Existe um mundo além de nossas percepções, Povoado por elfos, Sacis, bruxas, curupiras, mistérios… um mundo que pode estar em outra dimensão ou em um lugar afastado da terra, ou até mesmo ali, dentro daquele armário”. Esse livro pretende reunir textos ficcionais na linha de Senhor dos Anéis, Crônicas de Narnia e Harry Potter, mas com um toque regional.

Visões do Futuro será organizada por Jefferson Nunes, roteirista da revista Quadrinorte e colaborador de varias publicações da editora Escala. A capa será de Joe Bennett, desenhista da Liga da Justiça, e de Vinicius Silva e Siva, premiado estudante de design. O objetivo dessa coletânea é reunir contos de ficção científica, preferencialmente que se passem na Amazônia ou usem a sua mitologia.

Para maiores informações, é só acessar o blog da editora http://popverde.blogspot.com/ ou enviar as dúvidas para o e-mail popverde@gmail.com.

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ago
25

Para tudo que essa é ótima. Mesmo!

No twitter:

@giandanton: @kiaraguedes Essa gosta do Bradbury mais q vc… rs rs http://bit.ly/doPF9U

Sim, quem me conhece sabe quão fã de Ray Bradbury eu sou, se fosse um livro, com toda certeza gostaria de ser Fahrenheit 451! Mas devo confessar, que está fã me superou, e melhor, se superou, escrevendo e fazendo o video da música Fuck Me, Ray Bradbury. Inteligentemente trash, o video é muito engraçado!   Vale a pena assistir!


Claro, que um video desse, uma hora iria ser conhecido por Bradbury, e imagino que Rachel Bloom, a autora da música deve ter amado, pois se diz fã dele desde os 14 anos, AQUI está a entrevista com Rachel. Já sou fã dela agora também, esse é o tipo de coisa que quando vejo, fico pensando, “porque não pensei nisso antes”, confesso! rs

Mas vamos combinar que melhor que o vídeo, só mesmo a cara de Bradbury, não!?… Muito bom! rsrsrs

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ago
16

Não posso deixar de registrar o resultado do sorteio da coletânea infantil “15 poetas para todas as crianças”. A sorteada (pelo twitter) foi a @Leilalizandra , Que pilota o blog TotalmenteOn Pra quem acha que sexta feira 13 é dia de azar, a Leila pode agora, dizer o contrário! Quem vai aproveitar de verdade o presente será o filhoco da Leila, mas acredito que a criança que mora dentro dela também vai gostar!

Leila, parabéns! E muitíssimo obrigada por participar do sorteio. Essa é apenas uma coletânea, mas que me deixou muito feliz. Agora é pra frente. Aguardem que vem novidade por aí…

E não foi só, com o sorteio rolando pelo twitter, a Karla Balieiro, mesmo antes de rolar o sorteio correu pra comprar o livro, opa, os livros, para a filhota linda e para os sobrinhos, e me mandou a foto da Belinha curtindo o presente.

Isabela, que a inspiração que os 15 poetas que escreveram para vocês, crianças, sirva de motivação para sempre ter a leitura como companheira!

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ago
03

Quando perguntada sobre o que eu pensava da “migração” da Literatura para os sites e blogs e ainda sobre a tendência de substituição do livro impresso, não tinha muito o que pensar…

Contradizendo qualquer “profecia” para a relação literatura x tecnologia, as duas ficaram muito amigas, obrigada! Com a internet as pessoas estão lendo e escrevendo mais.

Não acredito numa “migração”, nem numa “nova literatura”, como muitos costumam chamar, mas sim numa bela peça que a velha literatura nos pregou. Ela chegou antes de nós à estação, comprou acento na janela e pelo que percebo, ri dos que ainda discutem, indecisos, sobre que trem pegar. Afinal, quando queremos conhecer novos autores, não pensamos duas vezes, é nos blogs e sites que procuramos. Aposto que a sua mais recente dica daquele livro incrível, foi feita através de redes sociais e/ou amigos virtuais, lembrou? Bem, pelo menos a minha foi!

