Contradizendo toda ilusão de ótica, ele sempre fica enorme quando longe.
Saudade,
Foto: Arquivo pessoal
Saudade são as migalhas de pão que deixamos no caminho
com o velho intuito de não nos perdermos.
Aquelas que os passarinhos não comeram…
Amar, também é… Acreditar que será pra sempre, e teimar com quem discordar.
Amar, também é… “saber que nem sempre o mais parecido com você é o melhor parceiro.”
Amar, também é… Escutar a mesma piada anos a fio e ainda achar graça.
Amar, também é… Postar aquela antiga e ridícula montagem sem vergonha nenhuma só pra dizer o obvio…

Clique na imagem para ampliar e ler melhor, né!
“Advinha de quem lembrei..das tuas viagens…q eu não entendo…mas acho bacana…(??) rsrs saudade de ti. bjs”
Putz Fê! A nossa cara isso! Morrendo de saudade de ti e de nós!!!!!!!!!!!!
Saudade é quando tomo um café preto sem açúcar, no fim da tarde de um dia frio. O sol se vai… O gosto fica.
A Minha Amiga Saudade
Saudade,
Pra onde queres me levar
Não posso ir
Até poderei ir, mas terei que voltar
Meus cabelos não aguentam
Todo esse vento que vem do mar
Não me interprete mal
Eu gosto de vc
Mas tenho uma vida pra viver
Sei que és companheira
E que sem vc a memória seria solitária
Mas deixa passar a poeira
Que voltamos à nossa bebedeira
Não! Vc não precisa ir embora de vez…
Só precisas ser mais paciente
cautelosa e quietinha
Pra que eu possa dormir tranquila.
P.S.: saudade mansa…sem dor, hj, só saudade mesmo. rs
Quanto tempo fazia mesmo que não olhávamos uma para a outra e sorriamos a toa? Quanto tempo fazia mesmo que vasculhávamos a roupa uma da outra?… Pra depois percebermos que não temos nem o mesmo corpo nem o mesmo gosto?
E o café com leite do fim da tarde?… Não mais lembro quando foi que tomamos juntas? Você duvidando que eu vá deixar um pouquinho no fundo da xícara e eu, que você pôs demais açúcar? A parte boa é que pelo pão ninguém briga: você sempre querendo o cascudo e eu, o massudo… E é na mesa que tudo vira assunto!
Que dividimos o banheiro, o calor do carro sem ar-condicionado e a mesma agonia que nos rende tantas e tantas divagações por sermos tão diferentes e vindas do mesmo ventre?
Quanto tempo fazia mesmo que não nos olhávamos e sorriamos a toa?
Quanto tempo fazia mesmo que não passávamos uma tarde toda rindo das pessoas que achamos “toscas”?… Pra depois nos culparmos, com gargalhadas, uma a outra pelo preconceito, t
ão ou mais tosco que o comentário feito?
E as piadas sem graça, quem ninguém mais entende? Como as cartas vindas das Gerais, o elevador, ou até mesmo o locutor.
Quanto tempo fazia mesmo que não… Que não… Que eu não dizia que te amo, assim… Desse jeito. Jeito meu, jeito teu, jeito nosso. Jeito de melhor amiga, jeito de irmã. Dessa maneira completamente precisa.