Falar em substituição então, é ainda menos provável.

Eu sou leitora de e-books, e mesmo com toda a portabilidade do formato digital, nunca nem prestei muita atenção, admito, para a discussão sobre o fim do livro impresso. Não acontecerá. O prazer do manuseio que um livro impresso proporciona é insubstituível, e não conheço apelo lúdico tão forte quanto um livro nas mãos. Esse apelo é tão forte que os livros e revistas digitais há muito, estão mudando de seu primeiro formato em pdf de páginas contínuas para o formato de “impresso virtual”, no qual clicamos em suas páginas para que elas passem, como se o folheássemos.

Mas as apostas estão na mesa, e como falei antes, a literatura é idosa e muito sábia, pode me fazer morder a língua, mas mesmo que faça isso, ainda terá uma longa jornada para fazer alguns milhares de leitores, como eu, a se desfazerem de seus livros.

Costumo dizer que é neles, nos livros, que moram minha vaidade e ciúme. Isso deve resumir minha opinião. A internet tem produzido muito mais leitores de livros impressos de “sombra da árvore” e “de varanda” que quaisquer professor de literatura.

jul
31

A Coletânea de poesias infantis, a qual participo, “15 poetas para todas as crianças” chegou, não hoje, mas infelizmente, depois de uma semana de correria, só agora pude dar atenção a ele de verdade.

O livro é lindo. Super colorido. Se eu fosse criança adoraria, e não estou falando só porque tem uma poesia minha nele não, mas é que ainda lembro do quanto eu gostava das ilustrações de meu primeiro livro que era em preto e branco, imagina!

Essa não é a primeira coletânea que participo, mas tem um sabor especial por ser infantil. Já contei aqui que meu primeiro livro, meu livro preferido, meu tesourinho, é uma coletânea de poesias Para gostar de Ler” volume 6 – Poesias. Editora Ática – 1980. Foi por ele que fui apresentada ao Mario Quintana e Henriqueta Lisboa, entre outros, ainda lá no ensino fundamental, não estava nem na 4a série ainda. E olhando hoje a forma como escrevo, a maneira como minha imaginação funciona, tem muito haver com aquele meu livrinho inseparável. E imaginar que uma criança pode sonhar com as palavras por causa de um livro ou poema meu, me faz muito feliz.

E como havia prometido, um exemplar será sorteado. Para participar, você precisa ser meu seguidor no twitter (espertinha eu, eim! rs) e tuitar:

Eu quero ganhar o livro “15 poetas para todas as crianças” da @kiaraguedes neste instante: http://bit.ly/b92ek6 . O sorteio será no dia 13 de agosto. Boa sorte!

Pra quem mora desse lado do Amazônas, e livro ficará a venda na Livraria Transamazônica. Espero que gostem, ou que seus filhos, sobrinhos, e/ou a criança que mora aí dentro, goste também!

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jul
15

O blog Literaria15 é um espaço dedicado à divulgação de autores brasileiros, além de matérias e dicas sobre Literatura. Conheci ha pouco tempo e gostei muito de seu conteúdo. E depois de ter participado do Poética15, fui convidada pelo escritor Luís Delgado para uma entrevista. E mesmo com uma semana conturbadíssima como essa, de muita correria no trabalho, a entrevista saiu. Confere lá:

Literaria15

jun
18

O escritor português José Saramago morreu aos 87 anos em sua casa em Lanzarota, nas Ilhas Canárias, nesta sexta-feira (18).

O último livro que li de Saramago foi há uns 6 meses, “A viagem do Elefante”, uma viagem deliciosa de Portugal a Austria! … Literatura é (e não é) muita coisa, só não é “simplesmente”… E Saramago ensinou isso ao Mundo.

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abr
27

No dia Nacional do Livro infantil, fiz um post pedindo pra que os leitores do blog deixassem na caixinha de comentários, seus livros preferidos na infância, ou aquele livro que marcou. E claro, que não podia ser diferente, muita coisa boa, e o melhor é que sempre os livros preferidos (principalmente os da infância) não vêm sozinhos, trazem histórias, sejam elas de como ele foi parar em nossas mãos, ou como aquele livrinho que parecia sem importância nos influênciou, ou ainda o porque daquela leitura…

A intenção era de fazer um post coletivo e os livros citados servem também, como dicas!

A Lucélia pegou da casa da avó um livro porque gostou da capa, afinal, pra criança o apelo é sempre visual mesmo, e o livro era “Quando fui morto em Cuba” do Roberto Drummond. O livro de contos não era infantil, mas ela continua apaixonada por ele até hoje.

O Flávio, leu “Memórias de um Cabo de Vassoura”, que era um livro que já trazia a preocupação ambiental. E o melhor foi que ele disse que ficou de relê-lo. Não disse que a brincadeira era boa?!

A Zany leu o livro de contos dos Irmãos Grimm.

A Paula, minha prima, disse que seus livros preferidos da infância foram “Poliana” e “Poliana Moça”, e que tentou e tenta durante a vida toda, fazer o jogo do contente, mas como é difícil! rs. E advinha de quem deu os livros pra ela ler???? Quem, quem??? Euzinha! Eu amava  “Poliana”, mas confesso que odiei “Poliana moça”. Mas olha só Prima, você não está só, o jogo do contente é difícil mesmoooo, nós adultos deveríamos tentar jogar mais eim?

O Roberto, também gostou de “Pollyana”,  “Jardim Secreto” e o “Pqueno Príncipe”, mas contou que o primeiro livro que o fisgou irremediavelmente, foi “Férias em Xangri-lá” da Teresa Noronha. Gostei da palavra que ele usou: irremediavelmente!

O Marcelo leu aos 9, “Alice no país das maravilhas” e ficou encantado ( dá pra ficar menos com esse livro? Não né!), e ainda era ilustrado! Tem na memória também o conto “O lenhador e a princesa”.

O Erik adorava “Meu pé de Laranja Lima”. E como sempre dramático e passional disse: “ai, como eu odiava a Jandira!” hahaha. A Alessandra também adorou esse mesmo livro, mas diz que “O pequeno Principe” marcou, que ganhou de sua mãe quando ela se separou de seu pai.

Pra Lizandra, o livro que marcou sua infância foi “O Escaravelho do Diabo”da Lúcia Machado de Almeida. Que já gostava de ler na infância e que a paixão pelos livros continua até hoje.

E ainda a Bruna, que gostava doa clássicos que vinham co cassetes numa embalagem da Xuxa. Mas não se preocupa Bruna, não sendo o livro dela tá valendo! Rsrs. Seus preferidos eram “O gato de Botas” ( eu adorava também!) e “Os cisnes selvagens”. Mas seu livro de “estimação” foi “O livro das virtudes”, ela conta que andava com o livro pra todo lugar lendo para as pessoas! ( Que fofo!). E ainda completou: “Esse livro é indicado para todos os pais lerem e depoius elerem para seus filhos”.

O meu livro preferido na infância? Quem lê o blog com frequencia já sabe, falo sempre nele. “Para gostar de Ler – Vol.6 – Poesias”. Sei de cor todos os poemas e a sequencia deles até hoje!

Pronto! Muitas dicas de leitura eim?! Eu adorei mesmo saber dos livros da infância de vocês. Fiquei com vontade de ler os que não li. E sabe, ler livros infantis quando adultos é muito bom. Sério! A gente esquece de coisas deliciosamente simples. E ainda dá pra lê-los bem rapidinho sem atrapalhar a leitura que estamos fazendo no momento. Qua tal? Aí a gente pode fazer outro post coletivo, né!

Ah, e se você não contou no outro post sobre seu livro preferido quando criança, esse post aqui ainda é pra isso! J

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abr
18

O Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, foi implantado em 8 de janeiro de 2002. A data foi escolhida por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da literatura infantil no País. O Sítio do Pica Pau Amarelo é sua obra mais conhecida.

Sobre Lobato, fiz ano passado esse post AQUI.

Eu fui, sou e continuarei sendo uma Tia chata. Sempre o presente para os sobrinhos são livros. Na família tem até piada com isso, mas não me importo, eu deixo o resto da família ser “legal” por mim. “Mas minha vingança será maligna”… Outro dia fiquei morta de orgulhosa e metida, um de meus sobrinhos adolescentes veio me dizer que leu um livro e empolgado, alugou o filme e ficou decepcionado, e com aquela interrogação “por que o filme nunca é tão bacana quanto o livro”. Expliquei que cinema e literatura são duas artes distintas, e que é muito provável que ele pudesse ter gostado do filme se não tivesse lido o livro e demais etcs que norteiam essa diferença.

Mas não me contive, cada um puxa a sardinha pra onde quer e a minha sardinha gosta de literatura e muito de poesia, tive que terminar a explicação com um: Você gostou mais porque não há nada tão bacana a literatura. A literatura salva! rs.

E você, lembra de algum livro hoje que leu quando criança que ficou na memória? Conta aí na caixinha de comentários, depois faço um post com os livros da infância de todos, vai ser uma delícia!

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abr
09

A dica de livro dessa semana é “O fio das missangas”de Mia Couto.

Eu não conhecia Mia Couto contista, só o poeta. E o que descobri? Que Mia Couto é mais poeta quando conta! Dono de um lirismo fascinante, usa e abusa das metáforas, e o mais importante, não é poeta/escritor que escreve pra escritores (ando farta desses).

Os 29 contos são breves e sempre com uma aparente desimportância cotidiana, cercada por personagens simples. E é aí que Mia Couto deixa  a mostra toda sua sensibilidade, narrando com voz/narrativa feminina, costurando o existencialismo com suas missangas poéticas.

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mar
30

Meu mais novo projeto literário (adorei essa forma de apresentar, parece pomposo né não?! rsrs) é a Coletânea de poemas infantis da Editora Novitas, “”15 poetas para todas as crianças”, na qual participarei com uma de meus poucos (ainda) poemas infantis!

AQUI!

Pra mim que tive como maior influência um livro de poesia, “Para gostar de Ler, volume 6, Poesia”, já falei sobre isso neste post aqui há algum tempo. E se uma criança gostar de ler, ou aprender a gostar de poesia porque um dia pegou nas mãos esse livro, bem, já vale uma existência!

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mar
19

A 4a edição da Revista Cultural da Editora Novitas saiu hoje e tem um poema meu, junto com o de outros poetas, contistas, crônistas, ilustradores e outros. A revista também traz uma ótima entrevista com Carpinejar.

A Revista cultural – 4 já está disponível para leitura online AQUI e para baixar AQUI.

Estou muito feliz de estar nesta edição junto com tanta gente boa. Espero que gostem da leitura!

fev
15

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Estou fazendo uma oficina de roteiro. O professor é o Ivan Carlo, ele é um ótimo professor, deixa a coisa parecer super fácil, típico dos que sabem repassar conteúdo. Alunos super interessados, sala sempre cheia e gente que quer somar. Pra mim, é um ótimo exercício de criatividade, e principalmente, claro, oportunidade de aprendizado. Aprender coisas novas é sempre desafiador, e eu gosto muito disso.

E ta tudo muito bom, tudo muito bem, mas é de como tem sido pra mim que vim falar. Adianto que no mínimo estranhamente engraçado.

Amo cinema, sou do tipo que vai ao cinema sozinha sem constrangimento algum e isso todo mundo sabe. Adoro curtas, e dou muito valor em quem trabalha com cinema e artes visuais, acho que é uma área interessantíssima, uma das mais criativas formas de arte. No post anterior até contei que meu carnaval seria com desfile de filmes clássicos. E até aí, nenhuma novidade. O engraçado é perceber em cada aula que minha paixão, ia chamar mesmo de “vinculo” com a literatura e o teatro, é tão forte que as vezes me impede de “pensar em imagens”.

Na literatura, a “ação” acontece sempre do ponto de vista de um personagens, vamos dizer… de dentro do mundo pessoal do personagem principal, de sua mente. Se formos prestar atenção, estamos sempre em contato com psicológico daqu

ele, mesmo que a primeira vista, ele “só” está ali narrando algo, pois não há narrativa literária sem interferência pessoal.

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No teatro, acontece diferente, mas ainda bem longe do cinema. A mesma “ação” que citei que acontece na literatura, acontece no palco, a platéia torna-se igualmente parte do elenco. Tudo é passado através da linguagem falada, a palavra.  Você está lá, basicamente, pela promessa verbal.

O que acontece comigo? Estou absolutamente acostumada, e treinada para pensar dessas duas maneiras, minhas ligações neurais se negam, pelo menos num primeiro momento, de brincarem diferentemente. Um bom exemplo que tenho de como isso acontece foi quando fui aprender espanhol (língua que adoro escutar!). Sempre fui apaixonada por línguas e embora tudo fique mais fácil depois que sabemos uma língua latina (o português) e outra saxã (no meu caso o inglês), na hora de falar espanhol, estava tudo lá na memória: as regras, pronuncia e tudo mais. Quando no meio de uma frase, da metade pro fim, as palavras saiam em inglês. Claro!, meu cérebro “pensa” logicamente, se não estou falando português, ele fecha essa ligação neural e dá espaço para outra que já está também completa, o inglês.Então, no curso de roteiro acontece o mesmo, é mais ou menos assim:

O professor fala de narrativa linear e cronológica e imediatamente, eu penso em “A viagem do Elefante”do Saramago. Só depois disso que vou buscar um filme, ou presto atenção no exemplo dado. Numa não linear, que mistura tempo cronológico com psicológico, lembro de “Memórias póstumas de Brás Cubas” de machado de Assis (amo esse livro com toda força!) . Enquanto todo mundo pensa em “Pulp Fiction” como exemplo de narrativa não linear, lá está a lesada da Kiara pensando em Virgínia Woolf, mestra nessa linguagem. Fala-se de narrativa em flash-back e é inevitável que eu pense em “Dom Casmurro” de Machado ou “Morangos Mofados” do Caio Fernando Abreu, e eu bem que podia lembrar de pronto do clássico “O crime não compensa”, mas não… O assunto é flash-forward e na minha cabeça vem a narração de “O presidente negro” do Lobato. E por aí vai…

Sem contar nos exercícios em casa. O professor dá dicas de como assistir um filme e pensar como roteirista: “Parem um momento e pensem, com a pausa como recurso, como você resolveria aquela cena”. E eu só prestando atenção nas atuações dos atores. E em meus seculares exercícios de como uma transmitir uma emoção dos cursos de teatro…

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O pior mesmo é que o Ivan, o professor do curso, que além de meu amigo, e igualmente blogueiro, é capaz de estar, neste instante, lendo tudo isso, balançando a cabeça, com o efeito sonoro bucal: “tsc, tsc…”! Sinto que vou decepcioná-lo. Será?

Mas estou melhorando, ou tentando acreditar. Juro. Na terceira aula, já consegui pensar mais em imagens, e se for uma aluninha aplicada, quem sabe daqui a outras três aulinhas, não estarei pensando com “cabeçalhos” e percebendo os “ganchos” na própria aula, ou ainda em um “gimmick”que resolverá de uma vez por todas, minha atual situação problemática. Meu pensamento literário e teatral. Mas poderia ser pior, imagina um não pensar… Bem, bem pior!

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fev
10

E pra quem gosta de crônicas, aqui vão duas indicações:

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O primeiro é o “Doidas e Santas” da Martha Medeiros.

Dona de uma simplicidade de forma e enorme sensibilidade, faz com que assuntos e idéias (como reflexões complexas) nos chegue como uma leitura prazerosa e me arrisco a dizer, doce também. Ainda lembro de quando me tornei fã da escritora na década de 90, acompanhando semanalmente sua coluna de crônicas no portal Terra, só depois então fui conhecer suas poesias e romances.

As crônicas reunidas neste livro, falam das alegrias e as desilusões, dramas e delícias da vida adulta, as neuroses da vida urbana e outros assuntos muito próximos do dia-a-dia do cidadão comum, sempre com um olhar aguçadíssimo de quem sabe que viver é sentir. Terna e indignada, amante da cultura contemporânea (uma de minhas paixões), e um humor elegante, Martha Medeiros me faz querer dizer depois de cada leitura: “eu queria ter escrito isso.” E não se engane pela capa, achando que é um livro para mulheres, “Doidas e Santas” é apenas o nome de uma das crônicas, coisa que os homens já sabem há milênios que somos.

O segundo livro é o Banalogias, do Francisco Bosco.

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Eu devoro tudo o que ele escreve, devoro mesmo, com uma fome monstra. É inacreditável como ele passeia pelos mais variados assuntos com a mesma segurança, do pop ao erudito. O que só podemos concluir que ele é tudo isso mesmo. E eu gosto de quem é muitos… Parece que nada o escapa, até para a acne, há uma teoria, completamente clara e verdadeira.

Estética, sexualidade, dança, jogos, lingüística, morte, música, comportamento, luto e artes marciais. Lendo as crônicas de Banalogias, você se pergunta do que ele não pode escrever, aparentemente não deve ser muito, mas dá a sensação de que esse pouco que só ele sabe qual é, vai vir numa outra sequência de ensaios. E dá-lhe reflexões sobre esse mundo tão grande e tão pequeno.

Juro que quando crescer, quero ser igual a um dos dois.

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out
19

capa poetasEstá tudo pronto. No próximo dia 4, às 19h no Teatro das Bacabeiras, será lançada a coletânea de poesias do grupo Uni-verso, que reúne 16 poetas do meio do mundo.

A organização é de Manoel Bispo e a coordenação de Alcinéa Cavalcante, Ricardo Pontes, José Pastana, Rostan Martins e Manoel Bispo – que fazem parte da diretoria do Uni-verso e também do Clube dos Poetas.

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abr
18
O Aniversariante hoje é José Bento. Talvez você não conheça José Bento, mas se eu continuar e falar seu nome todo, fica fácil: José Bento Renato Monteiro Lobato, um nome que rima, quase como uma poesia de três linhas. E foram mesmo três linhas, o suficiente pra me fazer ir buscar mais linhas, cheias de “palavras interessantes” como defini na época…As tal três linhas eram do livro “Emília no Pais da Gramática” ( que se você não leu quando criança, deveria ler agora, não fará diferença).
Eu estava as voltas com uma prova de português, não lembro qual assunto, só lembro que estava indignada porque até então eu gostava muito de português e por algum motivo aquela parte não “estava entrando” na minha cabecinha de criança, que já estava irritada e pensando passar a não mais gostar daquela matéria que agora, se mostrava cheia de regras escorregadias. Até que naquela semana, na aula de leitura com a tia Ivone (hoje em dia ainda existe aula de leitura?) na biblioteca, havia um cartaz com o seguinte trecho do “Emília no Pais da Gramática”: “Se meu professor ensinasse como a senhora, a tal gramática até virava brincadeira. Mas o homem obriga a gente a decorar uma porção de definições que ninguém entende. Ditongo, fonema, gerúndio…”… Foi como um Balsamo, mesmo sem saber na época o que era um. Fui falar com a “Tia” se esse livro tinha lá, e ela, com aquela postura sempre formal e levemente sombria de quem esconde algum segredo com os livros que têm as bibliotecárias, me deu o livro sem falar nada ( o sem falar nada foi pra que eu percebesse que tinha atrapalhado a aula!) e eu o devorei antes da prova e fiquei imaginando como esse Homem, o Monteiro Lopes, opa, Monteiro Lobato sabia tanto português e como fez pra me ensinar tais coisas de maneira facinho facinho.

Depois, veio “Jeca Tatuzinho” e então descobri que existia um outro livro pra gente grande, o “Ideias de Jeca Tatu” e muitos outros que leria quando eu também fosse grande, embora não tivesse a menor pressa, não de ler os livros e sim de ser grande.
Outra descoberta que tive quando cresci (?) foi a de que um monte das gentes grandes não sabia que Monteiro Lobato escrevia também pra elas. Em todo caso, fiquei feliz de saber que não importaria a idade que eu tivesse, sempre haveria um Monteiro Lobato pra mim. Bem como, mais tarde, um exemplo bem sucedido de advogado que queria e gostava mesmo era de escrever, assim como eu… Não tenho culpa se tenho alguma coisa em comum com seu José Bento, mesmo só sendo a vontade, embora fosse melhor ter igual o talento!

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fev
25

Libertei hoje,, nesta quarta-feira de cinzas, para o projeto Livro Livre Amapá os livros:

Besame Mucho (Romance)

Besame Mucho, romance de Mario Prata, adaptado para o teatro, conta a história não de homossexualismo, mas de homoternurismo: ternura entre pessoas do mesmo sexo. A amizade que todo mundo tem. Aquele cara pra quem a gente conta tudo. Aquele cara que segura todas, aquele cara que é amigo da gente, que a gente ama. Coisa de homem. Coisa de homem corajoso. Coisa de homem que sorriu nos anos 60, ficou de cara amarrada nos 70 e nos 80 está aí para o que der e vier. Besame Mucho é uma história de amor entre quatro pessoas, sem as quatro paredes. O jogo é aberto.



A casa (romance)

Em A Casa ( André Vianco) você encontrará quatro pessoas com os corações atormentados em busca de perdão. Aprenderá que o perdão é o sentimento mais nobre em nosso caráter e tão poderoso que poderá unir os que estão do lado de cá com os
que já foram para o lado de lá.. Descubra um romance delicioso, afetivo, que trata de sentimentos e vida após a morte.





A cadeira do dentista e outras cronicas (crônicas)

Neste livro, Carlos Eduardo Novaes, compara as crônicas a laranjas, já que são fáceis de cultivar e contêm as vitaminas necessárias para a formação de leitores. E os leitores vão mesmo se deliciar com a seleta preparada pelo escritor: meninos que se tornam adultos antes do tempo, a confusão que uma senhora arruma em uma loja de artigos masculinos e as dificuldades dos jovens em lidar com o mundo adulto. Tudo é descrito com muita sensibilidade e humor, ingredientes fundamentais para garantir que as laranjas sejam sempre saborosas.

A palavra é… Interior (contos)

descrição: Seleção de contos e notícias biográficas de de autores como Mahcado, Veríssimo e outros.


A Arte de Argumentar: Gerenciando Razão e Emoção (auto-ajuda)

O livro é endereçado a todos aqueles que desejam melhorar seu relacionamento profissional, aumentando, criativamente, sua capacidade para o trabalho em equipe e para a resolução de conflitos. Extramente útil para executivos, professores, psicólogos, advogados, administradores e pessoas de vendas, e para todos que desejam uma mudança positiva em seus relacionamentos pessoais.

O pod "font-weight: bold;font-family:georgia;font-size:100%;">er das palavras (auto-ajuda)

Descrição: As palavras que saem de sua boca e o seu “diálogo interior” têm o poder de mudar sua vida. As palavras são símbolos poderosos que podem mudar sua vida. Saiba usar o diálogo interior para reprogramar-se positivamente.

Os livros foram soltos no Banco do Brasil da Candido Mendes, esquina da residência do governador.

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dez
03

Lindo e super gostoso esse texto do Caio (olha a intimidade com o Fernando Abreu…rsrs), vez ou outra eu compartilho hoje com vocês. Leiam aqui…

set
22

No período de 19 a 28 de setembro de 2008, no Hangar, a Feira Pan-Amazônica do Livro alcançará a sua décima segunda edição. Realizada anualmente pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, a Feira Pan-Amazônica já se encontra no ranking das maiores Feiras do Brasil. Além da mostra e difusão da produção literária regional e nacional, a programação do evento reunirá também música, cinema, teatro e artes plásticas em um momento de celebração cultural. A Feira Pan-Amazônica recebe todos os anos um grande público composto de leitores, principalmente de jovens estudantes, além de convidados renomados e editoras reconhecidas no mercado..

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out
29

29 de Outubro – Dia Nacional do Livro no Brasil

Vai lá, me indica um!

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